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Fonte: revistacasaejardim.globo.com

O Brasil está em 79º lugar no ranking mundial

O PNUD – Programa da ONU para o Desenvolvimento, divulgou no mês de julho a situação dos países em relação ao Índice de Desenvolvimento Humano, ou IDH. Esse índice é uma forma confiável de medirmos o quanto a sociedade se beneficia do desenvolvimento socioeconômico de um país, através de dados que analisam a escolaridade, expectativa de vida, renda e outros. Quanto mais próximo do número 1 for o IDH, melhor é o desempenho do país.

Os dados que estão sendo divulgados referem-se ao ano de 2013. O Brasil conseguiu subir na sua posição, com um IDH de 0,744, que superou a média da América Latina e Caribe, que é de 0,74. A média mundial é de 0,702. Mas isso significa que o Brasil ainda está em 79º. lugar em um ranking de 187 países, portanto em uma posição mediana. No ano de 2012 a posição do Brasil era a 80ª.

Em 2013 o PNUD mudou a metodologia e refez os cálculos do índice. Com a nova metodologia a posição do Brasil foi modificada para a faixa de “desenvolvimento humano alto”. Existem as faixas de “muito alto”, “médio” e “baixo”. O Brasil fica em segundo lugar entre os BRICS, abaixo da Rússia, que tem índice de 0,778. Os outros integrantes do grupo são a China, a Índia e a África do Sul.

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Segundo os dados do PNUD, no Brasil, a expectativa de vida é de 73,9 anos. A escolaridade média dos brasileiros é de 7,2 anos e a renda per capita anual é de US$ 14.275 ou aproximadamente R$ 31.697.

No cenário mundial, o IDH mais alto encontra-se na Noruega, com 0,944 e o pior é o de Níger, com 0,337.

Política pública de inclusão social contribuiu para diminuir a desigualdade

O relatório do PNUD elogiou o programa Bolsa Família do Brasil, como sendo uma política pública que contribuiu para elevar o IDH do país. Foram notadas melhorias em relação a mudanças estruturais, que registraram um avanço no nível de renda, com estabilidade democrática e macroeconômica, a assistência à saúde universalizada do SUS e a expansão da educação.

A população mais vulnerável, que vive na linha da pobreza, e que recebe os recursos de um programa de política pública torna-se mais resistente, ou “resiliente”, para manter ou alcançar um nível melhor de desenvolvimento humano. Se as famílias de baixa renda são submetidas a situações de crise econômica ou aumento de preços, sua situação de vulnerabilidade aumenta, levando a que crianças fiquem desnutridas ou deixem de estudar. A transferência de renda do programa ajuda a manter os índices de nutrição e de escolaridade, garantindo um piso mínimo para a sobrevivência. São programas que podem ainda ser aperfeiçoados.

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Entretanto, a renda média obtida não representa a realidade de todos no país, pois o Brasil mantém a desigualdade social, apesar de esta ter sido reduzida nos últimos anos, com o aumento das oportunidades de emprego. O PNUD ressaltou que a desigualdade no Brasil ainda é grande. Na questão da desigualdade de gênero, ou seja, na desigualdade entre homens e mulheres, o Brasil está em 85º. lugar, no total dos 149 países. O índice é de 0,441, o que demonstra que existe muita desigualdade de gênero no Brasil, com um índice que é maior do que a média da América Latina e Caribe.

Para entender o IDH

O IDH – índice de Desenvolvimento Humano – calculado anualmente, considera três elementos:

  1. A vida longa e saudável – medida pela expectativa de vida
  2. A educação = média entre os anos de estudo e a expectativa de anos de estudo
  3. A renda per capita – medida pela RNB, ou Renda Nacional Bruta, medida pelo Banco Mundial e pelo FMI, Fundo Monetário Internacional.
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Fonte: http://www.webix.com.br

No cômputo geral dos países, 38 subiram no ranking, ao mesmo tempo em que 35 caíram e 114 mantiveram suas posições. Na América Latina e Caribe, cinco países tiveram índices superiores ao ano anterior.

Os melhores índices são dos seguintes países:

  1. Noruega – mantém o primeiro lugar no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) nos últimos cinco anos. A elevada renda bruta per capita é de US$ 63.688 por ano, com altos índices de escolaridade e expectativa de vida.
  2. Austrália – é o vice-líder entre os países, no ranking do IDH em 2013, mantendo a mesma posição que em 2012. Detém o maior índice de expectativa de anos de estudo, 19,9 anos.
  3. Suiça – o maior índice de expectativa de vida ao nascer, de 82,6 anos.
  4. Holanda – mantém a quarta posição desde 2012.
  5. Estados Unidos – empata com a Alemanha no que diz respeito ao índice de escolaridade, de 12,9 anos.
  6. Alemanha – mantém o sexto lugar desde 2012.
  7. Nova Zelândia – mantém o sétimo lugar desde 2012.
  8. Canadá – mantém a oitava posição no ranking do IDH desde 2012.
  9. Cingapura – conseguiu o feito extraordinário de subir três posições no ranking do IDH, em 2013, com o aumento da renda nacional bruta per capital, que passou a ser de US$ 72.371, o maior índice entre os 10 melhores IDH.
  10. Dinamarca – mantém a décima posição entre os melhores ID do mundo.

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