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A economia da saúde

Conceito

A economia da saúde consiste no ramo da economia que se dedica aos assuntos pertinentes à eficiência, efetividade, valor e comportamento na produção e consumo da saúde e da assistência médica.

Em outras palavras, os economistas que se debruçam sobre esse ramo estudam o funcionamento dos sistemas de assistência médica, além dos comportamentos que afetam a saúde, a exemplo do fumo.

Características

Dentre os fatores que distinguem a economia da saúde de outras áreas de estudo estão: a intervenção governamental, a incerteza, informações assimétricas, barreiras à entrada de novos personagens e as externalidades, sendo estas últimas os efeitos laterais de uma decisão sobre aqueles que não tiveram uma participação direta na escolha feita.

Em relação à incerteza, a mesma é intrínseca à área de saúde, já que é impossível prever os resultados dos tratamentos sobre os pacientes, além da dificuldade de se averiguar a capacidade dos assistidos em pagar pelo suporte médico. Além disso, o gap de conhecimento existente entre os profissionais da medicina e os pacientes cria uma situação de grande vantagem para os primeiros, o que é chamado de informação assimétrica.

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Uma das conseqüências da situação exposta anteriormente é o favorecimento de uma das partes em detrimento da outra, que não será satisfeita pelo resultado final da transação (consulta, tratamento, etc).

Por fim, é válido enfatizar que os economistas da saúde analisam vários tipos de informações financeiras, dentre elas: custos, encargos e despesas.

Demanda

A demanda por assistência médica deriva da oferta de saúde, sendo que o suporte de saúde é procurado por consumidores interessados em um estoque maior de, digamos, “capital de saúde”. Vale destacar que a busca por saúde se distingue da demanda por outros bens na economia, já que nesse caso as famílias alocam seus recursos tanto para “consumir” quanto para “produzir” saúde.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, as pessoas desempenham quatro papéis na assistência médica, sendo eles: colaboradores, cidadãos, fornecedores e consumidores.

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O Modelo de produção de Michael Grossman

O trabalho de Grossman considera cada indivíduo tanto como consumidor como produtor de saúde, sendo esta tratada como um estoque que diminui ao longo do tempo com a ausência de “investimentos”. Em outras palavras, o modelo de Michael Grossman avalia a saúde como um tipo de capital.

Grossman encara a saúde como um bem de consumo que proporciona satisfação aos indivíduos, ao mesmo tempo em que reconhece seu papel como um bem de investimento, capaz de gerar satisfação aos consumidores de forma indireta mediante aumento da produtividade, menos doenças e salários mais elevados.

Por fim, Grossman conclui que o investimento em saúde é bastante elevado pela necessidade dos consumidores optarem entre o tempo e “recursos” destinados ao suporte médico, tais como a prática de exercícios físicos, dentre outros. A partir desses fatores, o autor busca determinar o nível ótimo (nível de alocação de fatores de produção que maximiza o lucro ou, nesse caso, a saúde) de “insumos” que um indivíduo demandará ao longo da sua vida.

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