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Como prevenir contra as Doenças Sexualmente Transmissíveis – DSTs

A preocupação com a AIDS fez também crescer os cuidados com outras doenças sexualmente transmissíveis. O rápido diagnóstico e o tratamento imediato podem prevenir a transmissão dessas doenças.

O que são Doenças Sexualmente Transmissíveis – DST

medico-e-pacientesA Organização Mundial de Saúde – OMS considera as DST como problemas que acontecem no mundo todo. São doenças também chamadas de “venéreas”, ou que atacam e se transmitem através dos órgãos sexuais, em relações sexuais.

As doenças venéreas aumentaram nos últimos anos e verificou-se uma mudança na frequência com que são diagnosticadas. Também cresceram outras infecções transmissíveis sexualmente. As mais conhecidas anteriormente eram “sífilis” e “gonorreia”, ou uretrite do homem e a candidíase das mulheres. No entanto, outras DSTs são mais comuns como as verrugas genitais ou condilomas, as infecções por clamídias e o herpes genital.

Além das clínicas especializadas em DST ou também chamadas clínicas do aparelho geniturinário, qualquer urologista ou clinico geral é capaz de diagnosticar e pode pedir testes que comprovem a presença de uma DST. Há tratamentos eficientes para a cura e a eliminação do desconforto da maior parte das doenças sexualmente transmissíveis.

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As DST podem ser evitadas com o uso da camisinha. Entretanto, com relação ao HPV nem mesmo essa é uma forma de proteção, já que há regiões que ficam expostas na relação sexual e que a camisinha não protege.

O que é o HPV?

O vírus do papiloma humano, com sigla em inglês de HPV tem registrado 137 mil novos casos no Brasil por ano, o que é uma notícia realmente alarmante. Isto porque esse vírus é o responsável por 90% dos casos de câncer no colo do útero, e grande parte dos câncer de pênis, além de um grande número de doenças na região genital. Costuma também provocar câncer de na região da orofaringe, que compreende língua, boca e faringe, devido ao contato em sexo oral. Também é causador do câncer anal, em homens e mulheres.

Os homens são vetores do HPV, isto é, carregam o vírus e contaminam as mulheres. As vacinas, entretanto, são destinadas às meninas antes que atinjam a idade de desenvolverem atividade sexual, para que fiquem protegidas antes que o maior risco aconteça, já que teoricamente ainda não tiveram contato com o vírus.

Embora o vírus já tenha desenvolvido pelo menos 100 tipos diferentes, as vacinas contra o HPV no Brasil protegem contra quatro tipos de vírus, através de dois tipos de vacina diferentes, a bivalente e a quadrivalente. Infelizmente a proteção não é 100% garantida, por não cobrir a grande variedade de vírus.

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A vacina bivalente protege apenas contra os tipos 16 e 18, que são os responsáveis por 70% dos casos de câncer genital uterino, vaginal, anal e penial. O tipos 6 e 11 também são cobertos pela vacina quadrivalente e estes são responsáveis pelas verrugas genitais.

Não há contraindicações ou efeitos colaterais da vacina, a não ser aquelas pessoas que tenham algum tipo de alergia à medicação. Mesmo os portadores do vírus HIV e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis podem receber a vacina e tirar proveito da imunização, pois os vários tipos de vírus existentes podem ser diferentes do que já afetou o portador.

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O SUS distribuirá vacinas contra o HPV para meninas

Uma boa notícia, divulgada pela Ministério da Saúde, no dia 1º. de julho, é a de que serão distribuídas pelo SUS – Sistema Único de Saúde – as vacinas contra o HPV, uma das principais armas de combate a esse vírus. As vacinas serão destinadas às meninas de 10 e 11 anos, a partir de 2014.

A vacina contra o HPV é produzida pelo Instituto Butantã e pelo laboratório Merck e compõe-se de 3 doses, para proteger contra 4 subtipos de HPV: 6, 11, 16 e 18. A vacinação está sendo planejada para acontecer nas escolas e será em intervalos de dois e seis meses.

A vacina contém as substâncias obtidas a partir do vírus do HPV que foi modificado em laboratório. Ela funciona porque ao ser aplicada em nosso organismo estimula o sistema imunológico a combater o vírus, com a produção de anticorpos neutralizantes.

Os cuidados que todos devem tomar

Mesmo aqueles que não se incluem nos grupos que serão vacinados pelo SUS, mas que estão interessados em tomar a vacina, podem procurar um ginecologista ou urologista, que poderá solicitar a vacinação. Um clínico geral também pode ser consultado.

As doenças venéreas não são transmitidas por contato com assentos de vasos sanitários ou toalhas. Os organismos que causam as DSTs vivem em áreas quentes e úmidas do corpo e não costumam sobreviver em outro ambiente e temperatura.

O diagnóstico e o tratamento rápido podem curar e prevenir a transmissão dessas doenças. Procure sempre um médico assim que perceber qualquer anormalidade, mesmo que duvide que o contágio de uma DST possa ter ocorrido.

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2 Comentários

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Indicado, mesmo que a mulher faça uso de qualquer outro método, já que este previne contra as DSTs.

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