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Campanha de vacinação contra a gripe é sucesso, mas ainda não atinge a maioria da população

Em muitos setores de população parece haver resistência para tomar a vacina, por medo das reações que pode ocasionar. 

A vacina 

A vacina contra a gripe, que a rede pública de saúde vem distribuindo à população, segundo recomendação da OMS,  protege contra alguns subtipos do vírus,  o A/H1N1, o A/H3N2 e influenza B. A vacina leva, em média, de duas a três semanas no organismo para criar os anticorpos que protegem contra a gripe. Por esse motivo, o período da campanha de vacinação é determinado para antes do início do inverno.

O período de incidência da gripe costuma ser do final de maio até agosto. Os agentes de saúde garantem que a vacina não tem poder para provocar a gripe, porque é composta de partículas de vírus que não são capazes de provocar a doença. No entanto, em muitos setores de população há resistência contra a vacina, por medo das reações que pode ocasionar.

Baixa procura fez a campanha ser prorrogada

Por não ter atingido a meta prevista para a vacinação, que era de 80% do público alvo, num total de  49,7 milhões de pessoas, o Ministério da Saúde resolveu prorrogar a campanha até 5 de junho. Até o dia 22 de maio a vacinação só havia alcançado 46,2% da população para a qual era dirigida.

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Campanha de vacinação contra a gripe é sucesso, mas ainda não atinge a maioria da população

Público-alvo da campanha

A campanha de vacinação contra a gripe tem como prioritária a imunização de gestantes, bebês, idosos com mais de 60 anos, pacientes com doenças crônicas, profissionais do setor de saúde, povos indígenas, mulheres com até 45 dias após o parto, presos e funcionários do sistema prisional.

No estado de São Paulo, essa população prioritária é estimada em 14,8 milhões de pessoas e a meta era atingir 80% dessa população. No entanto, menos da metade foi conseguido, com apenas 4,8 milhões de vacinados, segundo a Secretaria da Saúde. A maior adesão vem sendo a dos idosos, que constituem 80% dos que tomaram a vacina. No entanto, entre as crianças entre 6 meses a 5 anos, apenas 33% foram vacinadas.

Para os interessados, outras vacinas estiveram disponíveis no mesmo período, como a vacina para a pneumonia, para meningite e bacteremia/septicemia e vacina contra difteria e tétano.

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Os pacientes acamados fazem parte do grupo prioritário e podiam receber a dose em casa, bastando que familiares entrassem em contato com a unidade de saúde mais próxima e solicitassem o serviço.

Resultados da vacinação até maio – menos da metade das metas foram atingidas

Um balanço parcial da campanha constatou que apenas a região sul do país se aproximou da meta, com 62,8% da população vacinada. O sudeste registrou um total de 47,1%. Em todo o país, os idosos foram os que mais aderiram à vacinação, num total de 10,8 milhões. As crianças vacinadas foram 5,7 milhões, 921 mil foram gestantes, 212,3 mil foram indígenas, 1,6 milhão trabalhadores da área de saúde e 223.839 mulheres com bebês de até 45 dias.

No estado de São Paulo, o prazo previsto para o final da campanha de vacinação contra a gripe era dia 22 de maio. No entanto, o prazo foi prorrogado, porque menos da metade do público previsto havia sido vacinado até o dia 21 de maio.

 

Por que existe resistência da população contra a vacina?

O balanço sobre os resultados da campanha de vacinação contra a gripe deixa uma pergunta no ar. Se há facilidades de acesso e a vacina é gratuita, porque a população não aderiu à campanha? Sem dúvida há resistência das pessoas com relação à vacina. Os números mostram ainda que a maior resistência é de aplicar a vacina nas crianças.

Campanha de vacinação contra a gripe é sucesso, mas ainda não atinge a maioria da população

Na verdade, existe uma controvérsia sobre a eficácia da vacina. É possível se perguntar se existem certezas sobre como combater a gripe. Há questionamentos sobre a capacidade da vacina em proteger os idosos da gripe, um grupo de pessoas que significa 90% das mortes por gripe todos os anos.

O que diríamos se a vacina, que o governo ver distribuindo ao longo dos últimos anos, tiver pouco ou na verdade nenhum poder para reduzir o número de pessoas que morrem ou são hospitalizadas por causa da gripe? Poderia o governo estar patrocinando uma cara campanha de vacinação, apoiado pela comunidade médica, sem que esse esforço seja justificado?

É o que pergunta o pesquisador Tom Jefferson, que publicou seu trabalho (Influenza Vaccination: policy versus evidence) na revista British Medicine Journal, BMJ.

O Dr. Jefferson é colaborador também da Cochrane Review, da Associação International Cochrane, onde discutiu a eficácia da vacina contra gripe e suas consequências, para determinar se a exposição ao vírus da vacina pode estar associada a sérios problemas de saúde.

O imunologista inglês afirma que a vacina contra a gripe não tem influência, depois de ter analisado os artigos técnicos escritos sobre ela. Para ele os estudos são de má qualidade, superficiais e insuficientes para que se possa afirmar a eficácia da vacina.

Outros especialistas vêm divulgando estudos afirmando que o grupo de amostra para resultados comprovados precisaria ser muito maior, com ao menos 100.000 pessoas, em diversos países do mundo, o que logicamente seria um estudo muito caro para ser realizado.

Essas dúvidas chegam ao público brasileiro, que, receoso quanto às consequências de reações da vacina e sem segurança quanto à sua real eficácia, deixa de comparecer às campanhas. O que se sabe ao certo é que cada ano aparecem novos vírus diferentes para a gripe, que desafiam os organismos estatais de saúde e a indústria das vacinas, que sem dúvida se beneficia da campanha.

E você, participa das campanhas de vacinação contra a gripe?

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