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Sistemas de saúde universais e privados – o SUS e o sistema de saúde inglês e americano

Sistemas de saúde universais e privados – o SUS e o sistema de saúde inglês e americanoO SUS oferece tecnologia de ponta, mas o acesso reflete as desigualdades do país. Soluções tecnológicas podem diminuir as dificuldades de acesso à saúde? Fórum Tecnologia e Acesso à Saúde discutiu os problemas do sistema.

– O SUS investiu em tecnologia médica mesmo com orçamento limitado

– Desafio: a maioria das pessoas que procura um hospital e precisa de cuidados médicos constantes são idosas, porque o envelhecimento crescente da população  vem acompanhado de complexos problemas médicos. Os idosos precisam do melhor cuidado e assistência.

– Os gastos com sistema universal de saúde no Brasil dão a falsa impressão de que são altos. Na verdade os gastos são proporcionalmente baixos

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– O gasto público corresponde a 4,7% do PIB. O gasto total 9,7%.

– Países europeus têm gasto por habitante de 7 a 8 vezes maior

– O orçamento para o sistema precisa ser de pelo menos 10% do PIB

Pontos positivos do SUS

– No SUS – a ampliação do uso da tecnologia vem beneficiando a diferentes classes sociais, rara exceção entre os países.

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– O sistema público de saúde atende a democracia e a justiça social e deve ser fortalecido

Dificuldades do sistema de saúde brasileiro

Desigualdades regionais – um dos problemas graves

– em São Paulo – 44% da população tem um plano de saúde privado;

– nos estados do Norte e do Nordeste a proporção é de 7%;

– profissionais da saúde saem das regiões mais pobres para se estabelecerem nos grandes centros;

– estados do Norte e Nordeste tem menor número de mão de obra qualificada;

– as tecnologias disponíveis há mais de dez anos ainda não são utilizadas adequadamente;

– É preciso melhorar a formação dos profissionais de saúde, buscar a integração dos serviços e atualizar as normas do sistema;

– O sistema precisa ser sustentável e considerar variáveis como meio ambiente, contexto social e econômico.

Sistemas de saúde universais e privados – o SUS e o sistema de saúde inglês e americano

Tradução: Contexto social – Sistema de saúde sustentável – Meio ambiente – Contexto Econômico

Soluções podem ser:

– projeto de reorganização do SUS

– aumento criterioso do orçamento para o sistema de saúde

– parcerias entre hospitais públicos e privados – hospitais de referência já adotam, como o Albert Einstein e o Sírio Libanês, ambos em São Paulo.

– mais investimento em centros médicos de alta complexidade, com a democratização e descentralização do atendimento, em todo o Brasil e para maior número de pacientes.

Exemplos positivos –

SUS do Rio de Janeiro

– inaugurados 4 hospitais e 1 centro de diagnóstico por imagem.

– Instituto do Cérebro, centro de referência em cirurgias cerebrais de alta complexidade, em que 30% tem plano de saúde particular mas optam pelo SUS

– Instituto do Cérebro – 20 mil atendimentos, 40 mil exames e 2 mil cirurgias – 44 leitos disponíveis para pacientes do SUS – aparelhos de ressonância magnética e tractografia e ultrassom.

– Hospital da Criança – segundo maior hospital para transplantes de rins do Brasil

– Hospital da Mulher, em São João de Meriti, referência no setor.

Sistema de saúde na Inglaterra – universal e eficaz

Sistemas de saúde universais e privados – o SUS e o sistema de saúde inglês e americano

Tradução: Sistema de Saúde do Reino Unido

– Ministro da Saúde do Reino Unido declarou –  é possível manter um sistema de saúde gratuito mesmo diante da crise financeira e do envelhecimento da população.

– No Reino Unido – serviço de saúde atende estrangeiros, imigrantes ilegais, ricos e pobres.

– Há 63 anos, o National Health System (NHS), que inspirou o SUS (Sistema Único de Saúde) no Brasil, é um modelo eficaz.

– O sistema britânico também enfrenta desafios e o momento está exigindo adaptação das políticas de saúde diante das mudanças que ocorrem com a população.

– há uma diferença de dez anos na taxa de mortalidade entre pessoas que moram em bairros pobres de Londres e os que moram em bairros mais ricos. –  – fatores socioeconômicos têm impactos na saúde da população, diz o ministro da Saúde, Simon Burns.

– O serviço de saúde britânico enfrenta o crescimento da população e o aumento da idade média. O sistema responde a esses desafios, incorporando novas tecnologias e aumento o orçamento farmacêutico, para oferecer remédios novos.

Corte de gastos públicos não afeta o setor da saúde

– o governo está cortando gastos públicos, por causa da situação econômica, mas está comprometido a não cortar o orçamento destinado à saúde.

– Corte das deficiências do sistema e reinvestimento em serviços de ponta.

– Em 2014 foram economizados 4,3 bilhões de libras, através de um projeto organizacional.

Há muitas experiências positivas no setor da saúde.

Brasil e a Inglaterra estabeleceram um acordo para cooperação na área da saúde, para troca de experiências quanto a práticas e estratégias para encarar o envelhecimento da população.

– Novas estratégias estão sendo adotadas na área da saúde – a saúde pública é um todo que envolve habitação, educação e alimentação. A redução da desigualdade social passou a ser uma política adotada através de lei. Todos os aspectos têm que ser melhorados e os governos locais precisam colaborar.

Sistema de Saúde nos Estados Unidos (colocar bandeira e a imagem da Casa Branca)

– O governo de Barack Obama teve como seu maior desafio encarar os efeitos da crise econômica mundial. A reforma da saúde foi a principal das políticas sociais que Obama estabeleceu.

– Crise econômica produziu um número maior de desempregados – pessoas sem a assistência de um plano de saúde.

– Empregadores eliminaram o benefício de seus funcionários para reduzir seus gastos. 

Em junho de 2015 o Supremo Tribunal dos Estados Unidos finalmente aprovou a reforma do sistema de saúde, conhecida como “Obamacare”, adotada pelo presidente Barack Obama. Após o período em que o sistema provou ser eficaz, os juízes aprovaram a lei. O partido republicano vinha fazendo dura oposição ao projeto, por pregar que ele representa uma intervenção exagerada do Estado no setor da saúde.

O objetivo da lei – é o de oferecer um plano de saúde a quem antes não tinha nenhum.

– o projeto beneficia mais gente do que o esperado: são cerca de 15 milhões de americanos agora beneficiados. O Seguro de Saúde, subsidiado pelo governo federal, reduz o custo de um plano em 72%;

– Até agora são 16 estados, com o sistema de apoio em funcionamento;

– A cobertura de saúde se estende às pessoas sem seguros de saúde, mas que estão cobertos pelas empresas;

– Trabalhadores autônomos podem ter uma cobertura de saúde.

O que é a lei Obamacare ou Affordable Care Act – ACA

– Todo cidadão estadunidense deve ter um plano de saúde privado;

– Os que não puderem pagar podem receber subsídios do governo;

– Jovens até 26 anos podem permanecer dependentes do plano de saúde de seus pais;

– Os planos de saúde devem oferecer exames preventivos, como a mamografia, de forma gratuita;

– Ampliação e melhor qualidade dos serviços oferecidos pelo antigo Medicaid;

– As seguradoras não podem negar a inclusão de pessoas que tiverem doenças preexistentes.

LINK: SILVA, Júlio César Lázaro Da. “Reforma do Sistema de Saúde nos Estados Unidos”; Brasil Escola. Disponível em <http://www.brasilescola.com/geografia/reforma-sistema-saude-nos-estados-unidos.htm>. Acesso em 31 de agosto de 2015.

Sistemas de saúde universais e privados – o SUS e o sistema de saúde inglês e americano

ACA ou Obamacare – A lei está em seu segundo ano de plena vigência. Como ela está se saindo?

– melhor do que muitos pensam;

– muitos dos que ainda não têm o seguro estão nessa situação porque os respectivos Governos estaduais se negaram a permitir que o Governo federal os inscreva;

– Dar cobertura a todos os cidadãos não era a intenção da lei. Os imigrantes sem documentação não podem se beneficiar;

– Qualidade da assistência – os planos mais baratos são imensamente melhores do que a ausência de uma cobertura ou do que os planos privados que incompletos, que agora são ilegais;

– Agora os que têm um plano de saúde ficam menos sujeitos a inadimplência por causa de problemas de saúde;

– O custo das mensalidades ficou abaixo do previsto. Em 2014 os aumentos foram de apenas 2%.

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