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Microcefalia: novas medidas para classificar a doença

Microcefalia: novas medidas são adotadasBrasil deve adotar novas medidas para calcular o perímetro cefálico.

A microcefalia esteve em evidência nos últimos tempos devido ao seu aumento a possível relação com o zika vírus, porém ainda existe muito dúvida e confusão sobre o assunto. A fim de padronizar a forma como a microcefalia é avaliada, a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que todos os países adotem as mesmas medidas.

A medida do perímetro cefálico deve ser diferente para meninas e meninos, garantindo que assim a doença possa ser detectada com maior precisão. No caso das meninas o indicado é a microcefalia seja válido para casos menores ou iguais a 31,5 centímetros e para meninos abaixo de 31,9 centímetros. Essas medidas são válidas para crianças nascidas com 37 semanas ou mais.

Essa medição deve seguir uma padrão e ser realizada entre as 24 horas e primeira semana após o nascimento para garantir que todos utilizem a mesma regra. Essas novas orientações já estão sendo adotados pelo Ministério da Saúde e pelas secretarias municipais e estaduais.

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A microcefalia em bebês prematuros

Os bebês prematuros terão também uma nova forma de acompanhamento e nesse caso é preciso considerar a idade gestacional para adequar as medidas. Anteriormente era adotada a curva de Fenton, porém com as novas orientações deve-se começar a usar a tabela de InterGrowth.

Nesse caso a primeira medição deve ocorrer logo após o parto e caso já seja detectada alguma irregularidade, devem ser realizados exames complementares como ultrassonografia transfontanela e tomografiapara se ter uma confirmação.

As mudanças em relação a microcefalia

O Brasil sempre teve registros de casos de microcefalia, porém esses números sempre foram considerados dentro do padrão. Porém, em outubro de 2015 se observou um aumento no número de casos, principalmente na região nordeste do país o que deixou o Ministério da Saúde em alerta.

Em um primeiro momento se adotou a medida de 33 centímetros para todos os recém-nascidos, mas após análise de alguns casos essa foi reduzida para 32 centímetros. Agora a nova recomendação da OMS foi muito bem aceita, uma vez que visa padronizar essa medidas com base em estudos científicos e com embasamento técnico.

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Como existe uma grande suspeita que o aumento de casos de microcefalia esteja diretamente relacionado ao zika vírus, desde o dia 18 de 2016 todos os casos identificados da doenças devem ser notificados. No caso de gestantes essa notificação deve ocorrer mesmo que seja apenas uma suspeita.

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