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Agora uma nova epidemia, a forte gripe H1N1

Em geral os surtos ocorrem no inverno, mas este ano a circulação do vírus começou mais cedo, para surpresa dos médicos e autoridades de saúde. 

A população está preocupada. A gripe antecipou sua ocorrência este ano e até os primeiros dias de abril o estado São Paulo já registrava 55 mortes por complicações respiratórias de pacientes que haviam contraído o vírus H1N1, um dos subtipos do vírus influenza. Somente este ano já ocorreram 372 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave provocada pela gripe A (H1N1). E os números não param de aumentar.

Agora uma nova epidemia, a forte gripe H1N1

Nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, em anos anteriores, ocorreram surtos nos meses de maio a julho, na temporada de inverno. Em 2016, as ocorrências iniciaram no mês de fevereiro. Os médicos e autoridades desconhecem os motivos dessa mudança. Uma das hipóteses é de que o vírus tenha sido trazido por brasileiros que viajaram ao exterior e visitaram países durante o inverno no hemisfério norte, mas a hipótese não convence, já que não há relação entre os pacientes que adoeceram com a gripe e o grupo de viajantes ao exterior, que é cada vez mais restrito no Brasil.

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Atendimento à gripe H1N1 em São Paulo

Na rede privada, os hospitais estão registrando um número cada vez maior de casos da gripe H1N1 desde o mês de março. Com o aumento da incidência há o temor de uma epidemia e foram iniciados preparativos para controlar o atendimento nos centros de emergência.

Somente no Hospital Samaritano, na zona oeste de São Paulo, o número de casos atendidos no pronto-socorro e confirmados foi de 134, dos quais 19 exigiram internação. Em comparação, nenhum caso da gripe foi registrado no ano anterior, o que motiva grande preocupação.

 

h1n1 

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A vacinação foi antecipada

A vacinação contra a gripe H1N1, na região metropolitana de São Paulo, foi antecipada para a segunda semana de abril. O primeiro grupo a receber a vacina está sendo o dos profissionais de saúde. A intenção é vacinar 532 mil funcionários de hospitais públicos e privados. A vacina protege contra o vírus H1N1 e também contra o H3N2 e um outro tipo de vírus, Influenza B. 

É preciso evitar o pânico

Segundo infectologistas, a população não deve seguir uma onda de histeria. Procurar postos de pronto-socorro para tratamento de gripes e resfriados aumenta o risco de contaminação com a H1N1, pois justamento no pronto-socorro é que estão os maiores focos do vírus.

Existem medidas de prevenção, além da vacina, que precisa ser tomada por quem está no grupo de risco. Os demais pacientes com gripes ou resfriados podem seguir tratamentos simples, a não ser que haja complicações.

Uma das medidas de prevenção mais eficazes e simples é o ato de lavar as mãos com sabão ou álcool. Nesta época, sem lavar antes as mãos, é proibido colocar a mão nos olhos, no nariz ou na boca. Além disso, cobrir a boca se for tossir ou espirrar.

Quais são os sintomas da gripe H1N1

Há muito em comum entre os sintomas de uma gripe comum e os da gripe suína ou H1N1. Entretanto, os da gripe H1N1 surgem com muito maior intensidade, de maneira repentina e se caracterizam, em muitos casos, pela dificuldade de respirar, acompanhada de febre, forte dor de cabeça e dor nas articulações.

Os sintomas da gripe H1N1 são muito semelhantes aos da gripe comum, mas surgem de forma repentina e com maior intensidade, podendo aparecer febre alta, forte dor de cabeça e dificuldade para respirar. Entretanto, foi registrada em Santos – SP, a morte de uma jovem de 19 anos, que estava grávida, cujo sintoma era falta de ar, mas que não apresentava febre.

A gripe é transmitida por contato com pessoas contaminadas. Em caso de suspeita um médico deve ser consultado e devem ser tomados todos os cuidados para não transmitir a doença para outras pessoas. O uso de máscaras é indicado.

Estes são os 10 sintomas que a gripe suína ou gripe A pode provocar, e que a diferenciam da gripe comum:

  1. Febre repentina acima dos 38° C;
  2. Tosse forte;
  3. Dor de cabeça intensa;
  4. Dor nos músculos e articulações;
  5. Ausência de apetite;
  6. Calafrios;
  7. Falta de ar e espirros;
  8. Vômitos e náuseas
  9. Diarreia;
  10. Mal estar geral, com fortes dores no corpo.

Pode ser necessário um exame mais detalhado, para saber se existem complicações associadas e sua necessidade deve ser indicada pelo médico clínico geral. Pessoas com problemas respiratórios pré-existentes, como asma, bronquite ou DPOC – Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, precisam ser avaliados por um pneumologista.

Como é feito o diagnóstico

A gripe H1N1 é diagnosticada através de exame clínico pelo médico e a observação dos sintomas. A confirmação da presença do vírus é confirmada através do exame laboratorial das secreções do nariz e da garganta do paciente. O exame deve ser feito a partir do início dos sintomas e na sua evolução, em 24 a 72 horas. Os sintomas da gripe H1N1 são mais fortes do que os da zika.

Cuidados com bebês e crianças

Cuidados com bebês e crianças

Nos bebês e crianças é mais comum acontecer a diarreia e a dor de barriga, em comparação com os sintomas dos adultos. Os bebês mostram os sintomas através do aumento do choro e da irritabilidade. Em crianças um pouco maiores, os sintomas já são expressos pelos relatos de que o corpo todo dói, que são causados pelas dores musculares que são sintomas da gripe. Portanto, os pais devem ficar atentos a esses sinais.

Se persistir a febre, com tosse e irritabilidade, o pediatra deve ser consultado para iniciar o tratamento. Os remédios contra a gripe H1N1 são mais eficazes nos primeiros dois dias da doença.

Caso um bebê ou uma criança esteja contaminada com a gripe, os pais devem evitar que entrem em contato com outras crianças, para evitar a transmissão da doença. Durante 8 dias, os bebês ou crianças não devem frequentar a escola ou a creche, para não contaminar os colegas e também por causa da sua má disposição é melhor que fiquem em casa.

Algumas dicas sobre a Gripe H1N1 e a vacina

Muitos têm dúvidas sobre a gripe A ou suína ou H1N1, que costumam surgir nesse momento e aqui vão algumas dicas que podem ajudar a esclarecer essas questões:

1. Quem tomou vacina, precisa se vacinar de novo?

– Quem tomou a vacina o ano passado precisa sim se vacinar de novo. Os vírus da gripe H1N1 e os da gripe comum sofrem mutação constante e as vacinas são atualizadas pelos laboratórios.

A vacina de 2015 protegia contra o vírus H1N1, mas não protegia contra os vírus da gripe comum e outros. Já a vacina de 2016 também protege contra o vírus H3N2 e Influenza B, que sofreram mutações.

2. A gripe A ou suína é transmitida pela carne de porco?

– Não. Inicialmente o ciclo de vida do vírus passa pelo porco, mas entre seres humanos ele só é transmitido através da saliva e espirros, como na gripe comum.

3. Quem está gripado pode tomar a vacina?

– Sim. Quem já está gripado, mas está sem febre, pode tomar a vacina da gripe contra o H1N1. A vacina é contraindicada para bebês com menos de 6 meses, pessoas com febre, alérgicos a ovo, ao Merthiolate e à neomicina e doenças neurológicas.

4. Mulheres grávidas podem tomar a vacina?

– Sim. Tanto as mulheres que estão grávidas como as que amamentam podem tomar a vacina. Mas antes é preciso falar com o médico que acompanha e faz o pré-natal.

5. A vacina tem muitos efeitos colaterais?

– Não. A maioria das pessoas não sentem efeitos colaterais depois de tomar a vacina. Quando isso acontece, costuma durar aproximadamente 2 dias, com dor no local, febre baixa e certo mal estar geral. O vírus da vacina é inativado, está morto e não pode transmitir a doença.

A vacina, na rede pública, será aplicada apenas aos chamados “grupos de risco”, como crianças menores de 5 anos, gestantes, idosos, funcionários da saúde, população carcerária e indígenas. Nas clínicas particulares o preço pode chegar a R$ 200,00 e está disponível para todos.

O remédio para a gripe é o Tamiflu, fabricado pelos laboratórios Roche. Devido à intensa procura o remédio está em falta, os estoques se esgotaram rapidamente.

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