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Entenda melhor a microcefalia

Em 11 de outubro de 2015, o Governo declarou estado de emergência em saúde devido ao aumento de casos de microcefalia. Isso aconteceu após o Secretaria de Estado da Saúde de Pernambuco acionar o ministério que passou a investigar melhor o caso.

Somente esse ano no estado foram relatados 141 casos em diferentes municípios, sendo que a média era de 10 casos por ano. Na Paraíba e no Rio Grande do Norte também há relatos de aumento dos casos, sendo 9 e 21 casos respectivamente, mas existem outros que ainda estão em análise.  

Apesar de ainda não se saber o motivo do aumento dos casos de microcefalia, uma hipótese levantada é de infecções por Zika vírus. Ele já foi confirmado em 14 estados do país e sua primeira aparição foi em abril desse ano.

Segundo dados da Secretaria de Vigilância em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, parte das mulheres que tiveram bebês com microcefalia, durante a gravidez tiveram erupções na pele durante a gestação. Apesar de esse ser um sintoma do vírus, ainda não existe nenhuma relação que comprove a ligação da doença com o problema.

Mesmo com o alerta, não há motivo para preocupação, mas as gestantes devem redobrar o cuidado durante a gestação e realizar todo o pré-natal de forma adequada. Se não tiver um plano de saúde para gestantes, você tem o direito de fazer em um posto de saúde mais próximo.

Entenda melhor a microcefalia

Imagem: Getty

O que é a microcefalia?

A microcefalia é um problema no qual o bebê nasce com o crânio menor do que o normal (33 centímetros ou menos). Porém é preciso se atentar que essa média só é válida para as crianças que completaram 9 meses de gestação, pois os prematuros utilizam outros parâmetros.

Normalmente, o problema é causado por infecções que a gestante adquire, principalmente no primeiro trimestre de gestação,porque esse é o período em que o cérebro está em formação.

Algumas doenças que podem levar ao problema são a toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus, porém o uso excessivo de álcool e drogas também pode ser um dos motivos. Para que consiga fazer a prevenção é preciso que a mulher realize todo o pré-natal e, se apresentar algum sintoma da doença, sempre deve informar ao médico. É importante também não utilizar medicamentos que não sejam prescritos pelos médicos porque eles podem interferir na formação do feto.

Durante a gestação, com o acompanhamento do pré-natal é possível descobrir que existe a microcefalia porque na ultrassonografia se avalia o tamanho do crânio. Caso haja alguma alteração, o problema será detectado, sendo preciso acompanhar o crescimento da criança desde cedo porque ela não tem cura, mas permite que o paciente tenha uma melhor qualidade de vida.

No caso da microcefalia, cerca de 90% das crianças apresentam algum problema, podendo ele ser relacionado ao desenvolvimento neurológico, psíquico e/ou motor. Ainda podem surgir problemas visuais, auditivos ou cognitivos. Cada caso pode variar e, em alguns, a inteligência da criança não é afetada.

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Por isso, quanto antes detectado o problema, melhor ele poderá ser tratado e assim permitir que a criança se desenvolva melhor.

Jeniffer Elaina da Silva

Jeniffer Elaina trabalha como Editora freelancer, tendo mais de cinco anos de experiência em escrita e revisão de artigos para web. É formada em Marketing com pós-graduação em Administração de Empresas na FGV. Sua maior paixão é poder compartilhar conhecimentos e aprender um pouco mais a cada dia.

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