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A dengue hemorrágica – quando a picada de um mosquito pode matar

O Brasil registrou um aumento de 162% no número de casos de dengue registrados, no período de janeiro a março, comparado com o mesmo período de 2014. Foram 224.000 casos da doença contra 85.000 do ano passado.

São 340 municípios brasileiros que estão em situação de risco e mais de 800 cidades em estão de alerta. A situação de risco é caracterizada quando larvas do mosquito são encontradas em mais de 3,9% de imóveis visitados pela Vigilância Sanitária. O estado de alerta é quando se obtém a frequência de 1% a 3,9%. Os municípios estão em situação de risco não apenas para dengue, mas também para chikungunya.

A capital brasileira em situação de risco para a epidemia é Cuiabá (MT) e outras 18 estão em situação de alerta: Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Macapá (AP), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Salvador (BA), Maceió (AL), São Paulo (SP), Palmas (TO), Porto Velho (RO), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Campo Grande (MS), Goiânia (GO) e Belém (PA). A Região Nordeste é onde se localiza o maior número de municípios em situação de risco, ao todo são 171. Em seguida está o Sudeste, com 54 municípios, o Sul (52), a região Norte (46) e o Centro-Oeste (17).

Na última semana de março de 2015, foram registrados 10.000 novos casos de dengue na cidade de Sorocaba. O município, que possuía 12.780 doentes com dengue, passou a ter 22.675. As mortes por dengue passaram a ser seis e ainda outras seis esperavam ser confirmadas pelo exame do Instituto Adolfo Lutz. Devido à lotação das unidades de saúde a demora para atendimento se estendia por oito horas.

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O Estado de São Paulo tem 90% de suas cidades atingidas pela dengue. O número de casos por 100.000 habitantes é de 281, ou seja, próximo do índice que configura epidemia, que é de 300 por 100.000.

http://g1.globo.com

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A dengue hemorrágica

Os pacientes internados em situação grave por dengue devem fazer hemogramas para controle das plaquetas de 1 a 2 vezes por dia e a quantidade de exames solicitados nos hospitais cresceu muito nas últimas semanas.

Os exames de sangue são necessários para o diagnóstico da dengue hemorrágica. Essa fase da doença tem a característica de provocar alterações laboratoriais e clínicas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as plaquetas medidas em laboratório apresentam-se em concentração baixa, abaixo de 100 mil, com elevação de hematócrito acima de 20%, além de sintomas clínicos, como febre, de intensidade variável.

A dengue hemorrágica pode manifestar-se em diversos graus, de acordo com a OMS:

1. Hemorragia de pele, que é observada pela prova do torniquete. Nesse caso o manguito de pressão arterial é colocado por cinco minutos, com pressão entre a máxima e mínima. Em caso positivo, aparecerão, numa área mínima de 2,5 cm2, na dobra do cotovelo, mais de 20 pontos vermelhos (patéquias).
2. Ocorrências de hemorragias espontâneas através da pele e mucosas, como gengivas, nariz, vômitos e fluxo menstrual. O paciente pode sentir gosto de metal na boca.
3. Hemorragias de pleura, peritônio e pericárdio, sinais de pré-choque, queda da pressão arterial e do fluxo urinário, palidez, sudorese e sonolência.
4. Sinais de choque, com pulso e pressão já imperceptíveis, perda de consciência, torpor, podendo evoluir para óbito. Nos casos de choque, a ocorrência de morte está entre 10 a 50%.

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Os bancos de sangue estão sendo muito solicitados depois dos casos de dengue hemorrágica que têm sido observados, porque distribuem um concentrado de plaquetas para aqueles pacientes em que o quadro é de diminuição de plaquetas. A evolução da doença é muito variável, de paciente para paciente.

http://g1.globo.com

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A dengue envolve uma grande complexidade de providências e recursos para o paciente, a família e a sociedade. A começar pelos cuidados que se deve ter para evitar a proliferação do mosquito em águas paradas, como nos vasos de plantas, por exemplo. Depois das picadas vêm os sintomas, a exigência de exames de laboratório, a busca por medicamentos, a constatação do agravamento da doença, os transtornos que isso causa às famílias, os gastos com o atendimento de saúde pública e, no limite a perda de vidas. Esse quadro desgastante e lamentável mostra a importância das políticas públicas preventivas, do controle, do investimento em agentes de saúde e da conscientização de cada cidadão sobre sua responsabilidade no esforço para eliminar as causas dessa doença.

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