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Doenças que são um risco global: como o plano de saúde ajuda

Cuidar da saúde é muito importante, mas quando falamos de doenças que são um risco global a atenção deve ser redobrada. Por isso, entenda como o plano de saúde é importante!

Algumas enfermidades não possuem medidas suficientes para contê-las, podendo se tornar uma epidemia e um caso de emergência pública em diversos países. Cada vez mais, vemos notícias na televisão de cidades ou até mesmo países inteiros, que estão em alerta por conta de um vírus.

É preciso que se invista mais em pesquisas, vacinas e tratamentos para controlar esses casos. Mas, enquanto os pesquisadores buscam uma solução, a Organização Mundial da Saúde (OMS) faz um levantamento das doenças que são um risco global. Veja quais são elas e como o plano de saúde é importante na hora de se proteger!

Doenças que representam um risco global e como o plano de saúde é importante

Doenças que são um risco global e como o plano de saúde é importante

A partir de agora, veja algumas doenças que são um risco global e como o plano de saúde é importante para proteger a si e toda a família de possíveis problemas.

Doença X

A doença X ainda não é propriamente conhecida, mas para os pesquisadores têm uma grande probabilidade de aparecer. Ela poderia surgir como resultado de vírus artificiais e ou mutações de vírus já conhecidos, se tornando mais resistente aos tratamentos existentes. O resultado seria uma epidemia que poderia matar milhões de pessoas em todo mundo. Se espalhando, rapidamente, na mesma velocidade que as pessoas se deslocam.

Apesar da doença ser apenas uma hipótese, ela tem grandes chances de se tornar realidade e já ter uma classificação pode facilitar que seja encontrada uma cura.

Febre Hemorrágica da Crimeia-Congo

Essa doença é mais comum na África, Ásia, Oriente Médio e zona europeia dos Balcãs. Possuindo uma taxa de mortalidade que chega a 40%. Ela é causada por meio de um vírus que vive em alguns animais como carrapatos e roedores. Entretanto, as pessoas contaminadas podem espalhar o vírus, por isso, precisam ser internadas em locais de isolamento.

Quem é contaminado por meio dos animais transmissores, fica com o vírus incubado cerca de 3 dias. Quando a transmissão é por meio dos doentes infectados a incubação passa a ser de 5 a 6 dias.

O surgimento dos sintomas é repentino e a pessoa começa a sentir enjoos, dor de cabeça, irritação nos olhos, febre e outros.

Quem possui um plano de saúde pode conseguir atendimento inicial com um médico do convênio para que seja detectada a real causa dos sintomas. Conhecendo assim, como o plano de saúde é importante para acabar com esse problema.

Se constatada a Febre hemorrágica da Crimeia-Congo, a pessoa deverá ser internada em local específico. Sendo que, nem sempre, isso pode ser conseguido por meio do plano.

Vírus Ebola

Ela já foi chamada de Febre Hemorrágica Ebola, mas hoje é denominada apenas de doença por vírus Ebola.Ele é um dos vírus mais perigosos para a humanidade que se conhece e a sua primeira ocorrência foi em 1976, em dois pontos simultâneos: Sudão e República Democrática do Congo.

Não se sabe ao certo a origem da doença, mas há uma possibilidade de os morcegos frutígoros serem os hospedeiros. Porém, na África existe a suspeita de que outros animais possam ser hospedeiros como os macacos.

O vírus Ebola possui 5 espécies que foram descobertas em locais diferentes e apenas 1 delas, aparentemente, não afeta os seres humanos. O período de incubação é de 5 a 7 dias quando contágio direto dos animais ou de 6 a 12 dias quando se contrai de outra pessoa.

Passado o período de incubação surgem os sintomas como úlcera sangrentas, hemorragia intestinal, conjuntivite hemorrágica, dor na garganta, coceira e outros. Os sintomas iniciais da doença podem ser confundidos com outras enfermidades, por isso,o diagnóstico deve ser preciso.

Se ao procurar o médico do plano de saúde, ele constatar a probabilidade da doença. Acontecerá o acionamento das autoridades competentes para que o paciente seja colocado em área de isolamento e sejam realizados os testes necessários.

O tratamento é realizado em hospitais de referência para doenças infecciosas e trata os sintomas, uma vez que não existe uma cura para o vírus.

No Brasil existe pouca probabilidade de a doença ocorrer e os surtos conhecidos têm se concentrados em países da África. Mas é sempre bom se prevenir e quem vai viajar para áreas de riscos deve conversar com o seu médico antes, para receber todas as orientações.

Zika

O Zika vírus atingiu o Brasil pela primeira vez em 2015 e teve uma verdadeira epidemia, colocando as autoridades em alerta. E hoje, está entre as doenças que são um risco global.

A transmissão é feita pelo Aedes aegypti e cerca de 80% dos pacientes infectados não apresentam nenhum sintoma. Porém, quando eles ocorrem causam:

  • Dores de cabeça;
  • Febre baixa;
  • Coceira;
  • Vermelhidão;
  • Tosse e dores de garganta;
  • E dores nas articulações.

Os sintomas costumam durar de 3 a 7 dias e depois disso, somem. Por isso, o tratamento é baseado no alívio dos sintomas. Não existe uma cura ou vacina para a doença, por isso, o indicado é eliminar os criadouros do mosquito e manter os ambientes livres deles com o uso de telas e repelentes.

Uma grande preocupação é em relação as gestantes que contraem o vírus. Porque estão sendo feitos estudos que ligam bebês com microcefalia e a Zika.

Se você foi picado pelo mosquito e está com alguns dos sintomas, pode receber todo o tratamento pelo seu plano de saúde. A consulta com um médico é o primeiro passo e ele pode solicitar um exame mais detalhado e receitar alguns medicamentos como o paracetamol para combater os sintomas.

As mamães que possuem um plano de saúde e estão grávidas, também garantem todo o cuidado para o bebê durante os 30 primeiros dias de vida pelo seu plano.

Vírus de Marburg

A doença é causada pelo vírus de Marburg que pode ser transmitido por meio de secreções humanas ou por animais contaminados. O vírus possui três gêneros e um deles foi conhecido em 1967, na Alemanha, e, na Sérvia, com 31 pacientes infectados.

O período de inclusão do vírus é de 3 a 10 dias a contar da contaminação, sendo que a fase aguda da doença acontece entre 7 e 15 dias após os primeiros sintomas. Os sintomas iniciais incluem hemorragias gastrointestinais, gomas e sangramentos nasais.

Ao suspeitar de algum problema é preciso procurar um médico. Sendo que com base nos sintomas ele poderá solicitar a análise de fluidos corporais para comprovar a doença. Os tratamentos para o vírus ainda estão sendo desenvolvidos, por isso o tratamento ocorre nos sintomas. Devido a isso o índice de mortes é elevado, chegando a 90% dos casos.

Os planos de saúde podem oferecer o suporte inicial como a consulta com os médicos e alguns exames laboratoriais. Porém, o exame específico para o vírus de Marburg não está coberto pelos planos de assistência médica.

A boa notícia é que não temos registro do problema no Brasil.

Febre do Vale Rift

A Febre do Vale Rift é uma doença causada por um vírus que ataca ruminantes e seres humanos. Ela é transmitida por meio do mosquito Aedes da água.

O primeiro caso foi relatado em 1930, na África, perto do Lago Naivasha em Kenya.Em 1977, no Egito teve uma nova ocorrência, dessa vez mais de 100 mil pessoas foram infectadas e 600 morreram.

O diagnóstico é feito observando os sintomas do paciente e fatores epidemiológicos, como as fortes chuvas. Os sintomas são bastante parecidos com de uma gripe, mas alguns pacientes podem ter lesões na retina e encefalites. E em casos mais graves ocorrem hemorragias. Não há nenhuma cura para o problema e o tratamento está em tratar os sintomas.

No Brasil, não temos registro dela, mas em casos de suspeita deve-se procurar o médico do plano de saúde.

Síndrome respiratória por coronavírus do Oriente Médio

A Síndrome respiratória por coronavírus do Oriente Médio é também conhecida como Mers (MiddleEastrespiratorysyndrome). Ela recebe esse nome porque foi identificada pela primeira vez na Arábia Saudita, mas já tiveram ocorrências em 25 países da Ásia, Europa, África e América.

O causador é um vírus que gera infecções respiratórias e os sintomas mais comuns são falta de ar, febre e fosse. Em alguns casos também se observa diarreia, vômitos e náuseas.

A transmissão pode ocorrer do contato com outras pessoas infectadas, por meio de secreções respiratórias como a tosse. Os animais também podem ser transmissores, principalmente o camelo.

A prevenção é bastante parecida com a gripe, e deve-se manter as mãos limpas e evitar o contato com pessoas infectadas. Já o tratamento é feito com base no controle dos sintomas, uma vez que ainda não existe cura para a Síndrome respiratória por corona vírus do Oriente Médio e nem uma vacina para ela.

Segundo dados da OMS, cerca de 36% dos pacientes que foram infectados desde 2012 vieram a falecer por conta da doença.

Os planos de saúde podem oferecer o suporte para tratamento do problema, para isso é preciso procurar um médico para que seja realizado o diagnóstico. Como não temos casos no Brasil, apenas as pessoas que estiveram em locais de possível transmissão, correm riscos.

Infecção pelo vírus Nipah e doenças relacionadas aos henipavírus

Na Malásia, em 1998, após centenas de suínos e 105 habitantes locais morrerem foi detectado o vírus Nipah.Os morcegos Pteropodidae são hospedeiros do vírus e podem transmitir para os seres humanos mediante o contato ou infectando frutas que são consumidas na alimentação. O contágio também ocorre pelo contato com pacientes infectados.

Os sintomas incluem síndromes respiratórias e encefalites graves, o que leva 50% dos pacientes a morte. Ainda não existe um tratamento para a doença, apesar dos cientistas estarem trabalhando nisso. Por isso, se apresentar um dos sintomas é preciso procurar um médico. Após o diagnóstico, as providências tomadas serão com base no tratamento primário dos sintomas.

Apesar de muitas dessas doenças não terem o seu foco no Brasil é preciso se prevenir pois o contágio pode ocorrer de uma pessoa para outra.

Febre de Lassa

A febre de Lassa já é conhecida há algum tempo, porém, a atual epidemia na África tem preocupado pela velocidade em que está se espalhando. Os ratos podem ser os hospedeiros naturais do vírus e são bastante encontrados em locais em que ocorre a doença, como na Nigéria.

No início, os sintomas podem ser confundidos com outras doenças, sendo necessário realizar um exame de sangue específico para ter um diagnóstico. A maior parte das pessoas que é infectada tem apenas sintomas leves, como dores de cabeça e febre. Porém, um grupo pequeno pode ter sintomas graves.

Em alguns casos ocorre a febre hemorrágica viral que ocasiona sangramentos em diferentes partes do corpo. No geral, ela ocasiona cerca de 1% de mortandade, mas o surto atual tem um índice que chega a 20%. Por enquanto, não existe uma cura para a doença, mas vacinas estão em desenvolvimento e a expectativa é que estejam prontas em cerca de 5 anos.

No Brasil, não temos registro da doença, mas por estar na lista de doenças que são um risco global é preciso ficar alerta.

Se tiver algum sintoma é preciso procurar um médico do seu plano de saúde para que seja feito um diagnóstico. Mas, se não tiver ido para um dos locais de incidência da doença é bem possível que você tenha outro diagnóstico.

Agora que você já sabe quais as doenças que são um risco global e como o plano de saúde é importante para combater essas mazelas. Fique atento, e mantenha seu plano de saúde em dia!

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