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Saiba como o desequilíbrio ambiental afeta o seu alimento

Como o uso indiscriminado de inseticidas na lavoura está acabando com as abelhas, que polinizam as plantas? Quais as consequências das mudanças climáticas na produção de hortaliças? Nossa saúde está diretamente ligada a essas questões.

Ecossistema – um frágil equilíbrio

Em um meio ambiente preservado, os ecossistemas existem e se perpetuam em equilíbrio. Há espécies interagindo entre si, todas em busca de seu alimento e da reprodução. O crescimento das populações é controlado pela própria interação entre todos e a disponibilidade de recursos e alimentos se equilibra. Quando há um número de predadores razoável, polinizadores saudáveis e vegetais que matam a fome dos herbívoros, então todos passam muito bem.

O que acontece, porém, quando começam a ocorrer muitas mortes de uma espécie? O efeito é de dominó, desequilibrando as relações e afetando todas as outras espécies, em interação na cadeia alimentar. O maior fator para que isso ocorra é a poluição. E ela foi introduzida pelo homem, não resta dúvida. Quem duvida que a poluição introduziu um grave desequilíbrio não apenas no ar, mas na agricultura e na água, afetando a sobrevivência dos organismos e dos seres humanos, com certeza precisa estudar e aprofundar seus conhecimentos.
Ecossistema – um frágil equilíbrio

O inseticida que mata a praga também mata o inseto polinizador

Os inseticidas levaram um grave fator de desequilíbrio ambiental para as áreas agrícolas. De início foram utilizados para combater as chamadas pragas agrícolas, insetos que atacam as plantações. Mas com o decorrer do uso, os inseticidas passaram a ser aplicados em doses maiores e com potência tóxica maior. Quando eles são aplicados de forma errada e sem controle, seus efeitos tornam-se destrutivos para não somente para os insetos, mas para todos os organismos vivos que com elas interagem ou delas se aproximam.

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As pragas que infestam as lavouras costumam acontecer depois que os agricultores retiram a vegetação natural de um determinado local, com a finalidade de plantar uma espécie de interesse econômico. O equilíbrio ecológico se altera, com o afastamento dos animais, insetos e plantas que ali viviam. Os que permanecem ali são os que dependem daquele cultivo para sobreviver, encontrando nesse ambiente um meio favorável para se reproduzirem descontroladamente. É a redução de biodiversidade que leva à infestação de pragas, que acaba por justificar o uso de inseticidas ou agrotóxicos.

Os inseticidas hoje utilizados controlam as pragas, mas permanecem no solo, sendo levados pelas chuvas até os mananciais ou rios que abastecem as comunidades humanas. Seu efeito é a longo prazo e a contaminação atinge o homem, outros ecossistemas e outras produções agrícolas que usam a água para a irrigação.

Os agrotóxicos exterminam as abelhas

Os agrotóxicos exterminam as abelhas

Os insetos polinizadores, como as abelhas, marimbondos, vespas, borboletas e pássaros como o beija-flor, que se alimentam do néctar das flores, são essenciais para que a reprodução das plantas aconteça. Sem eles não haveria frutos e não teríamos mais colheitas. O papel dos polinizadores é fundamental para a produção de nossos alimentos e por isso eles precisam ser protegidos.

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estudos que demonstram que 75% das culturas de alimentos do mundo dependem da polinização das abelhas para dar frutos. Há várias pesquisas demonstrando que os insetos polinizadores estão ameaçados de extinção pelo uso de agrotóxicos na agricultura. Já é fato comprovado que os inseticidas da lavoura estão acabando com as colmeias de abelhas. Este é um fato decorrente de um desequilíbrio ambiental que afeta diretamente os seres humanos.

Os agrotóxicos exterminam as abelhas

As abelhas estão sendo intoxicadas por agrotóxicos, principalmente nos estados brasileiros de Minas Gerais e São Paulo. O IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) está investigando este problema, que atinge também os países de primeiro mundo. Estudos estão sendo realizados sobre os efeitos dos inseticidas, que são suspeitos de provocar distúrbios e o colapso de colmeias. A intoxicação das abelhas impede que elas se comuniquem e que elas retornem às suas colmeias, o que faz com que o enxame morra.

Os inseticidas são aplicados nos cultivos por avião e acabam por prejudicar a ação de insetos, aves e morcegos, que ali vivem principalmente na época das floradas. O Ibama proibiu essa prática, mas muitos produtores continuam com essas aplicações.

A polinização sustenta a produção de alimentos. Cientistas de todo o mundo alertam para o fato de que o uso indiscriminado de agrotóxicos afeta os polinizadores de forma a representar uma grave ameaça à sobrevivência dos seres humanos.

Somente medidas rigorosas podem reverter essa situação. O Ministério do Meio Ambiente apenas sugere restringir a aplicação dos agrotóxicos durante a florada, o que é claramente insuficiente. Os estudos mostram que haverá redução na produção de frutas, verduras e do café, que deixará de atender ao consumo atual, caso continue o extermínio das colmeias, aves e animais como o morcego, através do uso de pesticidas, além dos efeitos das mudanças climáticas que também afetam a sua existência.

Desequilíbrios ambientais afetam a produção das hortaliças

Pesquisadores e cientistas estão prevendo que a perspectiva de aquecimento global afetará a produção das hortaliças de maneira radical.

Desequilíbrios ambientais afetam a produção das hortaliças

O encontro denominado “Efeito das mudanças climáticas na produção de hortaliças”, realizado na Embrapa, mostrou opinião dos cientistas sobre a necessidade de mais pesquisas sobre o efeito da emissão de gases de efeito estufa sobre as hortaliças, que sofrem diretamente os efeitos de fenômenos climáticos extremos, de frio e calor.

As mudanças climáticas são uma realidade e exigem atualmente ações para enfrentar suas consequências. Há atualmente uma intensa ocorrência de climas extremos, como secas, enchentes e furacões, que se tornam cada vez mais frequentes. Segundo foi discutido no encontro, as autoridades públicas precisam adotar políticas públicas diante da realidade de que a concentração de gases de efeito estufa está cada vez maior na atmosfera, como consequência da atividade humana.

A expansão da agricultura e da pecuária no Cerrado, por exemplo, precisa ser avaliada e controlada, porque contribui para o aumento dos gases de efeito estufa, principalmente N2O, que é 300 vezes mais gerador de efeito estufa do que o CO2.

Na reunião foram apresentados trabalhos sobre as consequências das mudanças climáticas nas diversas regiões brasileiras. A previsão, de acordo como o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) é de que até o final do século haja ocorrências de chuvas e altas temperaturas de forma crescente e aumento da seca no verão. De acordo com essas previsões, haverá mais seca e calor no Nordeste, aumento de chuvas e calor no sul e Sudeste, e extremos de chuva e seca no Norte, Centro-Oeste, onde se localizam os biomas do Cerrado e do Pantanal.

Desequilíbrios ambientais afetam a produção das hortaliças

As mudanças climáticas, segundo a pesquisadora Raquel Ghini, não são sazonais mas uma realidade que está em toda parte. O aumento da concentração de Dióxido de Carbono (CO2) na atmosfera, um dos principais fatores do efeito estufa, vem sendo observado em todas as medições feitas a partir da década de 70 até hoje. Isso afeta todos os seres vivos do planeta. As pesquisas com hortaliças podem garantir a continuidade de sua produção, entretanto os custos de produção vão aumentar bastante. Isto quer dizer que os legumes e verduras que conseguirem ser obtidos estarão bem mais caros.

A Embrapa também trabalha com a produção de hortaliças mais resistentes. Jáse sabe que alguns cultivos terão que migrar para regiões mais frias, como será o caso da batata e alface. O tomate é muito vulnerável e poderá sofrer prejuízo em todas as suas fases de produção, desde a plantação, colheita e transporte até o consumidor, o que levará a preços muito mais altos.

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