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Novidades para atendimento da saúde mental nos planos

Um novo modelo de atendimento em saúde chegou ao mercado brasileiro. A Care Plus lançou a cobertura para a saúde mental, com atendimento personalizado. Doenças mentais e físicas terão o mesmo nível de prioridade no plano.

A Care Plus lançou o Mental Health, que é o primeiro programa especial para saúde mental.

Ele tem o objetivo de garantir coberturas e tratamentos segundo a necessidade do paciente.

Dessa forma, doenças mentais e físicas passam a receber o mesmo destaque e importância, num plano que inclui sensibilização e treinamento especializado para os seu corpo de funcionários e suporte de psicólogos aos usuários, em atendimento 24 horas.

Novidades para atendimento da saúde mental nos planos

Imagem: Pixabay

A operadora informou que fez um estudo que demonstrou que precisava dar aos seus beneficiários um tratamento mais eficiente.

A partir dessa constatação, profissionais multidisciplinares passaram a projetar um modelo de atendimento a partir das características dos pacientes e das famílias.

O modelo se dedica ao equilíbrio emocional dos beneficiários, a partir do que foi sendo construído na experiência diária com transtornos desse tipo.

Necessidade apontada pela sociedade

O Brasil é o país com maior índice de depressão e ansiedade da América Latina.

Esse é um dado fornecido por recente relatório da OMS – Organização Mundial de Saúde, publicado no final de 2018.

O relatório mostra um aumento de 18,4% de ocorrência da depressão no mundo, equivalente a 322 milhões de pessoas, ou ainda, 4.4% da população global.

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Imagem: Pixabay

Os casos de depressão, ansiedade e esgotamento (burnout) está trazendo um grande desafio para as empresas, por mais que essas apresentem ambientes e soluções inovadoras para tornar a rotina diária mais saudável.

A depressão parece ser a doença do século e o ambiente corporativo está tendo que enfrentar a realidade de lidar adequadamente com colaboradores que receberam esse diagnóstico.

Em muitos casos o que acontece é a falta de um conhecimento mais aprofundado e um enfoque profissional.

O diretor médico da Care Plus, Dr. Ricardo Salem Ribeiro declara que o objetivo da empresa é dar a mesma atenção a problemas de saúde física e mental, já que mente e corpo estão intimamente ligados.

Patologias de qualquer tipo levam a limitações parciais ou totais da vida diária e profissional de uma pessoa.

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Portanto, esse atendimento integrado considera o beneficiário como centro das atenções.

Seus atendentes e administradores aperfeiçoam a sensibilidade para tratar de todos os casos, além de um serviço de atendimento imediato ao paciente, em uma abordagem humanizada e acolhedora.

O Care Plus pretende também integrar e facilitar o envolvimento das famílias no tratamento, considerando que é fundamental o apoio dos entes queridos para o tratamento, principalmente nos casos em que o desequilíbrio emocional traz impacto ao convívio familiar.

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Um novo conceito em atendimento

O atendimento de saúde exige que o paciente dedique tempo e persistência no seu dia a dia, para conseguir realizar ligações, marcar consultas, retornos e fazer os exames solicitados.

A Care Plus destaca que para os transtornos mentais a situação fica mais difícil.

Por esse motivo desenvolveu um novo conceito de atendimento, onde profissionais possam acolher, entender os problemas, transmitir segurança e cuidados.

No casos dos transtornos mentais, quando se inicia o tratamento costumam ser recomendadas sessões com terapeutas, como psicólogos e outros.

De acordo com as regras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), dispostas no Código Internacional de Doenças (CID-10), em diagnósticos de depressão, os planos de saúde podem oferecer de 18 a 40 sessões de atendimento.

A Care Plus entendeu que era preciso ampliar o tratamento com maior número de sessões terapêuticas, de acordo com a avaliação do paciente, com o objetivo de conseguir um resultado eficaz.

Dessa forma, foi estruturado o programa Mental Health, que pretende levar o cuidado de cada paciente segundo suas particularidades individuais, tendo em vista o reequilíbrio da saúde.

O tratamento inadequado é um risco para a saúde, até mesmo física.

O Dr. Ricardo Salem Ribeiro, da Care Plus, cita o exemplo do paciente que tem diabetes e um quadro de depressão.

Se o paciente desiste das orientações médicas e falta a consultas necessárias, sua situação fica muito mais difícil e o tratamento mais caro.

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O atendimento personalizado leva em conta três princípios:

  1. Sensibilização e treinamento com especialistas para os administradores e responsáveis pelo atendimento, para que saibam como lidar com indivíduos que precisam de cuidado especial.
  2. Pronta escuta ativa. Esse é um recurso preventivo para evitar que surjam situações mais graves. A Care Plus disponibiliza um canal direto com psicólogos 24 horas por dia, sete dias da semana. Todos os beneficiários do plano podem conversar de forma mais reservada e receber orientações adequadas. Esse tipo de acolhimento é um diferencial do programa.
  3. Criação do Mental Care Navigator, facilitador que ajuda o paciente a encontrar a especialidade correta para sua necessidade, podendo agendar as consultas com os médicos do plano quando necessário.

Há uma equipe à disposição dos pacientes em qualquer hora do dia, para transmitir segurança, em que estão disponíveis profissionais especializados.

A Care Plus tem o objetivo de ir além do que é estipulado no contrato do plano de saúde, oferecendo um serviço em que o usuário pode contar com um olhar diferenciado e individualizado, o que deve levar a um resultado eficiente.

A saúde mental no mundo

Embora alguns países tenham feito muitos progressos na criação e implementação de políticas de saúde mental, ainda há no mundo falta de profissionais de saúde nessa área e poucos investimentos em atendimento baseado na comunidade, de acordo com o Atlas de Saúde Mental 2017 (Mental Health Atlas 2017) da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado em 2018.

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Imagem: Pixabay

A falta de investimento de recursos em saúde mental deve ser uma questão de urgência, para que não tenhamos como consequência custos de saúde, sociais e econômicos.

O documento Atlas de Saúde Mental reúne dados fornecidos por 177 Estados Membros da Organização, que representam 97% da população mundial, e faz um diagnóstico de até que ponto os países estão fortalecendo a liderança e a governança para a saúde mental, com cuidados de saúde mental e social integral e estratégias para prevenir problemas.

Em países de baixa renda, existem em média dois profissionais por cada 100 mil habitantes, em comparação com mais de 70 profissionais em países de renda mais alta, o que contrasta com as necessidades existentes.

As estatísticas demonstram que uma em cada 10 pessoas precisa de cuidados de saúde mental, em algum momento da sua vida.

Está acontecendo, nos países de alta renda, a transição do tratamento para enfermarias psiquiátricas em hospitais gerais e a criação de locais de cuidados residenciais baseados na comunidade, mas ainda são poucas as instalações para cuidados de saúde mental baseados na comunidade em todo o mundo.

O investimento em saúde mental é bom para a economia

Estudos realizados pela OMS demonstraram que a cada US$ 1 (um dólar americano) investido na ampliação do tratamento para transtornos mentais cada vez mais comuns, como depressão e ansiedade, o retorno é de US$ 4 em capacidade de trabalho e melhor condições de saúde.

A falta de atendimento adequado em saúde mental, por outro lado, é dispendiosa.

De acordo com um estudo recente, que avaliou os custos de tratamento e resultados de saúde em 36 países de baixa, média e alta renda, baixos níveis de reconhecimento e acesso a cuidados para depressão, ansiedade ou outro transtorno mental, têm como resultado a perda econômica global de um trilhão de dólares todos os anos.

Regina Di Ciommo

Mestre e Doutora em Sociologia pela UNESP, pesquisadora na área de Ecologia Humana e Antropologia, Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental, foi professora em cursos superiores de Sociologia e Direito, nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Bahia.

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