Conheça os planos dos candidatos à presidência para a saúde

Com as eleições presidenciais se aproximando, as campanhas dos candidatos já estão em campo. Reunimos as propostas dos planos de governo para que você conheça o que está sendo pensado para a área da saúde

A área da saúde representa um dos maiores desafios que deverá ser enfrentado pelo próximo presidente da República. A saúde, conforme pesquisa realizada pelo Ibope é apontada como a área com mais problemas que precisam ser resolvidos. Segundo a pesquisa, 75% dos entrevistados apontaram a área de saúde como em situação ruim ou péssima. A insatisfação vem crescendo, porque em 2011 esse percentual era de 61%.

Conheça os planos dos candidatos à presidência para a saúde

Imagem: campos24horas

Neste ano, em que o SUS (Sistema Único de Saúde) completa 30 anos, as reclamações são muitas, sobre a dificuldade e demora de atendimento, falta de estrutura adequada, falta de médicos e de equipamentos, conforme constatou o Ibope. A questão se agravou quando, no governo Temer, com a queda do poder aquisitivo, mais pessoas deixaram os planos de saúde para usar os serviços dos hospitais públicos, no atendimento do SUS, que está sofrendo com restrição orçamentária. O público atendido passou de 51% da população para 65%.

O setor de saúde envolve gastos com abastecimento de remédios e vacinas, contratação de médicos, infraestrutura, tanto nas grandes cidades como nas regiões mais afastadas do país. O percentual do orçamento federal, garantido pela Constituição é de 15%, mas está ameaçado pelo limite das despesas públicas, colocado pela PEC 95, que determinou que o teto dos gastos não ultrapasse o do ano anterior, corrigido pela inflação do período.

Conheça os planos dos candidatos à presidência para a saúde

Imagem: spotniks.com

Dessa maneira, vários candidatos propõem a revogação da lei que limita os gastos públicos. Os programas de governo que foram apresentados ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em agosto, apresentam propostas variadas para as medidas que pretendem tomar quanto aos temas da saúde, desde medidas de prevenção e reforço da rede de Atenção Básica, até o fortalecimento do atendimento pelo Mais Médicos, a ações que beneficiariam os idosos, mulheres e população LGBT, medidas de incentivo ao parto normal e descriminalização do aborto, combate a doenças transmitidas pelo aedes Aegypti.

Propostas dos candidatos à Presidência para o setor da saúde

Os planos de governo protocolados na Justiça Eleitoral fornecem informações sobre as intenções dos candidatos a Presidente da República. Se ocorrerem modificações ou novas propostas, as informações podem ser atualizadas.

Os candidatos, em ordem alfabética, são: Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSol), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL), João Amoêdo (Novo), João Goulart Filho (PPL), José Maria Eymael (PSDC), Marina Silva (Rede) e Vera Lúcia (PSTU). Aqui vão as propostas, seguindo a ordem alfabética do nome dos candidatos:

Conheça os planos dos candidatos à presidência para a saúde

Imagem: vejasp.

Álvaro Dias (Podemos)

  • Criação da carreira de Médico Federal destinada ao atendimento dos municípios mais carentes.
  • Reduzir o número de pequenos hospitais (!) para racionalizar a rede de prestação de serviços, proposta que parece bastante polêmica.
  • Incentivar a produtividade dos profissionais de saúde através de remuneração segundo desempenho e qualidade.
  • Criação e incentivo aos Consórcios Intermunicipais de Saúde, de Infraestrutura e de Desenvolvimento Regional.

Cabo Daciolo (Patriota)

  • Melhorar a prevenção às enfermidades para reduzir a procura pelos prontos-socorros e hospitais.
  • Defender o SUS. Dar transparência às informações do SUS.
  • Promover a prevenção e atenção à saúde.
  • Interiorizar a medicina, criar uma carreira para médicos que atendem na rede pública.
  • Criar programas de educação gratuitos e contínuos para médicos e profissionais de saúde do SUS.
  • Melhorar a rede de emergências e urgências.
  • Aumentar a quantidade de leitos para internação e número de unidades de terapia intensiva.
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Imagem: capivaridosul

Ciro Gomes – PDT

  • Acabar com o subfinanciamento da saúde causado pela emenda do teto de gastos.
  • Redução da lista de espera para consultas especializadas, cirurgias eletivas e realização de exames.
  • Investimento em campanhas de prevenção e de vacinação e aumentar a formação de médicos generalistas.
  • Aumentar o acesso a serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e resíduos sólidos, como parte da política de promoção à saúde.

Eymael (DC)

  • Desenvolvimento e aplicação efetivos do SUS.
  • Implantação do programa Saúde Inteligente, para ampliar a prevenção de doenças antes que elas se instalem.

Geraldo Alckmin – PSDB

    • Ampliação do programa Saúde da Família, ampliando o número de especialidades.
    • Implantação do cadastro único dos usuários do SUS, com prontuário eletrônico que forneça o histórico médico de cada paciente.
    • Criar ações para prevenção da gravidez precoce e apoio integral no caso de gestação.
    • Criação de ambulatórios e hospitais “amigos do idoso”.
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    Imagem: sus.bvs

    Guilherme Boulos – PSOL

    • Convocar plebiscito popular com o objetivo de reverter a emenda do teto de gastos.
    • Aumentar a quota do financiamento federal da saúde para 3% do PIB. Além de revogar a emenda do teto de gastos, reverter a renúncia tributária com planos de saúde progressivamente e implementar o ressarcimento dos planos de saúde ao SUS, com a cobrança das dívidas existentes.
    • Ampliar e fortalecer a rede pública na atenção primária, secundária e terciária, com expansão da entrega de medicamentos gratuitos subsidiados.
    • Criar um aplicativo do SUS.
    • Criar um teto de espera para procedimentos especializado e consultas

    Henrique Meirelles (MDB)

    • Retomar mutirões de saúde.
    • Ampliação dos serviços de atenção básica.
    • Fortalecimento e ampliação do Programa Saúde da Família.
    • Aumentar o acesso da população a consultas e exames através da informatização das unidades de saúde.
    • Promoção da recuperação financeira dos hospitais filantrópicos e Santas Casas.

    Jair Bolsonaro (PSL)

    • Criação de Prontuário Eletrônico Nacional Interligado, com informatização de postos, ambulatórios e hospitais, com dados de atendimento, com objetivo de reduzir custos.
    • Criação da carreira de Médico de Estado, para atendimento de áreas remotas e carentes do país.
    • Continuidade do programa Mais Médicos se os profissionais forem aprovados pelo Revalida.
    • Inclusão de profissionais de educação física no programa de Saúde da Família, para combater o sedentarismo e a obesidade.
    • Estabelecer assistência odontológica para as gestantes.

    João Amoêdo (Novo)

    • Famílias carentes receberão “vouchers” para pagar serviços privados de saúde, nos moldes do programa Bolsa Família.
    • Ampliação de parcerias público-privadas para a gestão de hospitais.
    • Expansão de programas de prevenção, como clínicas de família.
    • Criar consórcios de municípios para maior eficiência e gestão regionalizada de recursos e prioridades.
    • Eliminar as filas de espera com marcação de consultas por meio de plataformas digitais.

    João Goulart Filho (PPL)

    • Revogação da emenda do teto de gastos para aumentar os recursos de investimento na saúde.
    • Elevar o orçamento de saúde para 15% da receita corrente bruta da União.
    • Reestruturar a atenção primária à saúde para garantia do bom atendimento.
    Conheça os planos dos candidatos à presidência para a saúde

    Imagem: tribunadonorte

    Luis Inácio Lula da Silva / Fernando Haddad (PT)

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi julgado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No julgamento, a coligação PT – PcdoB – PROS recebeu um prazo de dez dias, até o dia 11 de setembro, para apresentar seu candidato substituto, que deverá ser o atual vice da chapa, o ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação Fernando Haddad.

    • Revogação da emenda do teto de gastos.
    • Recuperar os recursos dos royalties do petróleo e do Fundo Social do Pré-Sal para saúde e educação.
    • Implantação do prontuário eletrônico, para reunir o histórico de atendimento de saúde dos pacientes no SUS.
    • Implementação do Plano Nacional para o Envelhecimento Ativo e Saudável.
    • Aumento imediato e progressivo do financiamento da saúde.
    • Valorização dos trabalhadores da saúde.
    • Investimentos no complexo econômico-industrial da saúde.
    • Articulação entre municípios, Estados e União na área da saúde.
    • Diálogo permanente com a sociedade civil sobre o direito à saúde.

    Marina Silva – REDE

    • Recuperação do SUS, com aumento do investimento em atenção básica e médicos da família, melhoria nos postos de saúde.
    • Utilização de novas tecnologias para modernizar os serviços do SUS, agendamento eletrônico de consultas, criação de base única de dados do paciente, com prontuário eletrônico.
    • Integração da saúde mental com a atenção básica.
    • Fortalecimento das políticas que promovem qualidade de vida, prevenção de acidentes de trânsito, redução da violência, controle dos níveis de poluição do ar, alimentação saudável, redução do uso de agrotóxicos e apoio à agroecologia.

Plano de saúde cobre cirurgia de joanete?

Para muita gente que possui um joanete, a operação pode ser a solução para as dores e incômodos. Contudo, há uma dúvida comum: o plano de saúde cobre cirurgia de joanete? A resposta é: sim!

Um joanete ocorre quando há o inchaço do osso do dedão do pé, que forma uma protuberância lateral. As causas são diversas, e podem incluir fatores genéticos, sapatos apertados, artrite, problemas congênitos (como má formação) e tensão nos pés.

A cirurgia para a retirada da protuberância óssea está listada no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar. Na lista, ela aparece como operação para Hallux Valgus, o nome científico do problema. O Rol da ANS indica todos os procedimentos de cobertura obrigatória pelos planos de saúde no Brasil.

Plano de saúde cobre cirurgia de joanete?

Quando o plano de saúde cobre cirurgia de joanete?

Também chamada de artrodese de tarso, o joanete pode causar uma série de sintomas. A começar pela dor no pé afetado, que limita as atividades diárias do indivíduo. Também é comum o surgimento de um inchaço crônico no dedão, assim como a deformação dos outros dedos do pé. Muitos pacientes também não conseguem movimentar o dedão.

Nessas situações, é indicado que o indivíduo procure um médico e realize o diagnóstico da condição. Caso ela prejudique a saúde, o especialista poderá indicar a realização da cirurgia. Há quadros, porém, que não requerem uma operação. Aqui, a artrodese pode ser tratada de forma menos invasiva, como por meio do uso de palmilhas ortopédicas, por exemplo.

É importante destacar, de qualquer forma, que o plano de saúde cobre cirurgia de joanete apenas quando a protuberância afeta a saúde do paciente. Quando a operação tem objetivo apenas estético, ela pode ser negada pela empresa de serviços. Por isso é tão importante realizar o diagnóstico e contar com a indicação médica.

Como é feita a operação?

O tipo de cirurgia indicada para o tratamento do Hallux Valgus varia de acordo com a idade do paciente e a gravidade de seu quadro. O método mais comum, contudo, consiste na raspagem do excesso de osso, o que   coloca o pé em seu formato e posição adequados. Para garantir a fixação deste posicionamento, podem ser utilizadas próteses ou parafusos.

Normalmente, a cirurgia é rápida e feita no consultório do ortopedista. O indivíduo recebe anestesia local, e em poucas horas obtém alta. O intervalo para recuperação total, contudo, costuma ser bem maior.

Geralmente, o paciente tem sua locomoção restrita por cerca de 2 meses, e depois passa mais um período utilizando muleta. O pós-operatório também consiste no uso de analgésicos e anti-inflamatórios, que diminuem a dor.

Plano de saúde cobre internação?

Segundo as regras da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), todo plano de saúde cobre internação. Contudo, há limitações de tempo para o atendimento, que variam de acordo com a segmentação do serviço contratado.

Existem quatro segmentações básicas definidas pela ANS, que podem ser combinadas para a obtenção de um plano mais completo. São elas: Ambulatorial, Hospitalar, Obstetrícia e Odontológica. Para cada divisão, há uma lista obrigatória de procedimentos a serem realizados, definida pelo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.

Plano de saúde cobre internação?

Quando o plano de saúde cobre internação?

Dentre todas as coberturas, a mais básica e com maior limitação para internação é o Ambulatorial. O plano funciona muito bem para realização de exames, diagnósticos e tratamentos. Caso seja necessária internação, porém, a segmentação cobre apenas as 12 primeiras horas de atendimento. Quando esse tempo é ultrapassado, as despesas seguintes são de responsabilidade do paciente.

Já o plano Hospitalar garante a internação pelo tempo necessário indicado pelo médico. Já se a internação tiver o parto como objetivo, é necessário que o plano seja Obstetrício. Nesse caso, o bebê também é coberto pelos serviços de cuidado e permanência no hospital por até 30 dias após o parto.

Finalmente, um plano com cobertura exclusivamente odontológica também permite a internação, mas desde que ela esteja relacionada ao cuidado bucal.

Dessa forma, antes da contratação do plano de saúde, é fundamental ter atenção ao que ele cobre. Mesmo que não seja um objetivo, uma internação pode ser necessária, e o plano hospitalar costuma ser o mais indicado. Em um imprevisto, tente negociar novos serviços com a operadora. Há casos em que a troca de plano não requer tempo de carência, e permite o uso imediato da nova cobertura.

Atenção ao tempo de carência!

Quando contrata um plano de saúde pela primeira vez na operadora, o consumidor precisa cumprir o chamado tempo de carência. Ou seja, precisa aguardar um período de tempo antes de poder utilizar os atendimentos contratados. Porém, a internação do paciente pode ser uma emergência, e então existem regras específicas sobre o assunto.

Nessa situação, mesmo que esteja em período de carência, o consumidor deve poder utilizar a internação por até 12 horas. Após esse intervalo, as despesas geradas no hospital passam a ser responsabilidade do paciente.

Para contar com outros atendimentos, também é importante considerar o período de carência de cada um. Partos, por exemplo, só podem ser realizados 300 dias após a assinatura do contrato de serviço. Já procedimentos de alta complexidade para o tratamento de doenças preexistentes só podem ser feitos 24 meses após a contratação. Enquanto isso, as demais assistências têm prazo de 180 dias para começarem a acontecer.

Plano de saúde cobre quiropraxia?

Se você se pergunta se o plano de saúde cobre quiropraxia, a resposta é não. Isso porque, a técnica não está listada no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS. O Rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar indica todos os procedimentos de cobertura obrigatória pelos planos de saúde.

Um dos principais motivos para a não listagem da técnica pela ANS é que ela ainda é considerada um método alternativo. Segundo uma pesquisa publicada em 2011, não há prova de que essa intervenção seja melhor ou pior do que outros métodos. Neste quesito, ela pode ser considerada semelhante à acupuntura: tem bons resultados, mas não substitui os métodos comuns de tratamento.Plano de saúde cobre quiropraxia?

Plano de saúde cobre quiropraxia em algum momento?

Não listada no Rol, e sem eficácia médica comprovada, o plano de saúde nunca cobre a quiropraxia. Ainda assim, o indivíduo pode realizá-la quitando as sessões do próprio bolso. Para isso, é importante procurar um profissional da área. Apesar do que muitos acreditam, a técnica não funciona como uma massagem comum e, por isso, nem todos podem executá-la.

De qualquer forma, também é fundamental que o paciente obtenha indicação médica antes de iniciar a quiropraxia. Isso porque, é necessário fazer o diagnóstico detalhado da condição do seu corpo, e verificar quais intervenções são mais indicadas. Uma questão grave na coluna, por exemplo, poderia ser agravada por movimentos quiropráxicos.

Mas afinal, o que é a quiropraxia?

A quiropraxia é uma técnica milenar, muito utilizada em séculos passados pelos egípcios, hindus e chineses. A técnica moderna, contudo, data do século XIX, quando David Palmer desenvolveu e listou uma série de conhecimentos sobre a realização dos movimentos quiropráxicos.

Resumidamente, o método trabalha o relacionamento entre a estrutura musculoesquelética e seu fluxo de informação, que é levado ao sistema nervoso e gera movimento. A técnica é realizada por meio do chamado ajuste, uma série de manobras rápidas com o corpo. Indolores, essas manobras costumam gerar estalido, e “realinhar” os ossos e articulações.

Entre outras, a quiropraxia é indicada para a melhora na postura e para a diminuição de dores musculares. Ao mesmo tempo, ela pode funcionar para o alívio de dores de cabeça e ciáticas. Ainda costuma ser empregada para o cuidado com a coluna vertebral, para o tratamento de articulações como o punho e tornozelos, e contra a bronquite asmática e cólicas menstruais.

Os efeitos do método variam de acordo com o indivíduo. Em todo o caso, nunca dispense o diagnóstico médico e o tratamento por métodos mais convencionais, caso estes sejam indicados pelo especialista.

Qual a carência do plano de saúde Hapvida

Na busca de um serviço garantir o auxílio a sua saúde? Não sabia que precisaria esperar para utilizar a cobertura contratada? Veja como funciona a carência do plano de saúde Hapvida.

O plano de saúde protege você e sua família de qualquer acidente e vários tipos de doenças, no sentindo de auxiliar no tratamento. No entanto, é importante saber que pode não ser possível usar a cobertura desde o primeiro dia.

Você precisa se informar sobre quanto tempo vai ser preciso esperar antes de usar todas as coberturas contratadas. Aqui, vai descobrir como funciona a carência do plano de saúde Hapvida.

Qual a carência do plano de saúde Hapvida

Do que se trata a carência do plano de saúde Hapvida?

O período de carência do plano de saúde Hapvida trata do tempo que você tem que esperar para começar a desfrutar os benefícios que foram contratados.

As operadoras de planos de saúde estabelecem este período para se protegerem daqueles clientes que procuram essa opção de mercado em vista a resolver qualquer doença ou necessidade médica, porém, quando conseguem o desejado desistem da cobertura.

Além disso, existe uma outra razão para as seguradoras incluírem um tempo de carência. Buscam impedir que os clientes que procuram cuidado por uma doença preexistente.

Como funciona o período de carência do plano de saúde Hapvida?

Para que você que busca uma forma de garantir deu bem-estar, se interessou pela empresa e quer conhecer como funciona o período de carência do plano de saúde Hapvida, a seguir vai encontrar as informações que esperou até aqui para saber.

  • Atendimento para situações emergenciais com um tempo de carência de vinte e quatro horas.
  • Exames de proporção mediana devem aguardar 90 dias.
  • Parto e maternidade tem carência é de trezentos dias.
  • Internações clínicas e cirúrgicas, além de e exames considerados como de alta complexidade, possuem carência de 180 dias.
  • A maior parte dos atendimentos odontológicos podem ser efetuados após sessenta
  • Doenças pré-existentes e lesões precisam respeitar o prazo de 730 dias.
  • Procedimentos ambulatoriais, exames complementares e consultas eletivas devem aguardar 30 dias. No caso dos exames existem exceções no caso de imunológicos, hormonais e PAC.

Veja o período de carência do plano de saúde Hapvida e observe se é aquilo que procura. Procure saber mais sobre as vantagens daquilo que vai contratar e se o seu perfil se enquadra, ou, se existem restrições.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

Plano de saúde Unimed cobre cirurgia bariátrica?

A obesidade é um problema mundial. Se você sofre com ela pode querer reverter esse quadro. Nesse artigo você vai saber se o plano de saúde Unimed cobre cirurgia bariátrica.

A obesidade é um problema sério de saúde que afeta grande parte da população em todo o mundo. É possível ver a complexidade desse problema pela forma como a OMS trata a questão.

Dados do IBGE mostram que mais da metade da população adulta do Brasil está com sobrepeso, sem contar uma boa parcela das crianças. Essa é uma situação complexa para toda a sociedade e não apenas por aqueles que sofrem com a obesidade.

Dito isso, você chegou aqui para saber se o plano de saúde Unimed cobre cirurgia bariátrica, portanto, continue a ler para ter sua resposta.

Plano de saúde Unimed cobre cirurgia bariátrica?

O que é a cirurgia bariátrica?

Muitos tratam a cirurgia bariátrica pela alcunha de redução de estômago. Esse é um procedimento cirúrgico indicado para pessoas que se encontram com obesidade mórbida e tem no recurso citado uma possibilidade de reaver a saúde e qualidade de vida. A cirurgia é um encaminhamento comum para indivíduos que possuam IMC igual ou maior que 40.

A cirurgia bariátrica consiste na retirada de parte do estômago que depois deve ser costurado. Ao diminuir a capacidade de armazenar os alimentos ingeridos, a pessoa passa a comer em menor quantidade.

O plano de saúde Unimed cobre cirurgia bariátrica?

A ANS dispõe de um rol de procedimentos que são obrigatórios na cobertura dos planos de saúde. Eles são divididos de acordo com o tipo de modalidade contratada, elas podem ser:

  • Ambulatoriais
  • Hospitalares
  • Odontológicas

Caso você tenha contrata o plano hospitalar ou referência, isso faz com que a resposta para sua pergunta seja “sim”, o plano de saúde Unimed cobre cirurgia bariátrica, lembrando que ele é obrigado a fazê-lo.

Saiba que você não pode assinar o contrato junto a operadora de plano de saúde e buscar a cirurgia, pois é preciso um tempo de carência. De acordo com a ANS é preciso esperar 180 dias antes de fazer a solicitação, salvo os casos urgentes quando o prazo cai para 24 horas.

Veja se contratou a cobertura correta, pois, o plano não pode se negar a arcar com o procedimento cirúrgico. Só existe a recusa em casos do paciente estar inserido na modalidade ambulatorial ou odontológica.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

Plano de saúde cobre blefaroplastia?

O excesso de pele nas pálpebras está incomodando? Procura um tratamento cirúrgico para resolver o problema? Saiba se o plano de saúde cobre blefaroplastia.

Já há alguns anos, o brasileiro busca correções no corpo pelo viés das cirurgias plásticas. Com isso, o Brasil é considerado o segundo país do mundo nesses tipos de procedimentos. Por esse motivo, sempre surge a pergunta se as operadoras de planos de saúde são obrigadas a arcar com os desejos corretivos de seus clientes.

É fato que a questão estética não é a única propulsora para a busca de tais procedimentos. Você que está lendo esse texto agora, pode estar em busca de algo que seja um ganho para sua qualidade de vida. Para aquele que se questiona se o plano de saúde cobre blefaroplastia, sua pergunta vai ser respondida a seguir.Plano de saúde cobre blefaroplastia?

Do que trata a blefaroplastia?

É algo comum que a pele nas pálpebras passe a ter um determinado excesso com o avançar dos anos de sua vida, com isso, em algum momento pode sentir um desconforto estético ou um incômodo que se reflete na qualidade de vida.

A pele começa a ter um caráter mais frouxo causando uma aparência cansada e pode terminar por afetar a amplitude da visão. A fim de resolver essas questões muitas pessoas – principalmente mulheres – costumam ver na blefaroplastia um mecanismo de correção dos problemas. Essa perturbação estética pode ocorrer por vários fatores como: genética, gravidade, idade mais avançada, tabagismo, influência racial, exposição solar, entre outros.

Ao recorrer ao procedimento cirúrgico, busca-se diminuir o excesso de pele, o que cria uma aparência jovial e reduz o encobrimento da visão.

É verdade que o plano de saúde cobre blefaroplastia?

A primeira resposta para essa pergunta é “sim”. O plano de saúde cobre blefaroplastia, porém, ele não tem obrigação legal de arcar com procedimentos estéticos de seus clientes. Essa questão consta junto a órgão regulador, a ANS.

É preciso que você se informe sobre os benefícios que o seu plano pode oferecer. As operadoras que incluem cirurgias plásticas em sua cobertura são diferenciados, também por isso, costumam ser mais caros.

Os planos não são iguais – e não tem a obrigação de ser – por isso, veja se aquele que foi contrato é capaz de contemplar os seus anseios.

Vale lembrar que o caso pode mudar de figura se for uma indicação médica, quando ela afirma com provas que a cirurgia é necessária para a saúde do postulante. Apesar de não ser certeza a aprovação do pedido, o processo deve ser analisado pelo plano.

O plano de saúde cobre blefaroplastia, mas é preciso ver se aquele contratado conta com a cobertura deseja. Em outros casos é preciso indicação médica e um processo que prove a necessidade do procedimento.

Quando fazer ou não uma cirurgia plástica?

O momento de fazer uma cirurgia plástica deve ser decidido com clama e pensando em todos os prós e contras desse procedimento. Entenda um pouco melhor sobre esse procedimento e saiba avaliar os riscos.

O mercado da beleza está em alta, as pessoas buscam ficar mais bonitas por uma questão estética e para isso recorrem a cosméticos e a cirurgia plástica.

Uma prova disso é que o setor de cosméticos apresentou um crescimento de 3,2% de 2017 para 2018 e para esse ano tem-se uma projeção de 7,5% no aumento do faturamento.

Isso faz com que o Brasil seja o 3º maior mercado consumidor de cosméticos perdendo apenas para a China e Estados Unidos.

Quando o assunto é cirurgia plástica os números não param de crescer. Um censo 2016 da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) apontou que os procedimentos por questões estéticas tiveram um crescimento de 8% e as cirurgias reconstrutoras aumentaram 23%.

As cirurgias mais procuradas são a de aumento das mamas seguida pela lipoaspiração, dermolipectomia abdominal, mastopexia e redução das mamas.

Quando o assunto são os jovens, um levantamento da USP indicou que o Brasil é o país que lidera o ranking dos que buscam por cirurgias plásticas. São cerca de 90 mil por ano, fazendo com que fizemos em 1º lugar, passando os Estados Unidos.

Os motivos que levam a essa procura pode ser a dificuldade de aceitação do próprio corpo, comum a idade ou a grande influência da mídia para que se tenha um corpo perfeito. Porém é preciso ter atenção se trata apenas de uma melhoria estética ou uma doença psicológica como a dismorfofobia.

Entretanto, a procura por procedimentos estéticos não fica resumida apenas aos jovens, são pessoas de todas as idades que os procuram.

Em 2015, em todo o país, foram realizadas cerca de 1,4 cirurgias plásticas e 1,1 de procedimentos estéticos.

Apesar das cirurgias ainda serem bastante procuradas, os procedimentos estéticos não cirúrgicos têm apresentado um grande aumento. Entre os anos de 2014 e 2016 ele teve um crescimento de 390%.

Dentre os procedimentos mais procurados estão o preenchimento, toxina botulínica (botox), peeling, laser e suspensão com fios. Mesmo não sendo considerado um procedimento cirúrgico eles ainda presentam os seus riscos.

Quando fazer ou não uma cirurgia plástica?

Tratamento estético x cirurgias plástica

Pode haver confusão entre a cirurgia plástica e os procedimentos estéticos uma vez que ambos podem ajudar a melhorar a aparência e devem ser realizado por um profissional habilitado.

As cirurgias plásticas são consideras tratamentos invasivos, isso porque precisam realizar cortes para que uma parte do corpo possa ser reparada.

Ela deve ser realizada em um hospital por uma equipe médica e com anestesia. O paciente que se submete ao procedimento precisará de alguns dias de recuperação.

É possível que seja realizada uma cirurgia plástica apenas estética com o objetivo de corrigir alguma imperfeição que esteja incomodando a pessoa.

Há também as cirurgias reparadoras, elas têm o objetivo de corrigir algum defeito ou deformidade que possa trazer danos à saúde.

Já os tratamentos estéticos como o próprio nome diz, são voltados a melhorar a aparência física e são feitos utilizando cremes, aparelhos e substâncias que podem ser aplicadas sobre a pele ou injetadas.

Dentre esses procedimentos estéticos está a aplicação de laser, peeling e botox.

Eles não necessariamente precisam ser feitos em um hospital, mas devem ocorrer em uma clínica que possui estrutura para tal e só pode ser realizado por profissionais habilitados.

Quando optar pela cirurgia plástica?

A cirurgia plástica é um procedimento que fará uma modificação irreversível e, por isso, quando se trata de questões estéticas, precisa ser muito bem avaliada.

Decidir passar por um procedimento desses não deve ocorrer de uma hora para outra, antes é preciso avaliar a real necessidade.

Pense no que deseja mudar – Reflita sobre os motivos que te fazer querer mudar alguma parte do corpo e o porquê ele pode estar incomodando. Fazer a mudança apenas porque está na moda pode ser um grande erro, isso porque com o passar do tempo as tendências mudam.

Avalie a sua saúde – se a sua saúde anda debilitada esse não é o momento certo de passar por uma cirurgia. Isso poderia a levar a sérias complicações.

É necessário ter atenção quando se fala de saúde, pois ela engloba o dedico e o emocional. Se houver qualquer problema em um desses campos deve-se buscar primeiro ajuda para somente após tomar uma decisão desse porte.

A dismorfofobia que faz com que a pessoa se veja de forma distorcida no espelho é um problema psicológico e quando a pessoa o possui, mesmo que realizada uma plástica continuará insatisfeita com o seu corpo, então, um tratamento médico é o mais adequado.

Considere a sua idade – Quando muito jovem o corpo ainda está passando por transformações e fazer uma intervenção nesse momento pode ser que seja perda de tempo uma vez que ainda haverá mudanças.

Avalie se estar no melhor momento para realizar o procedimento ou se é melhor esperar mais um pouco. O médico poderá dar essa orientação.

Conheça o procedimento a ser realizado – Sabe o que será feito pode ajudar a decidir se quer ou não se submeter a uma plástica, pois, conforme o tempo de recuperação e tipo de intervenção será necessário cuidados específicos.

Se a imperfeição for pequena pode ser que alguns procedimentos estéticos ajudem a minimizar o problema, sem que sejam tão evasivos. Hoje, quem deseja perder algumas gordurinhas não necessariamente precisa fazer uma lipoaspiração, pode recorrer a diferentes procedimentos estéticos que são menos doloridos e bastante eficazes.

O resultado te deixará satisfeita – Esse é outro questionamento que ajudará a saber se deve ou não fazer uma cirurgia plástica.

Pense em como será o resultado e se ele realmente irá te satisfazer, pode ser que o que esteja buscando não seja possível de alcançar.

Converse com um médico – Não é você que diz se o seu corpo realmente precisa passar por um procedimento cirúrgico, mas sim, o médico.

Converse com um profissional para saber se o seu deseja é uma necessidade real, se existe recomendação e quais seriam as vantagens e desvantagens.

Somente após receber todas as recomendações e aprovação de um médico e que deve avaliar essa possibilidade.

Os riscos da cirurgia plástica

Após considerar se vale a pena fazer uma cirurgia plástica é preciso considerar os riscos, pois, eles são reais.

Alguns são considerados mais frequentes pelos médicos, mas, nem por isso deixam de merecer a atenção. Outros podem levar a sérias complicações e em alguns casos causar o óbito do paciente.

Veja uma lista com alguns deles.

Hematomas e manchas

Isso costuma acontecer com quase todos os pacientes devido aos cortes e acumulo de sangue na região.

Eles podem causar um pouco de dor e com o uso de pomadas tendem a desaparecer em algumas semanas.

Acumulo de líquido

Dependendo do local operado é indicado o uso de faixas para evitar que o liquido se acumule, deixe a pele inchada ou cause uma complicação mais grave.

Infecção

Ela pode ocorrer devido a diversos motivos como uma rejeição do corpo pela prótese ou falta de cuidados pós operatório.

Quando o procedimento não é realizado por um profissional habilitado ou em um espaço esterilizado corretamente a infecção é mais frequente e pode ser mais grave.

Essa precisa ser tratada com o uso de medicamento e, em alguns casos até mesmo a realização de um novo procedimento.

Quando não recebe a devida atenção pode levar o paciente a óbito.

Trombose

Ocorre pela formação de coágulos pelo próprio corpo que podem entupir as veias e artérias e levar o paciente a morte.

É fundamental que sejam realizados os exames pré-operatórios e acompanhamento médico para diminuir esse risco e em caso de suspeita deve-se buscar por ajuda.

Cirurgias ilegais

Todos esses riscos podem ser agravados se o procedimento for realizado por um profissional não habilitado e sem que haja os cuidados necessários.

Milhares de mulheres buscam por essas clínicas ilegais para realizar o procedimento, pois, neles encontram um preço mais acessível.

O problema é que não possuem os recursos necessários e as chances de ocorrer uma complicação são muito maiores. Recentemente foram divulgadas diversas notícias de pessoas que morreram em decorrência de procedimentos em locais clandestinos.

Para saber quando é o momento de fazer uma cirurgia plástica é preciso pensar com cuidado na escolha, avaliando se vale a pena correr os riscos e qual será o resultado final.

Nenhuma decisão deve ser tomada sem que haja o aval médico e sempre deve-se procurar por profissionais e locais habilitados.

Quando se senti segura e confiante, saberá é que a hora de realizar a sua cirurgia plástica. Se esse não for o momento, pode optar por um procedimento estético.

Plano de saúde Unimed cobre otoplastia

Assim que o médico indica a realização da cirurgia plástica das orelhas, surge a dúvida: “será que o plano de saúde Unimed cobre otoplastia?”. A resposta é não, mas com ressaltas. De modo geral, a negativa existe porque o procedimento não está listado no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS.

O Rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar é a lista de todos os atendimentos e tratamentos com cobertura obrigatória pelos planos de saúde. Assim como muitas outras, a otoplastia não é coberta porque é considerada uma cirurgia estética. Ou seja, sua realização não afeta diretamente a saúde do paciente, e por isso não precisa ser coberta.

Plano de saúde Unimed cobre otoplastia

Em que possibilidades o plano de saúde Unimed cobre otoplastia?

No entanto, há situações em que a cirurgia não é tratada apenas como estética. Ou seja, em que ela não funciona apenas para a diminuição do tamanho das orelhas. Um destes casos é a realização do procedimento para o tratamento de sequelas de traumas.

A otoplastia também pode ser utilizada para o tratamento da ausência congênita das orelhas, ou das chamadas orelhas constritas. Há, ainda, a possibilidade da chamada microtia. O problema consiste no subdesenvolvimento da orelha, o que pode causar dificuldades de audição, ou mesmo surdez.

Nessas ocorrências, caso o médico verifique risco para a saúde do paciente, o plano pode ser obrigado a cobrir a operação. Esse é o termo-chave: risco para a saúde. Caso ele não exista, e a cirurgia não seja reparadora, o procedimento continuará sendo tratado como estético e, portanto, não coberto.

E se o plano se negar a cobrir?

É importante primeiro entrar em contato com a Unimed e expor o caso. Se a questão não for resolvida, o passo seguinte deverá ser o contato com a ANS, para que ela intermedeie a negociação. Em uma última situação, o consumidor pode requerer seu direito na Justiça.

Tratando-se de uma questão de saúde, é comum que as decisões judiciais sejam proferidas rapidamente. Se ficar decidido que a cirurgia não é uma questão de saúde, o plano fica desobrigado a quitar os valores do procedimento, e assim os custos tornam-se responsabilidade do consumidor.

De qualquer forma, todas as consultas e exames de diagnóstico ainda poderão ser realizados pela Unimed, uma vez há cobertura para estes serviços.

Em todo caso, a idade mínima para a realização de uma otoplastia é de seis anos de idade. Isso porque, segundo especialistas, nessa idade ainda não houve a finalização do crescimento das orelhas. Logo, a operação não vai interferir no processo.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

Distúrbios alimentares: saiba tudo sobre eles

São diversos distúrbios alimentares e muitos deles são pouco conhecidos. Conheça sobre alguns deles e veja como esse problema pode afetar um grande número de pessoas.

Atualmente temos a busca incansável pela beleza, e para atingir o grau de perfeição imposto pela sociedade, algumas pessoas colocam à sua saúde em risco.

Uma comprovação desse fato são os distúrbios alimentares, eles são doenças psicológicas causadas por diferentes fatores.

Entre os mais comuns está o culto pelo corpo perfeito, mas ainda existem os distúrbios emocionais, sentimento de culpa, baixa autoestima, questões hormonais, dependência química, maus hábitos alimentares e a distorção da imagem corporal.

Em todos os casos ele pode ocasionar problemas de saúde prejudicando o sono, capacidade de trabalho e algumas situações mais graves como problemas no funcionamento dos órgãos e até mesmo a morte.

Para que se tenha uma ideia, cerca de 1% a 5% da população mundial sofre de algum distúrbio alimentar. No Brasil esse percentual fica em torno de 3%.

É difícil fazer um levantamento preciso, pois muitos sentem vergonha do problema e não falam sobre ele ou procuram ajuda médica.

Um estudo do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos apontou que cerca de 70 milhões de pessoas no mundo sofrem com esse tipo de transtorno. O mais preocupante é o número de mortes que ele causa chegando a 20% dos doentes.

Esse é a doença psicológica que mais causa morte no mundo, em média, 1 a cada 62 minutos.

A questão é que a busca pelo corpo perfeito tem aumentado e isso pode influenciar diretamente esses números.

Em 2015, o Groupon, realizou uma pesquisa em alguns países da América do Sul, no Brasil 49,33% das mulheres tinham uma preocupação com o seu peso, já entre os homens esse percentual chegava a 57,09%.

O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido em 2017, contatou que os cuidados com o corpo estava afetando cada vez mais os homens. Quando acreditam que estavam com excesso de peso exageram nos exercícios e faziam uso de medicamentos sem indicação médica e anabolizantes.

Por isso, transtornos alimentares que antes eram mais frequentes nas mulheres, agora começam a atingir mais os homens.

A verdade é que os portadores de transtornos alimentares demoram para reconhecer que possuem algum problema ou a aceitar isso, o que pode dificultar o diagnóstico e tratamento.

Além disso, existem diferentes tipos de distúrbios alimentares. Veja alguns deles.Distúrbios alimentares, saiba tudo sobre eles

Bulimia Nervosa

Esse é um problema que atinge cerca de 1.5% das mulheres e 0,5% dos homens e começa por volta dos 20 anos.

A pessoa que sofre de bulimia tem compulsão alimentar, ela come de forma descontrolada e depois tenta compensar isso.

Fazer exercícios em excesso e ficar em jejum são apenas algumas das atitudes adotadas.

É bastante comum o uso de laxantes e diuréticos e o fato de provocar vômitos após as refeições.

Em resumo, a pessoa come muito, tem uma rápida sensação de bem-estar e na sequência se sente culpada, o que faz com que provoque os vômitos.

Os problemas que começam a ocorrer são a garganta inflamada, desidratação destruição do esmalte dental e desconforto intestinal.

O que diferencia a bulimia da anorexia é que nesse caso a pessoa consegue manter um peso considerado saudável.

Anorexia Nervosa

Esse é um dos transtornos alimentares mais comuns e faz com que a pessoa se veja com excesso de peso, mesmo quando ela está abaixo do indicado.

Ao se olhar no espelho se vê gorda e, por isso, acaba tendo medo de comer. A alimentação é cortada e ocorre a falta de ingestão de nutrientes.

Para não engordar a dieta é bastante restritiva e a prática de exercícios excessiva. É comum também a provocação de vômitos e o uso de medicamentos para eliminar o que foi comido.

Ela é mais comum em mulheres e começa por volta dos 17 anos. Para se ter uma ideia, cerca de 10% das mulheres sofrem da anorexia e uma a cada 5 pessoas com o problema acaba morrendo.

Isso impacta no ciclo menstrual, gastrite, ressecamento da pele e outros.

Picacismo/ Alotriofagia

Esse é um transtorno pouco conhecido e muitas vezes é chamado de desejo de grávida. Isso talvez seja pelo fato de ele ser bastante notado durante a gestação.

Um estudo de uma maternidade escola do Rio de Janeiro detectou que de 227, 14,4% deles apresentavam o Picacismo.

A pessoa que está com a doença ingere substâncias que não possuem nenhum valor nutritivo como terra ou cabelo.

Os principais problemas nesse caso estão relacionados a intoxicação e no sistema digestivo.

Ortorexia

Ela acontece quando existe um excesso de preocupação com alimentação, a pessoa passa a estudar os alimentos e busca de forma exagerada apenas ingerir “alimentos saudáveis”. Os que possuem agrotóxicos ou qualquer aditivo são excluídos do cardápio.

A questão não está em ingerir alimentos saudáveis, o problema é que se cria uma restrição tão grande que a pessoa deixa de ingerir certos nutrientes necessários.

A Ortorexia também pode levar a perda de peso excessiva, anemia e desnutrição. O corpo fica debilitado.

Há ainda o problema social, pois, a pessoa não como o que não for preparado em sua casa o que acaba provocando o isolamento.

O tratamento ocorre com a orientação de um nutricionista e sessões com psicólogo.

Hipergafia

Esse é um transtorno alimentar que ocorre por conta de um evento traumático, pode ser a morte de alguém querido, um acidente e outro.

Para compensar essa perda a pessoa passa a comer de forma descontrolada e ocorre o ganho de peso, ansiedade, sintomas depressivos e em algumas situações ele se sente culpada por comer.

Vigorexia

Nesse caso a pessoa começa a ver o seu corpo de forma distorcida, ela se acha menor do que realmente é.

Então começa a busca por um corpo forte e musculoso com excesso de exercícios. Como muitas vezes isso não dá o resultado esperado, entram as substâncias químicas.

O uso de suplementos alimentares sem recomendação médica, esteroides e anabolizantes passa a ser frequente juntamente com as dietas restritivas.

É comum surgirem problemas de saúde e até mesmo transtornos psíquicos por conta da dependência dessas drogas.Distúrbios alimentares, saiba tudo sobre eles

Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP)

Nesse transtorno a pessoa come uma grande quantidade de alimentos a cada período. Por exemplo, a cada 2 ou 3 horas.

A pessoa passa a comer muito rápido e não possui controle sobre o que comeu e isso pode lhe causar depressão, vergonha e sobrepeso.

Cerca de 27 e 47% dos pacientes que realizar uma cirurgia bariátrica sofrem com o transtorno, pois, de alguma forma tentam compensar o que comiam antes.

Isso acontece com mais frequência quando não se tem uma preparação correta antes de cirurgia, com o auxílio de psicólogos que possam atestar que o paciente está pronto para ela.

Drunkorexia

Esse é uma doença que surge da combinação da anorexia nervosa com o uso excessivo do álcool.

Para não ingerir grandes quantidades de comida a pessoa começa a usar o álcool para inibir a fome.

Os problemas ocorrerem tanto por conta da redução da alimentação que pode deixar faltar nutrientes como pelo excesso do álcool.

Agora já conhece um pouco sobre transtorno alimentar, e caso perceba alguns dos sintomas sabe que é preciso de tratamento médico.