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Psicoterapia para depressão nos Planos de Saúde

A depressão é uma doença que acompanha a humanidade ao longo da história. Caracteriza-se pelos sintomas:

  • Humor depressivo, ansiedade e angústia
  • Desânimo e cansaço fácil
  • Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer
  • Desinteresse e apatia
  • Sentimentos de medo, insegurança, desamparo e desespero
  • Pessimismo, ideias frequentes de culpa, baixa autoestima, doença ou morte.
depressao

Do ponto de vista clínico, já foram constatadas diversas evidências que mostram alterações químicas no cérebro das pessoas deprimidas, principalmente deficiências em relação à serotonina, noradrenalina e dopamina, que são neurotransmissores que levam impulsos nervosos para as células, além de outros processos.

O estresse por alguma situação particular, como perdas, divórcio e parto podem precipitar a depressão quando existe predisposição genética. A prevalência, ou seja, o número de casos na população atualmente está em torno de 19%, o que significa que para cada cinco pessoas no mundo, uma vai apresentar depressão em algum momento de sua vida.

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Minha avó paterna teve depressão pós-parto numa época em que os sintomas não eram levados a sério e não se tinha a ideia da importância do problema. Por falta de tratamento, a doença tornou-se crônica e ela nunca mais se recuperou, morrendo precocemente.

A depressão tornou-se um assunto recorrente na vida da sociedade atual. Todos nós estamos sujeitos a ter uma crise de depressão em algum momento de nossas vidas, de forma imprevisível. No entanto, as mulheres estão sujeitas a uma crise repentina de depressão após o parto.

Há um grande número de mulheres que apresentam certa tristeza e irritabilidade depois do parto, mesmo quando o bebê é perfeito e a família toda está feliz. Apesar de tudo estar dentro da normalidade elas são dominadas por uma melancolia que não sabem explicar. Se o sentimento desaparecer em alguns dias, não há motivo para preocupação. O que ocorre é que o organismo feminino passou por várias transformações e mudanças hormonais, que podem ter reflexos no sistema nervoso central.

Mas, naquelas mulheres em que a tristeza aparece algumas semanas depois do parto e se torna cada vez mais intensa, interferindo na execução de atividades simples do dia a dia, quando demonstra desinteresse pela realidade e pelo cuidado do bebê, há o risco de que a depressão pós-parto está instalada.

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Há uma diferença entre a tristeza pós-parto e a depressão pós-parto.

Um grande número de mulheres, de 50% a 80% apresenta certa tristeza e irritabilidade que se inicia geralmente no terceiro dia depois do parto e  dura uma semana, dez, até quinze dias e desaparece espontaneamente. A depressão pós-parto, no entanto, começa algumas semanas depois do nascimento da criança e passa a incapacitar a mulher para realizar as tarefas do dia a dia.

Se a pessoa conta apenas com o atendimento oferecido pelo SUS, dificilmente vai poder consultar um psiquiatra ou psicólogo. Os atendimentos feitos pelas equipes de atendimento ambulatorial não substituem o tratamento adequado psiquiátrico.

 

A psicoterapia na cobertura de planos de saúde

Atualmente a psicoterapia foi incluída nos planos de saúde, depois de anos de reivindicações, facilitando o acesso a esse tipo de atendimento. Apesar desse avanço, os serviços são muito limitados, com assistência na modalidade de consultório, num modelo clínico individual. Não há um trabalho multidisciplinar que atue na prevenção, tratamento e reabilitação. Sem tratamento as doenças progridem para crises e depois para a invalidez por doença mental.

A ANS – Agencia Nacional de Saúde – incluiu a autorização de 12 sessões anuais de psicoterapia nos planos de saúde. No entanto, uma pessoa em crise pode gastar as 12 sessões em semanas.

Quer sejam em 12 sessões corridas semanais, quer seja em uma sessão mensal durante um ano, essa quantidade mais parece uma amostra grátis para que o paciente continue pagando posteriormente de forma particular. Além disso, há a exigência de prescrição médica para as consultas, o que significa um ato médico interferindo na Psicologia. Tão poucas sessões podem interferir até negativamente na evolução da doença, criando uma expectativa frustrada se o paciente não pode continuar o tratamento. Nesse caso o mais justo seria que o terapeuta definisse o número necessário de sessões.

A terapia psicoterápica da depressão tem muitos resultados positivos:

  • na prevenção de doenças, pois melhora a adesão do paciente a outros tratamentos;
  • diminui o uso de remédios e o tempo de internação necessário para a recuperação em cirurgias e procedimentos.

Na maioria dos casos, o tratamento da depressão é medicamentoso. Hoje existem mais de 30 antidepressivos disponíveis no mercado farmacêutico. Alguns pacientes podem precisar de tratamento preventivo ou de manutenção, para evitar novas crises de depressão, e a psicoterapia pode oferecer uma ajuda valiosa. O tratamento terapêutico aumenta a compreensão sobre a solução de conflitos, diminuindo o impacto que o estresse provoca no indivíduo.

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