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Desafios e oportunidades da saúde brasileira

Em qualquer lugar do mundo a assistência médica de qualidade é cada vez mais cara em consequência dos gastos em pesquisa e avanços tecnológicos. No Brasil não é diferente. Razão pela qual encontrar “soluções” tanto para a saúde pública, quanto para a suplementar, não é fácil. Os especialistas dizem que a questão envolve muito mais do dinheiro. O sistema brasileiro de saúde é um sistema misto, onde convivem um sistema público e um privado. O mesmo ocorre em vários países mundo afora.

A saúde suplementar está presente no Reino Unido, Irlanda, Finlândia, Portugal, Espanha, Itália e Grécia. Em países como Alemanha, Holanda, Bélgica e Chile as pessoas optam ou pelo sistema público ou pelo seguro privado. E nos Estados Unidos seguros saúde privados são preponderantes do sistema de saúde. O Sistema Único de Saúde foi criado pela constituição de 1988 com o objetivo de universalizar o atendimento aos brasileiros.  Muito se fala dos fracassos do SUS como a alta rotatividade de médicos, a falta de equipamentos e leitos, espera de meses e até anos para conseguir realizar cirurgias eletivas, entre outros.  Mas, apesar dos defeitos, estudos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apontam sucessos como a expansão do acesso ao atendimento médico. Atingiu-se, por exemplo, cobertura universal para vacinação e assistência pré-natal. Pesquisa do IBGE afirma que o cidadão brasileiro gasta 29,5% mais do que o governo para ter acesso a remédios, consultas, planos de saúde, hospitais e exames. No Brasil, 55,1% das despesas são assumidas pelas famílias, contra 43,6% da administração pública.

Por pessoa o Estado gasta R$ 645,27 já as famílias gastam R$ 835,65 por pessoa. O mercado de planos de saúde brasileiro que não para de crescer também coleciona fracassos. Dinheiro tem, dizem os especialistas, concluindo que o fracasso na saúde é governamental e duplo. Primeiro, no SUS não garantindo atendimento universal e igualitário. E segundo, porque não é eficiente no controle do setor privado. A legislação e os regulamentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), de um lado, impuseram amplos direitos para os segurados, inclusive para contratos em andamento, e, de outro, limitaram preços e reajustes de mensalidades e prêmios. A consequência é que muitas empresas operam com dificuldades, algumas dizem, até com prejuízo há anos. Muitas das 2.277 companhias seguradoras e operadoras de planos de saúde são sociedades anônimas, portanto, sem obrigação de mostrar seus balanços, não é possível verificar se as alegações de prejuízo procedem. Fato é que operadoras internacionais como a norte-americana UnitedHealth se interessam cada vez pelo mercado brasileiro.

A empresa estadudinense comprou a Amil com cinco milhões de clientes.  Além dos lucros no mercado brasileiro, a empresa quer uma fatia da expansão da saúde privada alavancada pelo aumento de renda das classes C e D e usufruir das políticas de estímulo em favor do setor de saúde suplementar como o pagamento de planos privados para funcionários públicos as isenções de impostos para pessoas e empresas que pagam planos de saúde.

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É preciso melhorar muito os serviços oferecidos pelos 6.690 hospitais no País, dos quais 4.548 particulares e 2.142 públicos. A não melhora fará muito mal a saúde do brasileiro. Além do envelhecimento da população é muito provável que parte da classe média, que atualmente, conta com planos privados, migre de volta para o sistema público. Segundo projeção realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e pelo PROCON, se mantidos os atuais níveis de reajustes de mensalidades nos próximos 30 anos, as tarifas deverão subir mais de 120% acima da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A maior parte dos planos são custeados parcialmente pelas empresas, mas é provável que com aumentos como os estimados pelo Idec/PROCON não sejam assimilados nem mesmo pelas empresas. Artigo relacionado:

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