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Facebook e seu impacto na felicidade e na saúde psicológica

Será que o hábito de consultar o Facebook, ler posts, comentar e acompanhar tudo que se escreve está nos deixando infelizes? 

Pesquisa realizada entre usuários do Facebook, na Dinamarca, constatou que, depois de parar de entrar nessa rede social por uma semana, os entrevistados se sentiam mais felizes e satisfeitos com a vida.

Facebook e seu impacto na felicidade e na saúde psicológica

O Instituto de Pesquisas sobre a Felicidade realizou o estudo com 1.095 usuários do Facebook, escolhido por ser a rede social mais utilizada, por pessoas de diversas faixas etárias. Os entrevistados foram divididos em dois grupos, o que continuou a usar o Facebook e o outro que parou suas conexões por uma semana.

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Foi observado que os usuários que interromperam as consultas ao Facebook afirmavam que estavam se sentindo mais felizes do que aquelas do grupo que permaneceu conectado. Entre os resultados desfavoráveis foram relatados a falta de concentração e uma vida social mais limitada.

Facebook e seu impacto na felicidade e na saúde psicológica

Imagem: Mark Zuckerberg.

O estudo é muito útil para refletirmos sobre o efeito da constante conexão com essa rede social no nosso dia. O efeito está se tornando global, influenciando mais de um bilhão de usuários por dia, que acessam o Facebook, segundo o seu chefe executivo e co-fundador Mark Zuckerberg.

Entre as pessoas que deixaram de se conectar à rede, apenas 12% declarou estar insatisfeita, depois de uma semana. Em compensação, 20% das que permaneceram conectadas ao Facebook estavam insatisfeitas. Um total de 88% das que se desligaram da rede passaram a se sentir mais felizes e 84% acreditavam que estavam apreciando mais a vida.

O que está acontecendo com os usuários do Facebook

A constatação da pesquisa é que as pessoas perceberam o quanto estavam cansadas das notícias ruins. Com o tempo extra que ganharam por desconectar-se da rede passaram a ter mais atividades sociais e estavam se concentrando mais no seu trabalho.

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O que está acontecendo com os usuários do Facebook

Imagem: Smartkiss

Uma conclusão a que o estudo chegou é que no Facebook passamos a dar mais atenção à vida dos outros do que ao nosso momento e à nossa vida. Por esse motivo, tirar uma folga do Facebook tem uma efeito positivo sobre nossas emoções e nosso bem estar.

O que acontece é que nos tornamos mais positivos, diz o estudo. Os efeitos benéficos são ainda maiores quanto maior a frequência dos usuários da rede, entre aqueles que leem mas não externam suas opiniões e entre os invejosos das postagens dos outros. A recomendação do estudo é para que todos tirem férias do Facebook sempre que possível.

 

A felicidade pode ser gerada por posts positivos

Uma outra pesquisa, dessa vez realizada pela Universidade da Califórnia, Estados Unidos, já publicada no Plos One, constatou que a felicidade é estimulada por posts positivos. Se você quer fugir da depressão, precisa fugir dos posts que transmitem tristeza e negatividade.

A felicidade pode ser gerada por posts positivos

Imagem: Tecmundo

Ao olhar as atualizações de seus amigos, seu humor pode mudar. Somos contagiados emocionalmente pelas publicações dos amigos no Facebook, tanto para nos levar a sentimentos positivos quanto para negativos, com a ressalva de que os postos positivos são ainda mais contagiantes.

A metodologia da pesquisa foi analisar, através de um software, o volume de publicações semelhantes ou compartilhamentos que cada tipo de emoção contida num post gerava. Os posts com características negativas obtiveram um índice de 1,29 compartilhamentos ou publicações semelhantes, enquanto que os posts positivos geravam 1,75 posts correlacionados. A observação provou que as emoções positivas são mais contagiantes.

O estudo foi feito em 100 grandes cidades americanos, de janeiro de 2009 a março de 2012 e a responsabilidade foi da área de Ciência Política da Universidade. A pesquisa demonstrou que os sentimentos negativos ou positivos num determinado momento não estavam associados a condições locais de clima, como dias chuvosos, frios, além de sociais ou políticas, mas eram compartilhadas entre usuários de cidades diferentes, entre amigos no Facebook.

A depressão e o uso exagerado de redes sociais

A depressão e o uso exagerado de redes sociais

Imagem: O tempo

Outro estudo realizado demonstrou uma ligação entre uso exagerado das redes sociais e depressão, mostrando que jovens adultos que passam muito tempo no Facebook, Youtube e Twitter tem maiores chances de desenvolver um quadro depressivo.

Os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos financiaram uma ampla pesquisa, com grande número de participantes, para avaliar as várias redes sociais. A realização do estudo foi feita pela Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh, que chegou à conclusão de que há uma clara correlação do desenvolvimento da depressão com a quantidade de tempo que jovens adultos passam nas redes sociais. A pesquisa foi publicada na revista Depression and Anxiety.

Portanto, são vários os estudos que têm sido feitos para conhecer melhor os efeitos de redes sociais sobre as condições emocionais de seus usuários. As pesquisas vêm sendo feitas desde o início dos anos 2000, quando elas começaram a se tornar populares. Apesar de serem realizadas com um número reduzido de integrantes e se concentrarem em países como os Estados Unidos e os países europeus, os estudos são importantes para nos dar uma pista sobre o que acontece com o tempo exagerado nas redes e sobre os efeitos do seu conteúdo, para que os terapeutas e educadores possam orientar e redirecionar os seus usos.

“No que você está pensando?”

É essa a pergunta que você vê no seu perfil do Facebook todos os dias. E o que voce compartilha está oferecendo um retrato fiel de seu bem estar mental. Pelo menos é assim que analisam os profissionais das terapias psicológicas.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Brunel, do Reino Unido, observando 555 usuários do Facebook, identificou que quem é mais extrovertido coloca frequentemente posts sobre suas atividades e seu dia-a-dia. Os introvertidos falam sobre outras pessoas. As pessoas neuróticas podem usar o Facebook para chamar a atenção, enquanto que os narcisistas publicam muitas “selfies”, usam a rede para ostentar suas conquistas e falar sobre o sucesso de suas dietas ou atividades físicas, segundo o estudo. Estudos complementares mostram que editar as próprias fotos digitalmente indica baixa autoestima.

Já foi criado um software capaz de detectar tendências ao suicídio, através das postagens. Desabafos publicados no Facebook podem indicar o uso da rede como um tipo de terapia. Na verdade, a internet não fornece um verdadeiro acompanhamento psicológico, mas talvez possa ajudar.

"No que você está pensando?"

Imagem: Delas IG

Lembre-se sempre, o que você curte e compartilha revela muito mais sobre você do que imagina. Cada publicação ou compartilhamento está colaborando para elevar ou deprimir as condições emocionais da rede e, portanto, as suas, as de seus amigos, as dos habitantes do planeta.

Logicamente todos sabem que somos contagiados pelo humor de outras pessoas ou do ambiente em que convivemos, pela energia dos lugares, mas agora os cientistas estão comprovando de que esse efeito também está nas redes sociais. Com a diferença que você pode mudar esse efeito no Facebook com apenas um click de seus dedos. Se você quer se sentir melhor, procure os posts positivos e publique ou compartilhe posts positivos. Cabe a cada um ali escolher que tipo de emoção quer viver no seu próprio dia, o que é muito mais fácil do que na vida real, não é mesmo?

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