Veja por que a agroecologia é importante para sua saúde

A agroecologia nasceu da preocupação com a preservação ambiental e a qualidade da alimentação. Inclui a sustentabilidade econômica dos cultivos, uma vida melhor para os agricultores e muitos benefícios para a nossa saúde.

Em muitos locais, a produção agrícola pode ser observada como um conjunto de práticas que desrespeitam a natureza, provocando um grande desequilíbrio ecológico.

Isso pode ser notado no uso incorreto e excessivo de pesticidas, no esgotamento do solo, em produtos agrícolas de baixo teor de nutrientes, o que prejudica a nossa saúde.

Veja por que a agroecologia é importante para sua saúde

A agroecologia é sistema de produção agrícola sustentável, que considera o ecossistema agrário, incluindo a vegetação nativa, as plantas que podem ser cultivadas, o tipo de solo, a qualidade da água e a saúde dos animais.

O resultado pode ser observado nos benefícios para os seres humanos e para o meio ambiente onde é praticada.

Agroecologia, o que é?

A agroecologia vem se consolidando como um conjunto de princípios, conceitos, métodos e normas que permitem o estudo e o manejo consciente de sistemas naturais para a produção de alimentos.

O sistema é de tal forma integrado, que possibilita manter uma dependência mínima de insumos externos, como adubos e pesticidas químicos, utilizando ao máximo os próprios recursos naturais.

Agroecologia, o que é?

Imagem: Grupogeparnufrn

A agroecologia se desenvolveu a partir do estudo dos ecossistemas, especificamente no meio ambiente da produção agrícola.

Obedece, portanto, a uma base agroecológica, em que a produção vegetal e animal estão integradas, levando sempre em conta que não devem existir desperdícios no sistema produtivo.

Quando os sistemas ecológicos estão adaptados à produção de alimentos, são usados vários tipos de manejo que minimizam os impactos da produção no equilíbrio biológico e químico do solo.

Muitas informações podem ser encontradas sobre esse assunto na página da Embrapa, cujo endereço é www.cnpab.embrapa.br.

O cultivo sustentável de alimentos

A agroecologia busca a sustentabilidade, desde a proteção ambiental, o crescimento econômico e a inclusão social.

Só é possível ter sustentabilidade na agricultura quando se tem controle sobre a produção, em todas as suas etapas, antes da colheita, durante e depois da colheita.

Com gestão adequada e o auxílio de tecnologia, é possível aumentar a produtividade dos cultivos sem causar impactos negativos no meio ambiente, ou ao menos eles serão muito reduzidos.

O cultivo sustentável de alimentos

Imagem: Emater

Benefícios para o meio ambiente

Quando se adota uma base agroecológica no cultivo, se elimina os insumos químicos, que são caros, além de produzir vários tipos de intoxicação no homem, nos animais, poluindo o solo e a água.

Seus efeitos negativos nem sempre se manifestam a curto prazo, mas ao longo do tempo, quando se concentra nas células.

As regiões de maior produção de verduras e legumes, dentro da agricultura convencional, tanto no Estado do Rio de Janeiro, como em São Paulo, estão em localidades inseridas no meio ambiente da Mata Atlântica, que é extremamente sensível e que é altamente prejudicado pela utilização de agrotóxicos e outros recursos industrializados.

Os efeitos dessa agricultura convencional é a poluição do solo e da água, o que afeta a saúde humana, a fauna e a flora dessa região.

É preciso ressaltar a importância da preservação da Mata Atlântica, declarada pela Unesco Reserva da Biosfera do planeta.

Benefícios para o meio ambiente

Imagem: Caipirismo

Agroecologia e o trabalhador rural

A agroecologia traz a valorização do trabalhador rural como um dos seus benefícios. São pessoas que conhecem as boas práticas de cultivo tradicional bem sucedido, anterior à agricultura convencional de larga escala.

Seus conhecimentos são valorizados e esses trabalhadores ganham boas condições de trabalho para continuar a viver no campo.

A agroecologia se propõe a unir o conhecimento tradicional do trabalhador rural com novas técnicas, para a conquista de resultados mais satisfatórios para o agronegócio.

Um dos notáveis efeitos é o benefício para a saúde do trabalhador rural e de sua família. Isto porque é minimizado ou eliminado o efeito prejudicial do uso de agrotóxicos para a saúde dos agricultores que os aplicam e para as famílias que residem próximas às plantações.

A produção em bases agroecológicas, com a integração da produção animal e à vegetal, aumenta a renda do produtor, diminuindo a dependência da compra de insumos externos.

Além da produção vegetal existe a produção da proteína animal, para a sua alimentação e de sua família, ainda com a possibilidade de vender o excedente.

Agroecologia e o trabalhador rural

Imagem: Close

Quais os princípios da agroecologia?

De acordo com o conceito técnico, na agroecologia é preciso que o ambiente esteja isento de contaminantes.

A área onde já se praticou a agricultura convencional dever passar por um período de descontaminação, um período de descanso, para que todos os resíduos tóxicos sejam eliminados.

Os que querem adotar a agroecologia devem visitar núcleos de produção orgânica, para observar as técnicas de plantio e manejo.

Dificuldades do pequeno agricultor

Para o sucesso da produção agroecológica é preciso pensar não somente a produção dentro de uma escala mínima, que garanta uma renda mínima que sustente a atividade.

Além disso, é preciso que o escoamento da produção seja possível e planejado. Se a unidade de produção for muito pequena, não haverá escala para que ela se sustente economicamente.

O ideal é que o produtor consiga escoar seu produto diretamente para o mercado consumidor, evitando que seja explorado por intermediários e assim, valorizando seu produto.

A dificuldade acontece porque as propriedades, muitas vezes, se localizam em locais afastados dos centros urbanos consumidores, o que coloca dificuldades de transporte. Essa dificuldade costuma ser solucionada através do associativismo ou cooperativismo.

Dificuldades do pequeno agricultor

Imagem: Ufsj

Consumo de produtos orgânicos atualmente

Os produtos orgânicos são consumidos por um mercado que é formado por consumidores que valorizam os conceitos de saúde, ligados às condições ambientais e sociais.

Ainda é uma parcela pequena do mercado total convencional, mas ganha cada vez mais espaço na economia mundial, crescendo cerca de 20% ao ano, em países desenvolvidos e em desenvolvimento, segundo a ONU.

No Brasil, ainda uma pequena parcela da população tem acesso aos produtos orgânicos, porque os preços são mais elevados, mas também por falta de informação sobre suas vantagens para a saúde.

Para aumentar o consumo de orgânicos no Brasil

É importante o esclarecimento das pessoas para que saibam o que é um produto orgânico. Há uma desinformação sobre o significado da agricultura orgânica, que é confundida com hidropônica e natural.

Os produtos orgânicos são benéficos para a saúde, mas também trazem vantagens sociais e ambientais.

Hoje, quando se fala em qualidade de vida e do meio ambiente, os produtos orgânicos são necessariamente incluídos.

O debate sobre sua importância deve ser incentivado, para que o consumidor adote a atitude individual de promover o aumento do consumo dos produtos orgânicos.

Afinal, para muitas pessoas, a alimentação de qualidade ainda não é uma prioridade na lista de compras mensais, onde outros itens caros e supérfluos acabam por ocupar mais espaço.

No entanto, a responsabilidade sobre o aumento da qualidade da alimentação para que a sociedade tenha uma melhor saúde não deve ficar restrita à esfera individual, mas deve ser uma atitude coletiva, de mudança de mentalidade, com informação e apoio do poder público, para que políticas sejam adotadas que valorizem os métodos de produção agroecológicos, que são benéficos para a saúde, para o meio ambiente e para um melhor padrão de vida dos produtores rurais.

Plano de saúde cobre labioplastia?

Há alguns procedimentos que os planos de saúde cobrem obrigatoriamente, e outros que não. Essa dúvida, sobre quais são os procedimentos que estão dentro do plano de saúde, é recorrente. Muitas pessoas não sabem se o plano de saúde cobre labioplastia, por exemplo.

A labioplastia é uma cirurgia íntima feminina, que serve para corrigir pequenas imperfeições estéticas da genitália da mulher.

É bastante procurada no Brasil por esse público, e vem ganhando cada vez mais adeptas.

Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), apenas em 2016 o Brasil realizou 23.155 procedimentos deste tipo nas mulheres.

Porém, antes de fazer a labioplastia, é necessário que a paciente tenha em mente certas questões, que muitas vezes acabam confundindo-se entre o publico geral.

A principal delas é que a não altera a atividade sexual. Nem para a pior,  nem com a melhora deste desempenho.

Plano de saúde cobre labioplastia?

Plano de saúde cobre labioplastia?

A labioplastia é uma cirurgia estética. Ou seja, tem como único objetivo alterar o visual da região íntima feminina.

Os planos de saúde não são obrigados a cobrir s estéticos. Então, na maioria dos casos, os planos de saúde não cobrirão a labioplastia.

Essa é uma determinação da Agência Nacional de Saúde (ANS), que lista os procedimentos obrigatórios em seu Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.

As cirurgias estéticas somente são obrigatórias quando estão ligadas a um problema de saúde, como a colocação de próteses de silicone após a masectomia, ou a retirada do excedente de pele em pacientes que são obesos mórbidos e realizaram a cirurgia de redução de estômago.

Não significa, porém, que nenhum plano cubra a operação. Na verdade, a cobertura ou não desse procedimento varia de acordo com a empresa.

Como as operadoras não são proibidas de oferecerem esse tipo de serviço, elas podem incluir o item em suas coberturas, ficando a seu critério.

Quando deseja realizar a operação, é indicado que a mulher procure um plano que possua esse “extra” em sua assistência.

Sempre há a possibilidade de negociação com a operadora, para a inclusiva dessa cobertura, mas este processo costuma ser mais trabalhoso do que adquirir plano específico.

Cirurgias estéticas da região íntima também estão disponíveis para os homens, e seguem a mesma lógica.

Elas precisam aparecer como cobertura extra no plano, já que não têm objetivo de cuidado com a saúde.

No caso deste público, são comuns operações como para a correção da curvatura do pênis e a recuperação do tamanho do órgão genital. As vantagens de cada cirurgia devem ser avaliadas por paciente.

Vale a pena fazer a labioplastia?

Saber se vale a pena ou não fazer a labioplastia é uma questão que depende apenas da paciente.

Isso varia de acordo com o seu bem-estar e o quanto a correção a ser feita a incomoda. Para algumas mulheres, por exemplo, a intervenção na região íntima pode tornar o uso de roupas justas ou de banho mais confortável.

Inclusive porque, elas consideram o “volume exagerado” na região visualmente incômodo.

A cirurgia não afetará a saúde da paciente, servindo apenas para corrigir algo que incomoda a mulher em seu próprio corpo.

Neste aspecto, é possível comparar a operação com procedimentos como a  aplicação de botox ou uma cirurgia plástica no rosto.

É importante lembrar que, assim como em qualquer outra cirurgia, existem riscos na operação, mesmo que pequenos.

Esses riscos também devem ser analisados para a melhor decisão pela mulher. Ainda é fundamental contar com a orientação de um bom especialista, que poderá avaliar os possíveis resultados e as vantagens da operação.

Quando a labioplastia é indicada?

Também chamada de ninfoplastia, a cirurgia de labioplastia é indicada quando há uma grande diferenciação entre os pequenos e grandes lábios vaginais.

Ela é mais comum para pacientes em que os pequenos lábios vaginais são maiores do que os grandes lábios.

Essa diferença de tamanho pode provocar incômodos estéticos à mulher, e até causar desconfortos no dia a dia, com o uso de roupas justas e, especialmente, durante a prática sexual.

Além de reduzir os pequenos lábios vaginais, esse tipo de cirurgia pode eliminar zonas de pigmentação escuras na região pélvica.

Muitas vezes, a técnica também é usada para remover o excesso de pele ao redor do clitóris feminino, o que pode favorecer o prazer sexual.

Para o procedimento, é aplicada apenas anestesia local. A internação da mulher é feita por algumas horas, e sua recuperação completa geralmente demora 30 dias.

A técnica não é indicada para mulheres grávidas, nem para menores de 18 anos. Pessoas com diabetes, hipertensão ou insuficiência cardíaca precisam avaliar a possibilidade da operação com o médico.

Sabendo se o plano de saúde cobre labioplastia, fica mais fácil avaliar se o investimento vale ou não a pena.

Entre em contato com o seu plano e verifique essa possibilidade de cirurgia! Você também pode compartilhar esse post com suas amigas, para que elas  considerem o assunto com um pouco mais de conhecimento.

O que o plano de saúde Unimed cobre?

O plano de saúde Unimed cobre consultas, exames e cirurgias. Mas os vários tipos de procedimentos médicos não são oferecidos a todos os consumidores. Saiba no texto o porquê!

Uma dúvida bastante comum é o que o plano de saúde Unimed cobre. Isso porque, existem diferentes opções de planos e segmentações, cada um com coberturas variadas.

A Unimed atua de forma descentralizada, e em cada região do País também é possível encontrar um plano diferente e com valores correspondentes às suas coberturas.

Tudo para que os usuários de cada área recebam a assistência adequada à sua realidade.

Em todo o caso, é importante destacar que existem coberturas que são obrigatórias a qualquer operadora. Outras ficam a cargo de quem está vendendo o serviço, sendo opcionais.

O que o plano de saúde Unimed cobre?

Mas, afinal, o que o plano de saúde Unimed cobre?

Quem cria as regras para as operadoras de plano de saúde é a Agência Nacional de saúde Suplementar (ANS).

É ela que determina também quais são as coberturas mínimas que deverão ser oferecidas ao consumidor.

As coberturas mínimas e obrigatórias de um plano aparecem no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.

Elas podem sofrer alterações sempre que a agência entender que é necessário, atualizando a lista com novas técnicas.

É por isso, aliás, que o número de procedimentos cobertos pelos planos só vem aumentando ao longo dos anos.

Outro ponto de atenção sobre a cobertura do plano é a segmentação assistencial contratada. Cada segmentação possui um Rol “específico” de cobertura mínima.

Por exemplo: quem possui um plano ambulatorial não tem direito a internações hospitalares superiores a 12 horas.

A internação é um serviço listado no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, mas só faz parte do Rol “específico” dos planos hospitalares e de referência.

As segmentações do plano de saúde

Um plano de segmentação Ambulatorial permite também a realização de consultas médicas, exames, tratamentos e outros procedimentos ambulatoriais.

Procedimentos ambulatoriais são os realizados em consultório ou ambulatório, sem a necessidade de internação prolongada.

Já planos hospitalares permitem exames, consultas, tratamentos e internação pelo tempo indicado pelo médico.

Um plano hospitalar pode ou não ter atendimento Obstetrício. Apenas o plano com obstetrícia realiza partos.

No caso do plano Referencial, o consumidor obtém acesso à assistência ambulatorial e hospitalar com obstetrícia.

Quando uma internação é necessária, o beneficiário é acomodado em enfermaria. A enfermaria é um quarto compartilhado, geralmente entre pacientes do mesmo sexo.

Nos planos hospitalares, é possível fazer contrato com acomodação em enfermaria ou em apartamento particular.

Quem deseja cuidar da sua saúde bucal ainda pode contratar um plano de segmentação odontológica. Todas as segmentações podem ser combinadas, para a criação de uma assistência mais completa.

Os procedimentos cobertos normalmente estão relacionados à preservação da saúde. Sendo assim, procedimentos estéticos, como cirurgias plásticas, não costumam ser contemplados pelo plano de saúde.

A menos que o tratamento estético esteja diretamente ligado ao bem-estar do organismo do paciente.

A mamoplastia, por exemplo, é uma cirurgia plástica, mas geralmente faz parte do tratamento em saúde contra o câncer de mama.

Você poderá verificar a cobertura de planos de saúde disponibilizada no site da ANS.

É só selecionar o tipo de atendimento que está procurando e se certificar de que ele faz parte das coberturas obrigatórias.

Todos os procedimentos indicados como parte da segmentação deverão ser cobertos.

Caso a empresa de saúde se negue a oferecer o serviço, o consumidor pode realizar uma reclamação na ANS.

Negativas prolongadas dão ao usuário a possibilidade de exigência do cumprimento por vias jurídicas.

É possível ter mais coberturas do que o determinado pela ANS?

A Unimed pode, sim, optar por disponibilizar coberturas extras a seus beneficiários. Essa, aliás, é uma prática bastante comum, um modo que a empresa encontrou de fidelizar os seus usuários.

Como a Unimed possui diferentes planos, os mais básicos costumam contemplar apenas os procedimentos obrigatórios.

Porém, como existem clientes com diferentes necessidades, a operadora acaba incluindo outras coberturas em outros planos, ampliando o seu atendimento.

De qualquer forma, um plano de saúde Unimed que cobre esses procedimentos adicionais costuma ter custo mais elevado.

Por isso, é fundamental avaliar o que realmente é necessário para sua saúde, e contratar apenas coberturas que façam sentido ao seu caso.

Lembre-se, ainda, que todo plano de saúde possui um período de carência. A carência é o intervalo entre a assinatura do contrato e a data em que é possível começar a utilizar a assistência.

Para a maior parte dos atendimentos, essa espera é de 180 dias. No caso dos partos, a carência é de 300 dias, e por isso é indicado contratar o plano antes mesmo do início da gravidez.

Um bom corretor de planos de saúde pode ajudar. Para saber tudo o que se tem direito no plano, fale com o especialista.

Você também pode verificar no contrato da assistência quais são as coberturas inclusas. Caso precise de outros atendimentos, você ainda poderá negociar e ampliar o que o plano de saúde Unimed cobre.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

Tabela de preços plano de saúde Unimed 2019

A Tabela de preços plano de saúde Unimed 2019 permite conhecer um pouco sobre os valores praticados pela operadora. Aproveite para conhecer os preços e programar o seu orçamento.

A Unimed é uma empresa especializada em serviços de assistência médica que possui atuação em território nacional.

A operadora regulamentada pela ANS, possui uma forma de atuação um pouco diferente das demais, isso porque possui regionais que oferecem serviços específicos para cada localidade.

Dessa forma a central nacional orienta como cada uma deve funcionar e aplica o seu padrão de qualidade para garantir um bom serviço a seus associados.

Isso faz com que ela consiga atender o que cada região necessita e isso resulta em prêmios como o Top og Mind, no qual ela já foi premiada por diversas vezes.

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O que oferece um plano de saúde Unimed?

A diversidade de planos é bastante variada devido ao que cada regional oferece, além disso, a central nacional também disponibiliza os seus próprios planos.

Para que possa entender melhor sobre o que um beneficiário Unimed pode utilizar separamos algumas caraterísticas dos planos, sendo que algumas delas podem ser combinadas.

Abrangência

A abrangência corresponde a área em que p beneficiário poderá utilizar os serviços da operadora. Nesse caso é possível contar a regional que comtempla cidades de uma região específica ou nacional que inclui todo o território brasileiro.

Vale lembrar que casos de urgência e emergência são atendidos em toda a rede Unimed independentemente da área de abrangência.

Tipo de acomodação

A acomodação é a que será utilizada em caso de internação do paciente. O apartamento permite que se tenha mais privacidade, pois terá um quarto exclusivo com todas as comodidades. Já a enfermaria permite que outras pessoas estejam usufruindo do mesmo espaço.

Coparticipação

Os planos podem ser adquiridos com coparticipação, isso quer dizer que se tem uma mensalidade com valor mais acessível e sempre que precisar utilizar algum procedimento se paga uma taxa por ele.

Quem quiser tem um valor fico mensal pode optar pelos planos sem coparticipação, nesse caso o valor pago inclui todos os procedimentos sem custo adicional.

Coberturas

As coberturas são os procedimentos que serão disponibilizados aos beneficiários. A ANS determina um rol mínimo de procedimentos que devem ser ofertados, porém, de acordo com o plano escolhido é possível ter serviços extras inclusos.

Reembolso

Essa opção está disponível em apenas alguns planos e permite que sejam realizadas consultas e exames fora da rede credenciada. Se optar por realizar os procedimentos em médicos particulares, o usuário poderá solicitar o reembolso respeitando os limites máximos pré estipulados.

Tabela de preços plano de saúde Unimed 2019

Depois de saber um pouco do que é possível encontrar nos planos, ao conhecer a tabela de preços plano de saúde Unimed 2019 terá como conhecer os valores.

Como são muitas regionais com planos diferentes, clique no link para ver as tabelas completas conforme a localidade. Porém, se a ideia é apenas ter uma noção de valores, confira esse resumo que separamos.

Tabela de preços plano de saúde Unimed 2019 – pessoa física

ESTADO OPERADORA PLANO FAIXA ETÁRIA VALOR
São Paulo Unimed Guarulhos Essencial VI QP 29 a 33 R$ 327.49
São Paulo Unimed Santos UniPart Plus QC 19 a 23 R$ 197.25
Rio de Janeiro  Unimed Rio Básico QC 44 a 48 R$ 602.17
Pernambuco Unimed Vale do São Francisco Regional QC 54 a 58 R$ 1462.69
Rio Grande do Sul Nacional Unimed Nacional QC 34 a 38 R$ 404.47
Amazonas Unimed Manaus Municipal QC 59 ou + R$ 1099.35
Paraná Unimed Curitiba Uniplan QC 49 a 53 R$ 1169.15
Sergipe Unimed Sergipe Viver Bem Essencial QC 24 a 28 R$ 200.65
Goiás Nacional Unimed Nacional QC 19 a 23 R$ 259.21
Ceará Unimed Ceará Master QC 44 a 48 R$ 715.94
Minas Gerais Unimed Belo Horizonte Unimed Pleno QC 34 a 38 R$ 263.32
Rio Grande do Norte Unimed Natal Uni Green Integral QC 54 a 58 R$ 1359.54

Tabela de preços plano de saúde Unimed 2019 – pessoa jurídica

ESTADO OPERADORA PLANO FAIXA ETÁRIA VALOR
São Paulo Unimed Central Nacional Clássico QC 44 a 48 R$ 415.85
São Paulo Unimed S. J. dos Campos Pré Pagto QC 54 a 58 R$ 665.27
Distrito Federal Central Nacional Unimed | Qualicorp Básico QC 34 a 38 R$ 299.38
Pernambuco Unimed Recife Prata 4 Estadual QC 19 a 23 R$ 290.28
Amazonas Unimed Manaus Unifacil QC 29 a 33 R$ 190.52
Espírito Santo Unimed Vitória Personal QC 59 ou + R$ 738.44
Paraná Unimed Curitiba Uniplan QC 24 a 28 R$ 309.28
Sergipe Unimed Sergipe Cidade Básico QC 49 a 53 R$ 355.00
Bahia Unimed Feira de Santana City Plan QC 19 a 23 R$ 159.08
Rio de Janeiro Unimed Leste Fluminense Unimed Leste Fluminense 39 a 43 R$ 295.20
Ceará Unimed Fortaleza Multiplan QC 24 a 28 R$ 324.67
Minas Gerais Unimed Juiz de Fora Unimed Fácil Mix Ambulatorial 49 a 53 R$ 131.77
Rio Grande do Norte Unimed Natal Prático I – E QC 29 a 33 R$ 256.01

Agora já sabe um pouco sobre os planos e verificou a tabela de preços plano de saúde Unimed 2019. Basta solicitar a um corretor para fazer a adesão do plano que mais interessou e aproveitar para tirar todas as dúvidas.

*Fonte: MulticalculoSaude. Consulta realizada em Janeiro/2019.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

*O PlanodeSaude.net não se responsabiliza pelos valores aqui mencionados, visto que o preço do plano pode variar conforme o perfil de cada beneficiário.

Plano de saúde cobre teste de DNA?

Você sabia que a ANS regulamentou que, desde o início de 2014, os planos de saúde são obrigados a cobrir exames moleculares? Ou seja, sim, o plano de saúde cobre teste de DNA. Entenda melhor o assunto neste artigo.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no final de 2013, regulamentou a obrigatoriedade dos planos de saúde em cobrir exames moleculares para 29 novos tipos de situações, entre elas, o exame molecular de DNA.

Tal regulamentação foi formalizada na Nota Técnica 876/2013 e entrou em vigor em 02/01/2014.

Neste artigo você conhecerá quais são os procedimentos incluídos neste rol de procedimentos e como fazer para que o plano de saúde cobre teste de DNA. Acompanhe este artigo e saiba mais.

Plano de saúde cobre teste de DNA?

Quais são os procedimentos genéticos moleculares inclusos nesta regulamentação?

Os principais procedimentos incluídos no rol de testes moleculares cuja a cobertura pelos planos de saúde é obrigatória desde o início de 2014, tratam-se de exames relacionados ao diagnóstico de doenças genéticas e enfermidades neurais. Entre eles os que valem mais a pena serem citados são:

  • ALC – Adrenoleucodistrofia: doença genética rara relacionada ao cromossomo X, transmitida por mulheres e que atinge exclusivamente os homens;
  • Ataxia de Friedreich: doença degenerativa que atinge o sistema neurológico, em especial o sistema cardíaco e nervoso;
  • Antitripsina – AAT ou A1AT: também conhecida como deficiência de alfa 1, trata-se de uma deficiência relacionada a produção de enzimas responsáveis pela digestão de proteínas;
  • Cânceres de ovário e mama: diagnóstico da existência ou possibilidade de desenvolvimentos de cânceres de ovário e mama devido histórico hereditário;
  • Nanismo Campomélica: a displasia Campomélica é uma doença muito rara que atinge recém-nascidos, causando anomalias ósseas;
  • Doença de Steinert: também chamada de Distrofia miotônica tipo I e II é uma doença que atinge o sistema neuromuscular causando rigidez e fraquezas musculares;
  • Síndrome do X-Frágil: esta é uma doença relacionada ao gene FMR1, também conhecida como síndrome de ataxia, FXTAS – tremor associado ao X-Frágil e FOP – falência ovariana prematura;
  • Hemocromatose: doença responsável por promover o acúmulo de ferro em determinadas regiões do corpo, principalmente em órgão como coração, pâncreas, fígado e hipófase;
  • Hemofilia tipo A e B: doenças relacionadas a problemas relacionados a coagulação do sangue;
  • MPS – Mucopolissacaridose: doença rara relacionada ao depósito de lisossomo, causando uma deficiência na produção de enzimas básicas para o funcionamento do organismo;
  • Síndrome MEN Tipo 2: também conhecida como neoplasia endócrina múltipla tipo 2, é uma doença poliglandular classificada pelo acontecimento de um carcinoma medular da tiróide;
  • Doença de Ekman-Lobstein: também chamada de osteogênese imperfeita, trata-se de um problema genético que promove a fragilidade óssea;
  • PAF-C – Polipose adenomatosa familiar: doença hereditária que causa a formação de pólipos em todo o intestino grosso;
  • PAM – Polipose associada ao Mutyh: distúrbio genético capaz de causar câncer colorretal;
  • Síndrome de Prader Willi: anomalia genética que atinge o tônus muscular, causando a redução da força muscular e flacidez excessiva;
  • Síndrome de Angelman:
  • Síndrome de Hipofosfatasia: doença caracterizada pelo atraso no desenvolvimento mental e físico severo;
  • HNPCC – Síndrome de Lynch: – doença que promove o desenvolvimento do câncer colorretal não poliposo hereditário;
  • Síndrome de Noonan: problema que atinge homens e mulheres, causado por uma mutação cromossômica, promovendo deformidades físicas;
  • SWD – Síndrome de Williams Beuren: desordenação genética que causa alterações comportamentais, motoras e cognitivas;
  • Retardamento mental: deficiências intelectuais associadas a anomalias genéticas não identificadas clinicamente;
  • Síndromes de perda genética submicroscópicas: identificáveis clinicamente.

Como conseguir que o plano de saúde cubra teste de DNA?

Para realizar o exame, é necessária uma guia médica, preferencialmente de um(a) geneticista especificando a necessidade do procedimento, o prazo para a realização do exame é de em média 24 dias.

Com essa regulamentação, os planos também são obrigados a cobrir teste genético de maternidade e paternidade?

Alguns exames moleculares de DNA acabam por identificar e confirmar maternidade e paternidade, justamente por servirem como base de estudo genético hereditário, mas não têm como objetivo confirmar maternidade e paternidade especificamente.

Já o teste de maternidade e paternidade, baseia-se na comparação entre os genes que compõem o DNA, os quais se formam no ato da fecundação e permanecem iguais até mesmo depois da morte da pessoa.

O grau de coincidência tem de ser total, por isso, trata-se de um exame bem específico.

A maternidade ou paternidade só é confirmada mediante a coincidência dos genes em 99,99% – caso contrário, a maternidade e/ou paternidade é excluída.

No que se refere ao exame específico de maternidade e paternidade – por não se tratar de um procedimento feito corriqueiramente e não ser atrelado diretamente à alguma doença, poucos planos de saúde cobrem a realização.

Quais documentos devem ser apresentados para a realização dos testes genéticos?

Caso o plano de saúde cubra o procedimento de análise de paternidade ou maternidade, para que ele seja realizado basta comparecer no laboratório credenciado ao plano de saúde com os seguintes documentos:

  • Documentos do(a) suposto(a) pai/mãe: cópia de documento de identidade ou carteira nacional de habilitação e CPF.
  • Documentos do filho: ser maior de idade, cópia de documento de identidade ou carteira nacional de habilitação e CPF. Se menor, certidão de nascimento ou atestado de nascido vivo (fornecido pelo hospital).

A presença da mãe. Se a mãe não fizer o teste junto é obrigatória uma declaração de autorização para a realização do exame (modelo fornecido pelo laboratório).

  • Documentos da mãe: cópia de documento de identidade ou carteira nacional de habilitação e CPF.

O que fazer se o plano de saúde se negar a cobrir o teste de DNA?

Caso você, ou algum membro da sua família, incluso no seu plano de saúde, necessite realizar um exame molecular a fim de detectar uma doença genética, ou obter um diagnóstico mais preciso, e o plano de saúde se negue a cobrir a realização do exame.

O caminho indicado é que o paciente procure seus direitos junto a lei, existem escritórios e profissionais especializados nesse ramo, que poderão orientá-lo melhor sobre como proceder nesses casos.

De antemão é possível afirmar que esta negativa é vista como abusiva por parte do plano de saúde e, por isso, pode e deve ser discutida na justiça, preservando sempre os direitos do usuário.

No entanto, como visto neste artigo, os planos de saúde não são exatamente obrigados a arcar com a realização de testes de DNA com a finalidade de identificação parental.

Para que você tenha certeza da cobertura do seu plano neste caso o mais indicado é que entre em contato com a central de atendimento da operadora de saúde e verifique se a cobertura do exame está disponível para a sua modalidade de plano.

Plano de saúde cobre gengivoplastia?

Tem dúvidas se o plano de saúde cobre gengivoplastia? Sem problemas! Neste texto, explicamos tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Acompanhe!

A gengivoplastia é uma cirurgia utilizada para a correção do tamanho e contorno da gengiva de um paciente.

O procedimento é simples, e seu resultado costuma potencializar a autoestima do indivíduo. Mas será que o plano de saúde cobre gengivoplastia? A resposta é: depende.

Um plano de saúde só cobre procedimentos bucais se for Odontológico. Os planos de saúde no Brasil possuem cinco segmentações básicas: a Ambulatorial, Hospitalar sem Obstetrícia, Hospitalar com Obstetrícia, Referencial e o Odontológico.

Os primeiros oferecem atendimentos para o corpo do paciente, com ou sem internação, oferecendo ou não serviços de parto e pré-natal. As segmentações são definidas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Plano de saúde cobre gengivoplastia?

Quando o plano de saúde cobre gengivoplastia?

Para contar com o cuidado bucal, o indivíduo precisa contratar a segmentação Odontológica. Essa contratação pode ser feita de forma exclusiva, ou então combinada com outro tipo de cobertura.

Um plano de saúde Hospitalar Com Obstetrícia + Odontológico, por exemplo, ofereceria ao indivíduo o cuidado com o seu corpo, boca, possibilidade de internação pelo tempo necessário, serviços de pré-natal e parto.

Além de contar com esse tipo de plano, porém, o usuário precisa atender a outro requisito. Todo o qualquer procedimento para o cuidado com sua boca deve aparecer no Rol de Procedimentos Odontológicos da ANS.

O Rol é a lista de procedimentos de cobertura obrigatória pelos planos de saúde no Brasil. Caso não apareça nessa seleção, o procedimento não precisa ser coberta por nenhum plano — a menos que este deseje fazê-lo.

A cirurgia para a remodelação das gengivas aparece no Rol da ANS. Por isso, o plano de saúde cobre gengivoplastia.

Normalmente, o rol odontológico inclui procedimentos simples. Em todo o caso, é preciso que o usuário conte com indicação médica.

Como a gengivoplastia é realizada?

Geralmente, a gengivoplastia é recomendada para os indivíduos que mostram mais gengiva do que dentes na hora de sorrir.

Essa cirurgia pode ser apenas estética, mas também pode corrigir problemas de retração e outros incômodos, como dor ou alterações na mastigação do paciente.

A realização do procedimento é bastante simples, e acontece no próprio consultório do dentista. A cirurgia tem duração média de 30 minutos, e sua cicatrização demora, em média, duas semanas.

Após o atendimento, o médico costuma recomendar alguns cuidados básicos. Eles incluem evitar a exposição ao sol; fazer a higiene bucal com cuidado; utilizar a medicação receitada pelo especialista; e alimentar-se de produtos pastosos, mais frios e leves.

Agora você já sabe quando o plano de saúde cobre gengivoplastia. Converse com o seu dentista e verifique se o procedimento é o mais indicado ao seu caso!

Plano de saúde familiar

Neste artigo você vai descobrir como garantir a saúde de quem você ama, contratando um plano de saúde familiar. Conheça as vantagens deste serviço e veja como contratar um plano de saúde familiar da melhor forma possível.

Depender apenas do sistema público de saúde não é uma das melhores ideias, especialmente quando estamos falando da saúde de pessoas que amamos, como cônjuges, filhos, enteados, pais e mães.

Nestes casos, a melhor opção muitas vezes é contar com um plano de saúde familiar.

Este, que é um serviço de assistência médica, oferecido por que as operadoras de saúde e, geralmente disponibilizado apenas para clientes que sejam pessoas físicas.

Além de oferecer proteção para toda a família com atendimentos emergenciais e urgentes, também oferece possibilidades como a realização de consultas, exames, tratamentos médicos e em alguns casos, cirurgias. Tudo dependerá da cobertura contratada.

Para ter acesso a um plano de saúde familiar é simples, basta que uma pessoa contrate o serviço de assistência médica e, sendo o titular, inclua outras pessoas como seus dependentes, sendo que esses devem ter um grau de parentesco ou ligação. Acompanhe este artigo e entenda melhor o assunto.

Plano de saúde familiar

Aproveite para contratar um plano de saúde para grávida e usufrua os benefícios, :)

Como funciona o plano de saúde familiar

O plano de saúde familiar funciona como uma espécie de pacote de serviços de assistência médica para toda a família.

Nele, uma pessoa, normalmente a que será responsável pelo pagamento do plano, contrata o serviço, tornando assim o titular do plano, e posteriormente adiciona mais pessoas à cobertura.

Essas pessoas serão os dependentes do plano de saúde familiar e poderão desfrutar dos mesmo direitos e benefícios do titular.

Geralmente, os dependentes de um plano de saúde familiar são pessoas como cônjuges, filhos e enteados, mas é possível adicionar outras pessoas com grau de parentesco próximo como pais, irmãos e sobrinhos.

Para isso, a maioria das operadoras de saúde exige que seja comprovada a dependência financeira do parente em relação ao titular do plano.

Para quem o plano de saúde familiar é indicado

O plano de saúde familiar é indicado para pessoas que desejam contratar um plano de saúde para mais de um membro familiar e que querem economizar.

Uma vez que, contratar um plano de saúde familiar sairá muito mais em conta do que contratar uma cobertura individual para cada membro da família.

Ou seja, esse tipo de serviço funciona como uma espécie de “pacote” de assistência médica.

E, é perfeito para quem busca um atendimento de qualidade, sem a necessidade de esperar, muitas vezes por meses, para ser atendido e no sistema de saúde público, o SUS – Sistema Único de Saúde.

Vantagens do plano de saúde para sua família

Contar com um plano de saúde familiar, pode trazer uma série de vantagens tanto financeiras como de atendimento e acesso a melhores opções de saúde. Veja a seguir quais são as principais vantagens do plano de saúde familiar:

  • Possibilidade de escolher o melhor para sua família entre opções de planos;
  • Pagar um valor menor do que se fosse contratar um plano individual para cada membro;
  • Possibilidade de incluir diversos dependentes, sendo que o número variar de acordo com cada operadora;
  • Garantia de atendimento médico em casos de urgência e emergência;
  • Certeza do acesso a tratamentos básicos;
  • Mais facilidade na marcação de consultas de rotina;
  • Maior acesso e agilidade na realização de exames;
  • Ampla rede credenciada para o atendimento médico;
  • Acesso ao atendimento hospitalar com internações, cirurgias e mais.

Como fazer a escolha de um plano de saúde familiar

Esta não é uma tarefa muito fácil, existem diversas operadoras de saúde que oferecem esse tipo de serviço, com inúmeras possibilidades de coberturas.

Por isso, o primeiro passo para escolher um bom plano de saúde familiar e pesquisar.

Faça uma busca das operadoras que oferecem esse tipo de serviço na sua região e, depois de estar com os nomes das empresas em mãos, procure saber se elas estão operando de acordo com a lei.

Para isso, é preciso apenas acessar o site da ANS – Agência Nacional de Saúde e pesquisar se as operadoras estão devidamente legalizadas.

Feito isso, o próximo passo é escolher as coberturas que melhor atendem às necessidades da sua família, considerando atendimento, abrangência geográfica, preços e o que mais for importante para você.

Não se esqueça e pesquisar as coberturas hospitalares que contam com internações, acomodações, etc.

Depois de escolher a melhor opção de cobertura, basta começar a contratação junto a operadora de saúde, garantindo assim o acesso a um atendimento médico de maior e qualidade para toda a sua família.

Empresas que possuem o plano de saúde familiar

São diversas as empresas que oferecem um plano de saúde para a sua família, entre elas, temos a Unimed, Bradesco Saúde, Amil, SulAmérica Saúde e Notre Dame Intermédica.

Valor do plano de saúde familiar

O valor do plano de saúde para sua família vai variar de acordo com as coberturas escolhidas e, a faixa etária de cada membro.

Vale ressaltar que apesar de o plano ser único, cada beneficiário irá gerar um tipo de cobrança, individualmente.

Como deixar o plano de saúde familiar mais barato

Para que o plano de saúde familiar fique mais barato sempre vale a regra de pesquisar bem entre as opções disponíveis.

Nesse caso é preciso comprar os valores e as coberturas oferecidas por cada um deles. Além disso, dependendo do número de beneficiários é possível conseguir um desconto maior.

Como contratar um plano de saúde para sua família

Para contratar o plano de saúde para a sua família isso pode ser feito diretamente com a operadoras ou um corretor autorizado a oferecer o serviço, dessa forma ele será um produto particular.

Porém, algumas empresas e sindicatos também contam com essa opção, só que nesse caso a contração deve ser feita por intermédio de quem está ofertando o benefício.

Tabela de preço do plano de saúde familiar

Como informado acima, os preços variam muito conforme o número de dependentes, idades e muitas outras informações. Além disso, as operadoras podem oferecer coberturas diferenciadas, então, fique atento.

Para que você fique por dentro do preço médio, mostraremos a seguir uma cotação feita para uma família de três pessoas sendo ela composta por dois adultos com idade entre 34 e 38 anos e uma criança com idade de 00 a 18 anos.

Lembre-se de que a região onde você mora também pode influenciar o valor:

Operadora Tipo de cobertura A partir de
Amil Next Mund São Paulo R$ 759,00
Unimed Básico estadual R$ 951,72
Greenline Green 61 R$ 785,81
Ameplan Executivo R$ 864,47
Biosaúde Básico R$ 452,65
Greenline Green Select 11 R$ 591,60
Med Tour Onix Premium R$ 667,08
Biovida SP/ABC R$ 796,34
Blue Med Global Standard R$ 972,00
Sul América Vital R$ 1.389,19
Garantia de Saúde Diamante R$ 862,00
São Cristóvão SP R$ 802,19
Unihosp Executivo 200 R$ 747,10
Trasmontano Essencial R$ 704,25
Total Medcare Essencial R$ 610,65
Health Santaris Santaris R$ 402,97

Tabela 1: Pesquisa realizada no site Planos de Saúde Todos Aqui

Como você pode perceber, o valor do plano de saúde familiar varia muito. Mas quando você for contratar, considere as coberturas, área de atendimento e todos os benefícios.

Além disso, verifique se a operadora possui registro na ANS e pesquise sobre ela através do que os consumidores estão falando. Para isso, você pode usar o site do Reclame Aqui.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

*Planodesaude.net não se responsabiliza pelos valores aqui mencionados, visto que o preço do plano de saúde pode variar conforme o perfil de cada beneficiário.

Plano de saúde Unimed cobre cirurgia refrativa?

Está cansado de usar óculos? Talvez, então, você fique feliz em saber que o plano de saúde Unimed cobre cirurgia refrativa. No entanto, existem alguns pré-requisitos importantes para que o procedimento seja utilizado. Acompanhe no texto!

O plano de saúde Unimed cobre cirurgia refrativa porque a operação aparece no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

O Rol da ANS é a lista de procedimentos de cobertura obrigatória por todos os planos do Brasil.

Uma cirurgia refrativa é a que faz a correção de grau dos olhos do indivíduo. Ela pode ser utilizada para tratar, por exemplo, a miopia, que é a dificuldade de enxergar de longe.

O tratamento também funciona contra o astigmatismo (dificuldade em enxergar de perto e longe, graças a uma deformidade da córnea). Assim como para a hipermetropia (dificuldade de enxergar de perto).

Plano de saúde Unimed cobre cirurgia refrativa?

Quando o plano de saúde Unimed cobre cirurgia refrativa?

Como é considerado um procedimento simples, a cirurgia refrativa não requer internação do paciente. Por isso, ela está disponível em todas as segmentações de plano de saúde, definidas pela ANS.

Ou seja, na Ambulatorial, Hospitalar e Referencial. Exclui-se apenas o plano exclusivamente Odontológico.

As técnicas utilizadas para tratamento são a PRK e a LASIK. Na primeira, a camada exterior da córnea é removida.

Assim, o médico a esculpe novamente, com laser. Já na LASIK, o cirurgião faz uma incisão na córnea para criar um retalho de tecido, e só então ele é remodelado. Essa opção também pode ser realizada com laser.

Contudo, nem todos os pacientes podem realizar a cirurgia refrativa. Para contar com a opção, primeiro o indivíduo deve ser maior de 18 anos. Seu grau refrativo também deve estar estável há, pelo menos, um ano.

Um candidato a este tipo de operação ainda não pode ser gestante, nem possuir doenças que dificultem a cicatrização da córnea. Além disso, é preciso que o indivíduo tenha:

  • Miopia moderada e grave, de -5,0 a –10,0 DE graus, com ou sem astigmatismo, associado com grau de até -4,0 DC, com refração medida através de cilindro negativo; ou Hipermetropia até grau 6,0 DE, com ou sem astigmatismo associado com grau até 4,0 DC, com refração medida através de cilindro negativo.

Os dois olhos só são operados se ambos estiverem dentro dos parâmetros, ou se um estiver, e o outro tiver grau inferior.

Se um dos olhos possuir grau superior ao parâmetro, ele não tem cobertura obrigatória. Neste caso, vale a pena conversar com o médico e verificar as vantagens da operação.

Agora você já sabe que o plano de saúde Unimed cobre cirurgia refrativa. Visite seu médico e verifique a possibilidade de utilizar este tratamento!

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

Tipos de planos Unimed

Plano de saúde não é tudo igual, existem diferenças entre eles e não é apenas por conta da operadora. Conheça aqui os tipos de planos Unimed e veja qual o melhor para você contratar, conforme suas necessidades.

Existem diferentes tipos de planos de saúde, como aqueles voltados para pessoas físicas ou jurídicas. O tipo de cobertura também pode se diferenciar. Por isso entenda um pouco mais sobre os tipos de planos Unimed.

Tipos de planos Unimed

Quais são os tipos de planos Unimed?

Planos Individuais

Os planos individuais são voltados para pessoas físicas que desejam ter um plano de saúde. Nesse caso a contração é feita diretamente entre a operadora e o cliente, e ele pode escolher o tipo de serviço que mais lhe agrada entre os existentes no portfólio.

A utilização pode ser feita apenas por quem contratou o plano, sendo que esse recebe a sua carteira de identificação e deve apresentá-la na hora de utilizar os serviços.

Planos familiares

Essa é uma outra modalidade de plano para pessoa física, mas como o nome já diz, é direcionado para uma família.

É possível ter o titular e incluir dependentes no plano, sendo que esses devem ser parentes de primeiro grau ou dependentes de quem fez a adesão.

As regras sobre o número máximo de dependentes varia de uma operadora para outra, mas, no geral, a partir de 2 já se constitui o plano família.

Apesar de ser um plano único, as tarifas podem variar de acordo com a idade de cada beneficiário e isso vem discriminado na fatura.

Planos empresariais

Esse é um dos tipos de planos Unimed existentes e que se destinam as pessoas jurídicas. A empresa contrata o serviço e disponibiliza a seus colaboradores.

Os planos empresariais da Unimed costumam ser divididos de acordo com o número de vidas a serem inclusas.

Os planos para PME são para de 03 a 29 vidas e os empresariais para acima desse número.

Planos hospitalares

Essa é uma novidade que algumas regionais vem oferecendo para os seus clientes. Ele veio para suprir uma necessidade do mercado.

O plano hospitalar Unimed garante acesso aos serviços que são realizados dentro de um hospital, como cirurgias e internações.

Ele é voltado para quem busca um plano menos abrangente, mas que na hora do aperto não quer correr para qualquer lugar.

Nesse caso é possível utilizar os hospitais da rede credenciada, sejam eles próprios ou parceiros.

Planos referência

Esse tipo de plano de saúde da Unimed é o mais comercializado e também o mais procurado pelos clientes.

Ele inclui um atendimento bastante completo e que garante todos os cuidados necessários com a saúde. Abrange o atendimento hospitalar, ambulatorial e obstetrícia.

Dessa forma, a pessoa pode fazer consultas, realizar exames, passar por atendimento de urgência e emergência, ser internada, entre outros. Tudo isso será contemplado no plano.

O que pode variar é a forma de cobrança, isso porque o plano pode ser com ou sem coparticipação. Isso significa que quem opta pelo plano sem coparticipação paga um valor fixo todos os meses e tem direito a usar todos esses serviços.

Quem escolher a modalidade coparticipava tem acesso a toda a cobertura do plano, porém, tem um valor adicional sempre que utilizar algum serviço.

Planos da Central Nacional Unimed

Tipos de planos Unimed

Agora que você já conhece os tipos de planos Unimed, veja também o que a Central Nacional Unimed oferece. Especificamente, ela disponibiliza das categorias:

  • Plano Básico: enfermaria de excelente custo-benefício.
  • Plano Especial: apartamento, com rede credenciada básica, porém, maior que do plano anterior e mais completa.
  • Plano Master: mais completo que os dois anteriores e com muito mais conforto aos associados.

Ao optar por contratar o plano de saúde da Central Nacional Unimed, você pode optar por um dos planos:

Tipo de plano Acomodação Com ou sem coparticipação Abrangência Reembolso
Plano Clássico Enfermaria Com e sem coparticipação Regional Sem reembolso
Plano Estilo Enfermaria ou Apartamento Com e sem coparticipação Regional e nacional Reembolso para consultas
Plano Absoluto Apartamento Com e sem coparticipação Regional e nacional Reembolso 2x a tabela
Plano Superior Apartamento Sem coparticipação Regional e nacional Reembolso 3x a tabela
Plano Exclusivo Apartamento Sem coparticipação Nacional Reembolso 8x a tabela

Todos os tipos de planos Unimed são bons?

A Unimed é uma rede que oferece serviços voltados em garantir melhor atendimento médico e a saúde, em geral.

Seus planos foram criados pensando sempre no melhor aos usuários e por isso, existem vários tipos de planos Unimed.

Cada um deles tem sido muito bem aceito entre a população brasileira. E para você comprovar, basta pesquisar.

Pergunte a um amigo ou familiar sobre as experiências em utilizar determinado plano. Além disso, faça uma pesquisa online para saber o que os usuários estão falando sobre o atendimento da empresa.

Para te ajudar, pesquisamos no site do Reclame Aqui. Confira!

Unimed – Reclame Aqui

No Reclame Aqui a Unimed possui classificação regional, ou seja, depende de qual você quer avaliar.

Nós pesquisamos sobre a Central Nacional Unimed, que constou com classificação “Regular” pelo site.

Isso é resultado das 220 reclamações recebidas, no período de 01/07/2018 a 31/12/2018, mesmo com um retorno de 100% ao cliente.

A operadora levou 2 dias e 18 horas em média para retornar aos clientes reclamantes. Desses, 36 avaliaram os serviços, resultando na nota média de 5.0.

Embora tenha alcançado um índice de solução de 72,2%, 63,9% disseram voltar a negociar com ela.

Como mais da metade não abriria mão de contratá-la, podemos dizer que, mesmo quando se tem algum problema, a empresa resolve.

Tipos de planos Unimed

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

Tabela de plano de saúde por faixa etária

Ao saber que existe a tabela de plano de saúde por faixa etária é possível se programar financeiramente para os reajustes praticados pelas operadoras. Entenda como isso funciona.

A tabela de plano de saúde por faixa etária é aplicada em todas as localidades do país, e visa cobrar um preço justo pelos serviços de assistência médica, conforme a utilização.

Isso porque quanto mais jovem a pessoa, menor tende a ocorrerem doenças, sendo preciso usar com menos frequência o serviço.

Já as pessoas com mais idade costumam utilizar mais vezes o plano de saúde, pois devido à idade ficam mais debilitadas e suscetíveis a problemas médicos.

Por conta disso, quando você deseja fazer uma cotação de um plano de saúde são pedidas algumas informações, entre elas a idade das pessoas ou data de nascimento.

Sem esses dados não é possível saber o preço exato praticado, portanto não deixe de fornecer as informações ao corretor para receber uma proposta correta.

Entretanto, as operadoras não podem montar uma tabela de plano de saúde por faixa etária da forma como desejarem. Elas precisam seguir as determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Tabela de plano de saúde por faixa etária

Divisão da tabela de plano de saúde por faixa etária

Conforme falamos, a ANS é que estipula a tabela de plano de saúde por faixa etária, dessa forma, existem regras que precisam ser seguidas.

Uma delas é que a última faixa etária se inicia aos 59 anos e abrange qualquer idade superior a essa. Confira quais são as faixas utilizadas.

  • 0 à 18 anos
  • 19 à 23 anos
  • 24 à 28 anos
  • 29 à 33 anos
  • 34 à 38 anos
  • 39 à 43 anos
  • 44 à 48 anos
  • 49 à 53 anos
  • 54 à 58 anos
  • + de 59 anos

Porém, vale ressaltar que as regras da tabela de plano de saúde por faixa etária já sofreram alterações com o passar do tempo.

Quem possui um plano mais antigo, que foi contratado entre 2 de Janeiro de 1999 e 1 de Janeiro de 2004 segue uma outra tabela.

Nesse caso a primeira faixa etária vai de 0 a 17 anos e a última começa com 70 anos. Com essa regra existem 7 faixa diferentes que podem ser utilizadas.

Indo mais além, quem fez a adesão ao serviço de assistência médica antes de 2 de janeiro de 1999, não terá que se adequar a tabela de plano de saúde por idade. Nessa situação o que é válido o que está previsto em contrato.

Para quem realizar a aquisição de um plano de saúde, deve sempre seguir as regras vigentes, sendo nesse momento válida a tabela apresentada logo acima.

A importância de conhecer a tabela de plano de saúde por idade

Muita gente não se atenta aos detalhes do plano de saúde e acaba sendo surpreendido quando tem alguma mudanças, principalmente de valores.

Um dos motivos pelos quais é fundamental ter conhecimento da tabela de plano de saúde por faixa etária é conseguir se programar financeiramente para as mudanças que podem ocorrer ao longo do período.

Como existe uma regra de reajuste de valores por idade, consegue-se ter uma ideia de quanto será o aumento.

A ANS determina que entre a primeira (0 a 18 anos) e a última faixa (59 anos ou mais) o valor não pode ser seis vezes superior.

Vale ressaltar que o reajuste por idade não é o único aplicado no plano, há também o reajuste anual de valores que deve ser levado em consideração no cálculo.

Outro fato que deve ser de conhecimento dos beneficiários é que a idade não deve influenciar na cobertura oferecida.

Assim, se não houver nenhuma alteração no plano, os mesmos serviços que são disponibilizados a uma criança devem ser iguais para um idoso.

Valores da tabela de plano de saúde por faixa etária

Conforme a idade, os valores dos planos alteram, sedo que a de 0 a 18 anos possui menos valor e de 59 anos ou mais tem o custo mais alto.

Para que tenha uma noção, separamos alguns valores de planos de saúde de pessoas físicas de alguns estados brasileiros.

Optamos por apresentar as faixas das extremidades, mas se desejar pode acessar as tabelas completas ou solicitar uma cotação personalizada.

ESTADO OPERADORA FAIXA ETÁRIA VALOR
Amazonas Unimed Manaus 0 a 18 R$ 183.56
Amazonas Unimed Manaus 59 anos + R$ 1099.35
Bahia BOA SAÚDE 0 a 18 R$ 79.40
Bahia BOA SAÚDE 59 anos + R$ 451.44
Ceará  Unimed Fortaleza 0 a 18 R$ 350.68
Ceará  Unimed Fortaleza 59 anos + R$ 2103.67
Espírito Santo Premium Saúde 0 a 18 R$ 109.90
Espírito Santo Premium Saúde 59 anos + R$ 109.90
Minas Gerais VITALLIS 0 a 18 R$ 98.80
Minas Gerais VITALLIS 59 anos + R$ 591.87
Paraná EVANGÉLICO SAÚDE 0 a 18  R$ 73.95
Paraná EVANGÉLICO SAÚDE 59 anos +  R$ 443.02
Pernambuco Unimed Vale do São Francisco 0 a 18  R$ 298.71
Pernambuco Unimed Vale do São Francisco 59 anos +  R$ 1786.79
Rio de Janeiro ASSIM SAÚDE 0 a 18 R$ 201.23
Rio de Janeiro ASSIM SAÚDE 59 anos + R$ 1207.02
Rio Grande do Norte Hapvida Saúde 0 a 18 R$ 170.71
Rio Grande do Norte Hapvida Saúde 59 anos +  R$ 949.57
São Paulo Unimed Santos 0 a 18 R$ 171.52
São Paulo Unimed Santos 59 anos + R$ 1027.32
Sergipe Plamed 0 a 18 R$ 160.87
Sergipe Plamed 59 anos + R$ 960.54

Depois de saber sobre a tabela de plano de saúde por faixa etária, terá mais informações para que possa contratar o seu serviço de assistência médica sem ser pego de surpresa no futuro.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

*Planodesaude.net não se responsabiliza pelos valores aqui mencionados, visto que o preço do plano de saúde pode variar conforme o perfil de cada beneficiário.