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Crise hídrica: novas alternativas para reuso da água e a saúde

O Brasil é um país em que a água sempre foi um recurso tão abundante, que passou a ser desvalorizada, com hábitos de desperdício e contaminação que se instalaram na cultura do brasileiro. Apesar do fato do país concentrar 8% da água doce existente no planeta, falta água na maioria das cidades no sudeste e nordeste.

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Foto: www.bbc.co.uk

No momento vivemos uma crise no abastecimento de água que já afeta 19 regiões metropolitanas, com efeitos na saúde e na economia.

O armazenamento de água de forma inadequada parece estar contribuindo para o aumento nos casos de dengue, quase dobrando o número de notificações no mês de janeiro, segundo dados do Ministério da Saúde.

Em São Paulo, o governo estadual anunciou que vai construir duas estações para produção de água de reuso, que irão abastecer as bacias Guarapiranga e Alto Cotia, através do tratamento do esgoto, que irá para o consumo humano.

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O que é água de reuso

Água de reuso é produzida pelas ETE – Estações de Tratamento de Esgoto. Depois de todas as fases do tratamento do esgoto a água pode ser utilizada pelas indústrias, na refrigeração de equipamentos, por exemplo, na agricultura, na limpeza das ruas e lavagem de veículos. A novidade é que em São Paulo e na cidade de Campinas, SP, essa água vai ser agora incorporada às represas, e entrará no sistema de abastecimento para uso potável.

O fato gera algumas dúvidas na população, que se pergunta: será seguro beber água proveniente do esgoto?

No estado de São Paulo, a água de reuso produzida pela Sabesp tem sua qualidade controlada pelo sistema de gestão ISO 9001, que estabelece parâmetros de qualidade rigorosos.

A utilização da água de reuso é seguro e é a maneira que teremos, agora e no futuro, de preservar a água dos mananciais que estão se esgotando. A utilização foi aprovada pela ONU, como uma maneira válida para assegurar o acesso à água potável, essencial à vida, para as gerações futuras, em um contexto em que esse bem se torna escasso.

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Reuso da água para solução da crise hídrica

A solução para a crise hídrica parece estar na utilização do esgoto. Essa é a constatação dos especialistas, com base nas novas tecnologias para a limpeza da água. As chuvas, por mais que aconteçam, parecem ser insuficientes para atender à demanda crescente de água por parte da população, além das exigências da agricultura e da indústria.

A tecnologia atual tem condições de tratar qualquer água de esgoto, tornando-a potável. Isso já acontece em Las Vegas, nos EUA e em Barcelona, Espanha, além de outras cidades. No Brasil isso já acontece em cidades que usam a água de um rio que já foi utilizada por outra cidade e foi devolvida ao rio depois do tratamento do esgoto.

Em uma estação de tratamento de esgoto, atualmente, a água é filtrada por membranas, que retiram a sujeira, em um longo processo, até chegar a uma água de reuso que pode ser utilizada, mas ainda não é potável. O sistema terá que ser adaptado para a exigência do consumo humano.

Quando todo o esgoto for tratado dessa maneira os rios que cortam as cidades serão despoluídos e suas margens darão lugar a espaços de lazer para a população.

O esgotamento das fontes disponíveis de água potável acabará por mudar a cultura que vê a água como recurso infinito e obrigará a um novo olhar sobre sua importância. O poder público se vê, também, cada vez mais pressionado a controlar as perdas de água tratada, proibindo o seu uso para a lavagem de calçadas e carros.

Riscos para a saúde

O esgoto das grandes cidades, com grande população e polos industriais, contém não apenas organismos patogênicos, mas também compostos sintéticos e químicos. Por isso, a água de reuso das estações de tratamento precisa ser muito bem fiscalizada, porque é uma alternativa que contém riscos elevados. Se os sistemas de tratamento não forem corretos e avançados, o seu uso para o abastecimento público se torna inviável, ameaçando a saúde dos consumidores. É preciso, portanto, garantias de que o processo é adequado e o produto é confiável.

Utilização da água da chuva

Muitos habitantes das cidades atingidas pela crise hídrica, especialmente em São Paulo, estão armazenando a água da chuva, em tonéis e cisternas. A pergunta que surge é: será que a água da chuva é potável?

A resposta é: não!

A água da chuva contém partículas que existem no ar, com poluentes tóxicos. No caminho entre as nuvens e o chão as gotas de chuva carregam a sujeira da atmosfera. Se você mora em uma cidade grande, onde existem indústrias e poluição, a água da chuva contem resíduos da queima de combustíveis fósseis. Por exemplo, o benzeno, que é cancerígeno.

Depois da chuva percebemos que o ar fica mais limpo e isso é verdade. A chuva limpa o ar. Mesmo longe das cidades a chuva contém poluentes, como já foi constatado na Europa, onde lagos da Noruega continham partículas das usinas de carvão da Inglaterra.

A água da chuva próxima a campos de lavoura podem conter fertilizantes e próximas ao litoral podem conter sódio. Portanto, antes de ser utilizada para consumo a água de cisternas precisa ser tratada antes.

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2 Comentários

Wiston Peter

Olá,

Ótima fonte de informação. Texto claro e objetivo.
Até mais.

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Sanaira Silveira

Boa noite Wiston,

Que bom que gostou do artigo!

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