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A dengue e a crise hídrica – como o desabastecimento de água está afetando a saúde

No primeiro mês de 2015 o número de casos de dengue no Brasil aumentou 57,2% se comparado com janeiro de 2014. O número absoluto de casos subiu de 26.017 para 40.916, colocando em alerta os serviços de saúde de todo o país.

Especialistas e governo já entenderam que a proliferação do mosquito Aedes aegypt, transmissor da dengue, aumentou exponencialmente durante a crise hídrica, que fez com que um grande número de pessoas, nas cidades afetadas pelo desabastecimento de água, apelassem para estocar em casa o precioso líquido.

O armazenamento inadequado de água em casa, sem os devidos cuidados, fez com que o risco de contaminação e disseminação da dengue aumentassem, estabelecendo um vínculo entre seca e epidemia de dengue. Podemos armazenar água, mas é preciso saber que água limpa, parada, em recipientes abertos, proporciona o criadouro para as larvas do mosquito. As tampas são indispensáveis, além de outras medidas.

Imagem: http://www.neocultivos.com/

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A água deve ser guardada com segurança e toda atenção deve ser dada a este problema, porque os meses de março e abril são aqueles que costumam apresentar a maior ocorrência da doença.

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A situação da dengue em São Paulo é muito grave

Na cidade de São Paulo, nos dois primeiros meses de 2015 ocorreram três vezes mais casos de dengue do que no mesmo período do ano passado, somente considerando-se os casos que foram oficialmente notificados.
Entre outros fatores para o quadro grave de saúde, a crise hídrica é apontada pelas autoridades como o principal motivo para a situação. Foram 1.833 pessoas infectadas, com grande incidência na zona norte da cidade, onde ocorreu uma morte.

Os bairros mais afetados foram o Limão, o Jaragua e a Brasilândia.

As 1.833 vítimas entre janeiro e fevereiro formam o maior número de confirmações em um primeiro bimestre desde 2009. A zona norte da cidade continua sendo a mais preocupante, concentrando quase 45% das vítimas da dengue e onde já foi confirmada uma morte. O problema já configura epidemia e agora se alastra para os bairros da zona sul e oeste, onde ocorrem outros dois óbitos.

Imagem: http://www.diariodovale.com.br

Imagem: http://www.diariodovale.com.br

As larvas da dengue se acumulam em água parada

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A Secretaria da Saúde da cidade de São Paulo enfatiza à população que com a crise no abastecimento de água multiplicaram-se os casos da doença. As pesquisas têm comprovado que as larvas do mosquito Aedes aegypti estão presentes nas residências visitadas pelas equipes da Secretaria e em recipientes de armazenamento de água. Esses recipientes passaram a ser o principal criadouro da dengue, com um aumento de 212% em relação ao levantamento feito em 2014.

Os baldes domésticos, por exemplo, passaram de 4% para 12,7% de ocorrência de larvas. As caixas d’água localizadas no solo passaram de 2% para 5,4% quanto à constatação de larvas.

Estoque de água pode ter multiplicado os casos de dengue

Depois dos problemas ocorridos com o abastecimento de água, os moradores de São Paulo passaram a armazenar água da chuva. O problema é que nem sempre os reservatórios são corretamente tampados. Dessa forma, sem saber, muita gente está contribuindo para multiplicar a ocorrência da dengue.

Os baldes também são utilizados para armazenar a água do chuveiro, quando o aquecimento é a gás. Até que a água aqueça a água fria e colhida em baldes que muitas vezes ficam destampados. O problema só seria controlado se a água fosse guardada em garrafas plásticas tampadas ou em reservatórios cobertos.

A cidade de Sorocaba, com 637.187 habitantes, registrou a ocorrência de 12.780 casos de dengue, desde o início deste ano, além da ocorrência de um caso de febre chikungunya. Limeira, com aproximadamente 300.000 habitantes, registrou 9.551 notificações da doença, com 3.473 casos confirmados. Marília, com 230.000 habitantes contabilizou 7.240 casos confirmados, incluindo seis mortes.

Dicas para evitar a criação das larvas do mosquito aedes aegypt, transmissor da dengue:

  • Piscinas – Cobrir com lona quando não estiver sendo usada. Não deixar água de chuva acumulada na loja. Tratar com cloro.
  • Bebedouros de animais – Diminuir o número, lavar e escovar a cada troca de água. Trocar a água frequentemente.
  • Barcos – Devem ser cobertos com lona. Canoas e caiaques devem ser guardadas viradas para baixo.
  • Lixo – Armazenar em sacos plásticos fechados. Não jogar lixo em terrenos baldios. Verificar o fundo das lixeiras para não permitir acúmulo de água. Prefira as lixeiras com fundo furado.
  • Caixa d’água – Todas as caixas d`água, to telhado ou no solo, devem estar sempre fechadas.
  • Calhas – Limpar as calhas para que não acumulem água de chuva.
  • Laje – Verifique se o piso das lajes não acumula água.
  • Recipientes vazios – Não permita que se acumulem recipientes vazios e abertos, como galões, tonéis, pneus, garrafas.
  • Vasos de flores – Colocar areia nos pratos dos vasos.
  • Plantas – Borrifar as plantas que acumulam líquidos em suas folhas com uma mistura de um litro de água limpa com uma colher de água sanitária.
  • Pneus – Descarte pneus velhos para reciclagem. Se estiver usando, faça furos para que não acumulem água.
  • Canteiros de obras – Esvaziar tambores e depósitos de água semanalmente.

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