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Planos de saúde empresariais: como a família Silva constituiu uma empresa para pagar menos no plano?

planos de saúde empresariais
Este artigo apresenta as principais vantagens sobre o PME.  Agora você pode também contratar planos de saúde empresariais acessíveis a partir de três vidas, adequado a pequenas e médias empresas familiares. 

A família Silva é igual a milhares de outras Brasil afora com quatro integrantes: pai, mãe, dois filhos adolescentes. O ano de 2011 foi difícil para eles, um ano em que a mãe teve sucessivos problemas de sinusite, um dos filhos quebrou a clavícula no judô e o outro o pé no futebol, para completar, já fim do ano, o pai teve que retirar a vesícula. A família Silva se auto constituiu como uma pequena empresa e possuí um plano de saúde empresarial. No ano seguinte, 2012, o reajuste do plano foi de 130%.

Se tivessem um plano de saúde familiar, o índice máximo de reajuste seria fixado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O último percentual divulgado, válido para o período compreendido entre maio/2012 e abril/2013 foi de 7.93%. Para planos individuais/familiares que atendem a 8 milhões de brasileiros ou 17% dos consumidores de planos suplementar de assistência médica no País o teto é esse. A outra hipótese de reajuste é por mudança de faixa etária pré-definida em contrato. Cada faixa etária possui um perfil médio de utilização dos serviços de saúde, quanto mais envelhecido é o usuário, maior é o uso. A lógica, na linguagem dos seguros é a da sinistralidade: quanto maior a sinistralidade, mais alto é o custo.

A ANS não define um percentual máximo de reajuste para os planos coletivos e planos de saúde empresariais que representam cerca de 80% dos usuários de planos de saúde no país, por entender que se trata de uma relação entre pessoas jurídicas que têm poder de barganha e negociação, o que não acontece com o usuário individual. Além disso, segundo a ANS, planos empresariais com mais de 30 consumidores não exige prazo de carência, possibilitando ao usuário migrar para outra operadora que apresentar mensalidade menor ou que ofereça condições mais satisfatórias. De acordo com Roberto Beijato, diretor comercial da PlanosOnline braço de varejo da Victory Saúde, muitas empresas denominadas PME (Pequenas e Médias Empresas) são na verdade estruturas familiares como a da família Silva ou empresas individuais onde o pai, por exemplo, contrata o plano de saúde para mulher e dois filhos. Essas PME, de até 29 vidas, representam, ainda segundo Beijado, 90% dos negócios do varejo de planos e seguros de saúde empresarial. “Uma nova NR [norma regulatória] que está entrando em vigor em 2013 determina que todas as operadoras devem unir esse contingente e repassar a sinistralidade pelo pool de risco para apuração do reajuste anual de contratos coletivos com menos de 30 beneficiários.” Isto é, a família Silva não pagaria tanto pela sua alta sinistralidade, mas as outras PME da mesma operadora, até aquelas não usaram uma única vez o plano no ano anterior, pagariam mais. O que é calculado, explica Beijato, é a sinistralidade da carteira da operadora e isso tende a puxar os preços para baixo. “Os planos empresariais tendem a ficar mais interessante a partir de agora.” O que aconteceu com a família Silva tende a não acontecer mais porque quanto maior a massa, mais o risco está diluído.

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Os planos antigos, antes dessa resolução entrar em vigor continuam a serem calculados individualmente por sinistralidade desde que o usuário manifeste que deseja essa modalidade de reajuste, mas Beijato alerta que não é a melhor opção, porque, ninguém está livre de imprevistos e de uma alta sinistralidade. “Eu não faria isso na minha empresa, porque haverá reajuste, mas nunca muito significativo, a não ser em caso de um boom de utilização de toda a carteira. E, historicamente, isso não acontece.”

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Victory Saúde: Prêmio Top of Mind Estadão de RH 2012

Roberto Beijato é especialista no assunto. A Victory Saúde é uma empresa especializada em gestão da saúde corporativa como benefício, auxilia gestores de recursos humanos a decidirem a melhor opção para cuidar da saúde de seus funcionários e faz a gestão dessa carteira. Fundada no ano 2000 possui grandes empresas entre seus clientes e uma carteira de 350 mil vidas empresariais. Recentemente, a empresa sentiu a necessidade de construir um portal, um site onde o dono da empresa ou o administrador entra lá e faz uma simulação entres as opções de planos de saúde em função do que já possui, pode comparar hospitais, acomodações. “O site PlanosOnline é voltado para o usuário final e, ao contrário, de uma consulta com um corretor, o site é totalmente isento de interesses comerciais. O usuário pode definir o quanto quer pagar por mês e o sistema mostra as opções.” O usuário também define se quer e de que forma vai receber o contato do corretor/consultor, se por e-mail, telefone ou chat on-line para dirimir dúvidas. A Victory Saúde trabalha com todas as operadoras de saúde do Brasil, das mais caras e elitizadas até as mais simples.

Planos coletivos

Há três grandes grupos entre as operadoras de saúde: as seguradoras que não trabalham com planos individuais ou familiares e não possuem rede própria de hospitais, esses são os seguros-saúde e são mais caros exatamente por não possuir rede própria, tudo é terceirizado, os usuários pagam as consultas e recebem reembolso da seguradora. Há as empresas de medicina de grupo, em geral, formada por médicos e possui rede própria de hospitais. Como a rede é própria os custos são mais baixos, os médicos nas unidades próprias são funcionários das operadoras. E as Unimed, as cooperativas médicas. As cooperativas são independentes e os médicos são cooperados e também possuem rede própria.

Há dois tipos de planos coletivos: os planos de saúde empresariais, que prestam assistência à saúde dos funcionários com vínculo empregatício da empresa; e os coletivos por adesão, que são contratados por pessoas jurídicas de caráter profissional, classista ou setorial, como conselhos, sindicatos e associações profissionais.

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O consumidor deve tomar alguns cuidados antes de contratar qualquer serviço, plano de saúde individual, familiar ou coletivo não são exceções. Há vantagens no plano empresarial como não exigir carência. Segundo Roberto Beijato a outra vantagem é que, no mínimo, 30% mais barato do que o individual e o familiar. “As operadoras estão fugindo dos planos individuais exatamente porque a ANS não prevê reajuste por sinistralidade que no grupo estará diluído.”

Os planos coletivos também podem ter características diferentes para cada empresa, isso porque nem sempre existe um padrão de comercialização pelas operadoras quando se trata das grandes empresas. Esse caso é válido para as empresas de grande porte e que tem necessidades especificas.

Para as demais se tem uma grande variedade de planos dentro de uma mesma operadora e as coberturas podem se diferenciar, afinal quem vai decidir o que será ofertado é a empresa. os planos podem incluir apenas atendimento ambulatorial que inclui consultas e exames, atendimento hospitalar que contempla internações, obstetrícia que vai contemplar o pré-natal e parto. Se preferir é possível contratar todas essas modalidades juntas, fazendo com que a empresa ofereça um plano completo as pessoas do grupo.

Abrindo uma empresa

Naturalmente, abrir uma empresa tem custos, além da burocracia. Segundo o estudo “Quanto custa abrir uma empresa no Brasil”, divulgado pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), o custo médio para abrir uma empresa no Brasil é de R$ 2.038. Esse valor varia mais de 250% entre os estados brasileiros. Se o objetivo for apenas ter um CNPJ é possível se integrar ao Simples – Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. No Simples as empresas tem um regime tributário diferenciado e simplificado aplicável às pessoas jurídicas consideradas como Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) e os impostos são mais baratos.

Porém, é muito importante lembrar que a abertura de uma empresa não deve ser única e exclusivamente para aderir a planos de saúde empresariais. Isso seria um erro uma vez que ela vai gerar encargos e outras tributações.

O correto seria utilizar a empresa já existente para daí sim, adquirir um plano empresas e se for o caso incluir os familiares para pagar menos. Lembrando que os reajustes nesse caso não são determinados pela a ANS, sendo preciso verificar que quando ele ocorrer continua sendo vantajoso permanecer com o plano ou troca de operadora.

Se está em dúvida de quanto custa um plano empresarial e um familiar é possível solicitar a cotação, bastando preencher o formulário aqui no site Planodesaúde.net. Dessa forma, um corretor entrará em contato para esclarecer as suas dúvidas sobre planos de saúde empresariais.

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3 Comentários

Glena Rosario

Olá,

Gostaria de uma informação.
Minha família paga um plano de saúde há 10 anos. Meus pais estão desempregados, porém temos um pequeno comércio (alugado e não temos muito lucro) e tivemos informação de que podemos ter um CNPJ ( principalmente para aposentadoria dos meus pais) e passar do plano de saúde individual para plano empresarial. O que vamos precisar pagar para ter o CNPJ e pode ser feita essa mudança para plano empresarial?

Obrigada!

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Sanaira Silveira

Olá Glena,

Obrigada por comentar no planodesaude.net,
Caso você tenha interesse em fazer uma cotação de plano de saúde, visite nosso site e preencha o formulário para que um de nossos vendedores entre em contato com você.

Abraço

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LUIZ WALTER

Os atrativos para empresas que optarem por plano de saúde para seus colaboradores são muitos, pois tornam a empresa mais atrativa na contratação de mão de obra, além da dedução do imposto de renda e demais incentivos fiscais.

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