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Como funciona o seguro auto?

Ter um seguro de carro pode ser um ótimo modo de evitar dores de cabeça com o veículo. Pensando em contratar o seu? Então, você veio ao texto certo! Acompanhe o artigo e descubra tudo o que você precisa sobre a proteção para o seu automóvel!

Ao contratar um seguro auto, o consumidor obtém uma série de benefícios. O primeiro deles é o auxílio em caso de sinistro, em que o usuário recebe indenização. Dessa forma, o motorista não têm prejuízos com o veículo.

Outra vantagem do seguro de carro é que as seguradoras ajudam a cuidar do carro. Assim, se for necessário realizar manutenção, ou mesmo guinchar o veículo, basta ligar para a empresa. Com o serviço de assistência 24 horas e oficinas credenciadas, a companhia de seguros facilita muito a resolução destes pequenos problemas.

Com o seguro automotivo, ainda é possível ressarcir o prejuízo de outros consumidores. Basta contratar a cobertura específica a este objetivo.

Apesar de todas essas vantagens, 70% dos veículos no Brasil ainda não contam com seguro. São aproximadamente 30 milhões de carros, que oferecerão enorme prejuízo aos seus donos em caso de sinistro. Afinal de contas, o motorista que não contrata a proteção precisa arcar sozinho com os danos no veículo, sem auxílio de uma seguradora.

A situação fica ainda pior quando a perda do carro é integral, como explicaremos logo mais. Você não quer passar por problemas deste tipo, não é mesmo? Então, é hora de contratar o seu seguro! Ou quem sabe você já possui um, mas deseja saber mais sobre os seus direitos e deveres? Esse texto vai abordar tudo o que você precisa sobre seguros de carro. Continue lendo!

Como funciona o seguro auto?

Imagem: Getty

Como o preço do seguro é definido?

Antes mesmo de falar das coberturas de um seguro, é essencial falarmos sobre um ponto que preocupa os motoristas: o preço da proteção. Muita gente acha que um seguro é caro, e que pode não valer a pena. Este é um enorme engano. Ao comparar os prejuízos possíveis com o carro, e os custos de um seguro, é fácil perceber que a mensalidade da proteção fica muito mais em conta.

Além disso, o preço dos seguros pode variar muito. Primeiro, segundo vários fatores avaliados na análise de perfil de risco do carro e do motorista. Entre estes fatores estão, por exemplo, o modelo do veículo e a idade do motorista. Os custos da proteção também variam conforme a seguradora, pois cada uma delas dá peso diferente a um aspecto de avaliação.

Outro aspecto que pode tornar o seguro mais barato é contratar o chamado seguro popular. Com ele, o consumidor autoriza que, após um sinistro, peças reutilizadas sejam instaladas no carro. Como essas peças são mais baratas, o custo da proteção também será.

Perfil de risco: por que dizer a verdade?

Mas voltemos aos fatores de avaliação do seguro. Na hora de cotar a proteção para o seu carro, o consumidor precisa responder a um questionário. Este questionário vai indicar uma série de informações sobre o seu perfil, e permitir à seguradora a estimativa do seguro. Quanto maior o perfil de risco do segurado, mais caro costuma ser o seguro.

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Citaremos os principais fatores a seguir. Muitos deles tornarão o seguro mais caro na hora de cotá-lo com a seguradora. Apesar disso, é essencial que você informe todos os seus dados corretamente à empresa.

De nada adianta mentir à seguradora para pagar menos pela proteção. Após um sinistro, a empresa vai avaliar se os dados apresentados são condizentes com a realidade. Caso não sejam, a companhia poderá alegar fraude por parte do consumidor, e negar a indenização. Assim, o usuário terá enorme prejuízo.

Por isso, nada de indicar seu pai como o motorista principal do carro, se você é o único que utiliza o veículo. Seu seguro se tornaria, sim, mais barato, pois seu pai tem mais experiência ao volante. Ou seja, ele tem perfil de risco menor do que o seu, que acabou de tirar a CNH. Porém, você corre o risco de não receber a indenização quando precisar, e ainda pode sofrer processo judicial por parte da empresa.

Dito isso, é hora de apresentar os fatores avaliados pelas seguradoras para definir o preço do seguro auto. Acompanhe os tópicos a seguir!

1. Uso do veículo

Quanto mais o veículo é utilizado, mais caro é o seu seguro. Por isso, quem transita com o carro no dia a dia paga valor X por sua proteção. Já quem trabalha com o veículo, como por serviço de transporte particular ou visitando clientes dirigindo o carro, paga X e mais um pouco. Enquanto isso, o motorista que mantém o carro na garagem, usando-o mais no fim de semana, ou só viajando, paga pouco menos que X.

2. Sexo do motorista

Estatisticamente, os homens se envolvem mais em acidentes de trânsito do que as mulheres. Por isso, as seguradoras tornam o seguro das motoristas mulheres mais barato. Afinal, as chances de que a empresa precise pagar indenização para elas serão menores.

3. Idade do motorista

As seguradoras consideram que, quanto maior a experiência do condutor ao volante, menores as chances dele sofrer um sinistro. Por isso, os motoristas com mais de 25 anos de idade pagam menos pela proteção. Em contrapartida, usuários entre 18 e 25 anos têm seguro mais caro.

A idade dos filhos do segurado também é considerada. Se os filhos têm entre 18 e 25 anos, a seguradora entende que esses indivíduos podem dirigir o carro, mesmo que esporadicamente. Então, haverá maior risco de sinistro, que precisa ser avaliado na cotação do seguro.

Vale pesquisar bastante o preço do seu seguro, pois as empresas dão maior ou menor peso à idade no momento da cotação. Algumas delas também oferecem desconto para motoristas com mais de dez anos de habilitação.

Na hora de fazer a cotação, é preciso indicar o condutor principal do carro e também os condutores secundários do veículo. Ou seja, aqueles que também utilizam o automóvel com frequência. Omitir um motorista poderá causar problemas no futuro.

4. Estado civil do condutor

Motoristas solteiros e divorciados pagam mais caro pelo seguro. Em compensação, os usuários casados pagam menos. Isso acontece porque o índice de sinistros é maior nos primeiros grupos, já que solteiros e divorciados costumam ter uma vida mais “agitada”.

5. Local de residência e tráfego

Quando a área de tráfego do carro tem altos índices de roubos e outros sinistros, como colisões, o preço do seguro é mais alto. O mesmo acontece em relação ao local de residência do motorista.

6. Estacionamento do veículo

Para baratear o seguro, é importante estacionar o carro em um local fechado. Tanto em casa, quanto no trabalho e nos momentos de lazer. Um estacionamento diminui os riscos de colisões, furtos e roubos, que acontecem com facilidade quando o carro fica parado nas vias públicas.

7. Modelo do auto

Normalmente, um carro mais caro tem seguro proporcional ao seu valor de mercado. Mas esse não é o aspecto principal avaliado em relação ao modelo do veículo. Na verdade, as seguradoras verificam o índice de furto e roubo do tipo de automóvel. Quando esse o número de registros é alto, a seguradora entende que o veículo corre maior risco de sinistro. Por isso, sua proteção será mais cara.

8. Acessórios do carro

A instalação de alguns acessórios no carro torna o seu valor de mercado maior. Assim, o seu seguro pode ser mais caro do que a proteção de uma versão “original” do auto.

Mas é preciso atenção: algumas modificações no veículo podem desabilitá-lo para a proteção da seguradora. O rebaixamento do carro é uma dessas alterações. É essencial procurar uma empresa que cuide do veículo mesmo com essa mudança. Se você já possuir um seguro, informe a seguradora antes de realizar a modificação. Assim, você terá a certeza de que vai continuar coberto pela empresa.

9. Histórico do condutor

Se um motorista tem colisões e infrações registradas na carteira, ele pode pagar mais caro pelo seguro. Afinal de contas, a seguradora considerará que ele está sujeito a cometer novas infrações, tendo alto risco de sinistro.

10. Classe de bônus

O sistema de classe de bônus funciona como um programa de pontos. O segurado ganha um ponto a cada vez que, após 12 meses, renova o seu seguro sem registrar sinistros no ano anterior. É possível acumular até 10 classes de bônus, e cada uma delas garante um percentual de desconto ao usuário. Esse percentual varia por seguradora mas, quanto maior o número de classes acumuladas, maior o desconto dado ao segurado.

É importante dizer que, se o usuário sofre um sinistro e aciona a seguradora, ele perde uma de suas classes de bônus. Além disso, os pontos estão ligados ao CPF do consumidor, e não ao carro ou à seguradora. Assim, se o motorista trocar de veículo ou de seguradora, poderá utilizar as suas classes normalmente.

11. Coberturas

O número e o tipo de coberturas contratadas pelo veículo também influencia em seu custo final. Quanto maior a proteção obtida, mais caro se torna o seguro auto.

Apesar de tornar os custos maiores, é importante sempre adquirir todas as coberturas necessárias ao seu veículo. Imagine, por exemplo, que a sua cidade sofre alagamentos constantes, mas você não contrata a cobertura contra inundações. Neste caso, após uma inundação, você terá que arcar sozinho com os prejuízos. O custo provavelmente será muito maior do que se você tivesse contratado a proteção contra esse tipo de ocorrência.

Coberturas disponíveis para o seguro auto

Agora que você já sabe como o preço do seguro é definido, é hora de entender quais as proteções disponíveis para o seu carro. Na hora de escolher as mais vantajosas, você vai precisar avaliar exatamente o que o seu veículo precisa.

Cobertura contra Incêndio, Roubo ou Furto

Como seu nome já sugere, este tipo de seguro protege o carro contra incêndio, roubo e furto. As proteções são mais básicas e costumam estar disponíveis em quase 100% das seguradoras.

Cobertura Compreensiva

Além de proteger o carro contra incêndio, roubo e furto, a cobertura compreensiva paga pelos prejuízos após uma colisão e outros acidentes de trânsito.

Cobertura APP

A APP é a cobertura de Acidentes Pessoais por Passageiro. Ela pode ser contratada para oferecer indenização por morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares para os ocupantes do carro em uma colisão. A seguradora só arca com a indenização quando essa cobertura específica é contratada.

Cobertura para Terceiros

Já a RCF-V (Responsabilidade Civil Facultativa Veicular), ou cobertura de danos para terceiros, protege indivíduos que se envolveram no sinistro, como pedestres e outros motoristas. Os danos cobertos são materiais, corporais ou morais, relacionados aos terceiros ou aos seus bens.

Vale destacar que os familiares do segurado não são considerados “terceiros”. Assim como funcionários, sócios e dependentes do motorista.

Tanto a cobertura para terceiros, quanto a APP, tem valor máximo definido na apólice do seguro. Se ultrapassa o limite estimado, os custos extras precisam ser pagos pelo próprio segurado, já que a seguradora não fará essa cobertura.

Coberturas Adicionais

Além das coberturas citadas, é possível contratar proteções adicionais para o veículo. Algumas partes do carro, como seus vidros, só ficam cobertos pela seguradora se esse adicional for adquirido. Por isso, antes de assinar a apólice de seguro, é importante ter a certeza do que o seguro contratado cobre. Assim, se necessário, você poderá contratar proteção exclusiva para o componente faltante.

Algumas das coberturas adicionais mais comuns estão listadas a seguir.

Equipamentos e Acessórios

Protege itens como TV e som automotivo, kit gás e equipamentos de adaptação para deficientes físicos.

Assistência 24 horas

Com a assistência 24 horas, o motorista pode contar com serviço de guincho, auxílio chaveiro, troca de pneu, suporte em caso de pane seca ou elétrica e mais. As opções 24 horas variam por seguradora.

Vidros

A proteção para os vidros pode cobrir para-brisa, retrovisores, vidros laterais, faróis e vidro traseiro.

Carro Reserva

Quando o carro estiver na oficina ou impossibilitado de andar, o usuário poderá contar com um veículo reserva. Ou seja, um veículo emprestado pela seguradora, por um período determinado. Assim, o motorista não “fica a pé” enquanto resolve a situação do próprio automóvel.

Perda de faturamento

Se o motorista usa o carro para trabalhar e sofre um sinistro, ele tem perda em seu faturamento durante o período que o carro fica parado. Assim, essa cobertura garante indenização ao usuário, para compensar o tempo em que o carro permanecer indisponível.

Extensão de perímetro

Grande parte das coberturas de seguro têm validade em todo o território nacional. Ainda assim, elas também podem ser restritas ao estado de contratação. Caso seja necessário, o usuário pode solicitar a extensão dessa cobertura para outros territórios, como os demais estados ou países da América do Sul.

O que não é coberto pelo seguro auto?

É claro que a cobertura válida do seguro auto é essencial na hora de contratá-lo, mas você também precisa saber o que a seguradora não cobre. Além das coberturas não contratadas, é preciso considerar os riscos excluídos.

Os riscos excluídos variam por seguradora, mas normalmente indicam a não cobertura em caso de catástrofes sociais (rebelião, manifestações, guerra etc.). O desrespeito às leis de trânsito e o uso indevido do veículo, como em competições, também elimina o direito de cobertura do usuário. Todas essas situações ficam listadas na apólice do seguro.

Passo a passo para contratar seu seguro auto

É bastante simples contratar um seguro de automóvel. Primeiro, o usuário precisa observar as coberturas desejadas para o carro. Em seguida, ele deve realizar a cotação da proteção com várias seguradoras. Deste modo, receberá diferentes propostas, inclusive com preços mais em conta.

Para facilitar esse processo de pesquisa, você pode procurar pelo auxílio de um corretor de seguro auto. Com acesso direto a várias seguradoras, o profissional poderá te ajudar a encontrar a proteção mais vantajosa.

A seguradora tem, por lei, até 15 dias para analisar a proposta de seguro do consumidor. Neste período, ela pode oferecer uma proteção temporária, e cobrar valores proporcionais. Caso negue a proposta, a empresa deverá devolver ao cliente os valores cobrados, também de forma proporcional.

É importante dizer que a seguradora precisa apresentar, por escrito, os motivos para a recusa de uma apólice. Assim, condutor poderá corrigir os erros apontados e solicitar uma nova cotação, se desejar.

No passo seguinte, é preciso entender completamente a apólice escolhida. O usuário só deve assinar o documento se concordar inteiramente com as condições estabelecidas. Afinal de contas, essas serão as regras que vão reger a relação entre segurado e seguradora.

Com o contrato assinado, a proteção começa a valer imediatamente. Normalmente, o seguro auto tem prazo de 12 meses e, após esse período, precisa ser renovado. Caso a renovação seja feita sem o acionamento do seguro do ano anterior, o consumidor ainda acumula mais uma classe de bônus.

Endosso do seguro de automóvel

Vale a pena destacar que a seguradora deve ser sempre atualizada sobre as informações do carro e do usuário. O veículo ganhou um novo motorista? O carro ganhou acessórios ou sofreu modificações? Houve uma pequena batida ou outro sinistro, mesmo que a seguradora não tenha sido acionada? O segurado mudou seu endereço residencial ou de trabalho?

Manter a seguradora atualizada é importante para evitar qualquer desencontro de informações. Como já citado ao longo do texto, se percebe inconsistências, a empresa pode alegar fraude por parte do consumidor. Assim, poderá negar a indenização e ainda abrir processo judicial contra o usuário.

As informações sobre o carro precisam ser atualizadas por meio de endossos. Para realizar um endosso, basta entrar em contato com a companhia de seguros e informar sobre a nova realidade do consumidor ou automóvel.

Perda parcial versus perda total: como funciona cada uma

Ao contratar um seguro, o consumidor protege o seu carro contra dois tipos de perda: a parcial e a total. Elas se diferem não apenas pela indenização paga, mas também pelo procedimento de pagamento.

Uma perda parcial acontece quando o veículo sofre um sinistro que danifica menos do que 75% do valor de mercado do carro. Nessa situação, o automóvel será consertado na oficina. Assim, a indenização será correspondente ao custo para os reparos, retirados o valor de franquia. Falaremos soabre a franquia do seguro auto logo mais — continue acompanhando!

Já uma perda integral, ou total, acontece quando os custos de reparo do veículo são superiores a 75% do valor do carro. Aqui, o automóvel não pode ser mais recuperado. Assim, a seguradora paga indenização integral ao consumidor. O valor será bem maior do que uma indenização parcial, pois tem como objetivo permitir a compra de um novo veículo.

Para receber a indenização integral do seguro, o usuário precisa transferir o carro para o nome da seguradora. O processo é o mesmo realizado quando um auto é vendido. Para realizar essas transferências, é necessário que os impostos do veículo estejam devidamente quitados. Assim, o consumidor pode pagar os valores do próprio bolso, ou então a seguradora faz o pagamento e desconta os custos da indenização paga ao segurado.

Além de para os casos de perda total, a indenização integral do seguro é paga quando o veículo é roubado ou furtado, e não recuperado pela polícia. O processo de transferência do carro também é necessária neste caso.

Por lei, o prazo máximo para o processo de indenização de um seguro é de 30 dias. A seguradora poderá interromper essa contagem se for necessário obter novos documentos do consumidor. Com a entrega dos dados, o prazo voltará a contar de onde parou.

O que é a franquia no seguro de veículo?

Como citado no tópico anterior, um sinistro parcial envolve o pagamento da franquia do seguro de automóvel. Mas então, o que é a franquia? A franquia é o valor de responsabilidade do consumidor no momento de reparo do carro. Por meio dele, segurado e seguradora dividem os custos do conserto.

Com a franquia, o objetivo da companhia é incentivar a maior prudência do motorista. Isso porque, sabendo que o sinistro também afetará seu bolso, o condutor se sente estimulado a ter mais cuidado com o veículo.

Uma franquia de seguro tem valor fixo ou percentual, e suas regras ficam definidas na apólice do seguro. Ela só é cobrada em casos de perda parcial do veículo seguro. Não há a cobrança da franquia no acionamento da cobertura para terceiros ou APP.

Imagine, então, que o seu seguro tenha franquia de R$ 1,5 mil. Seu carro sofre uma colisão, e o custo do conserto será de R$ 5 mil. Isso significa que você, usuário, será o responsável por quitar R$ 1,5 mil à oficina que realizará os reparos. Já a seguradora irá quitar os R$ 3,5 mil restantes.

Agora, se o custo do reparo for menor do que a franquia estabelecida, a seguradora não vai arcar com o prejuízo. Até porque, não faria sentido o segurado pagar R$ 1,5 mil de franquia, se o custo do conserto for de apenas R$ 1 mil, por exemplo.

Passo a passo para acionar o seguro de carro

O passo a passo para acionar o seguro auto após um sinistro varia por seguradora. Por isso, é importante conversar direto com a empresa responsável pela proteção e verificar quais as etapas necessárias.

Ainda assim, existem algumas fases básicas para acionar o seguro. Primeiro, o usuário precisa informar a seguradora sobre o ocorrido. Isso pode ser feito pelo telefone, internet e, em alguns casos, pelo aplicativo da empresa seguradora.

O prazo para acionar o seguro em caso de sinistro é de 1 ano. Ainda assim, é sempre indicado informar a empresa seguradora o mais rápido possível. Quanto mais rápido registrar o sinistro, mais rápido o usuário obterá o auxílio da empresa.

No passo seguinte, a empresa costuma realizar uma rápida vistoria no veículo. Assim, pode verificar as avarias e indicar se a perda foi parcial ou total. Depois, o processo indenizatório será iniciado, podendo durar até 30 dias. Nesse período, o motorista pode solicitar um carro reserva, caso tenha contratado essa cobertura adicional.

Com o carro reparado, o condutor poderá voltar a utilizá-lo normalmente, e o seguro continua a valer. Após o pagamento de uma indenização integral, porém, o seguro auto é cancelado. Assim, se o usuário adquirir um novo veículo com a indenização, terá que contratar outra proteção para o automóvel, com a mesma empresa ou não.

Agora você já sabe tudo o que precisa para contratar o melhor seguro de carro possível! Lembre-se de avaliar bem as coberturas necessárias para o seu veículo e os custos da proteção. Também vale a pena consultar o nome da seguradora no site da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Apenas as companhias autorizadas pelo órgão podem oferecer seguro de automóvel no Brasil.

Jeniffer Elaina da Silva

Jeniffer Elaina da Silva

Redatora especialista em saúde e planos de saúde. Jeniffer já escreveu mais de mil artigos sobre saúde para o Planodesaude.net e publicou o ebook Cuide de Sua Saúde. Jeniffer é formada em Marketing com pós em Administração na FGV e atualmente cursa Gestão de Seguros. É apaixonada pelo que faz.

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