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Diferenças entre portabilidade, migração e adaptação no plano de saúde

Conheça as diferenças entre portabilidade, migração e adaptação no plano de saúde e saiba melhor como aproveitar o seu convênio médico.

O chamado período de carência de um plano de saúde é o período que o indivíduo deve aguardar até poder ser atendido pela rede. Apesar de não ser normalmente grande – o maior período permitido é para a possibilidade de partos (300 dias de intervalo entre a contratação e o uso) – a regra pode ser um incômodo. Esse é o principal problema ao cancelar um plano e obter outro: o paciente deve aguardar novo período de carência. Se utiliza qualquer das táticas que intitulam esse texto, porém, isso não é necessário.

Você sabe as diferenças entre portabilidade, migração e adaptação no plano de saúde?

O que é a portabilidade do plano de saúde?

Ao solicitar a portabilidade, o que o consumidor faz é contratar um novo plano. Ou seja, um programa que atenda melhor a suas necessidades de consultas e tratamentos. Essa contratação pode ser feita tanto com a mesma operadora, quanto com uma nova.

Nesse caso, o indivíduo fica dispensado de cumprir um novo tempo de carência se já possuir uma doença antes da contratação. Ainda assim é necessário, porém, que já se tenha cumprido o período de espera do plano anterior.

São dois os tipos de portabilidade possíveis: a normal e a especial. Na primeira, a mudança é feita por conta própria do consumidor. Não satisfeito com seu atendimento atual, ele procura um outro na mesma segmentação. Entre as segmentações disponíveis estão as de Plano Ambulatorial, Plano Hospitalar sem obstetrícia e diversos mais.

Já a portabilidade especial pode ocorrer se a operadora tiver seu registro de atuação cancelado pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Pode ser feita também se um dependente perdeu um vínculo com o plano, como no caso do falecimento do titular. Se o indivíduo é ex-empregado demitido sem justa causa, ou ainda aposentado, da mesma precisa de um serviço novo.

Migração no plano de saúde

A migração, por outro lado, acontece quando o consumidor deseja obter um novo plano na mesma operadora de serviços. Por ser da mesma empresa, não pode existir a exigência de cumprimento da carência. No entanto, o novo programa deve ser da mesma segmentação do anterior, como sair de um plano hospitalar e aderir a outro plano hospitalar. Do contrário, o período de espera pode ser necessário.

Adaptação no plano de saúde

A adaptação no plano de saúde é feita para modificar apenas algumas das características do seu programa atual. Essas modificações podem incluir, por exemplo, mais consultas ou um tratamento específico coberto. Para isso, é necessário que o indivíduo entre em contato direto com a operadora e negocie os serviços. Nesse caso, pode acontecer de o custo aumentar um pouco.

Nos planos contratados antes de 1º de janeiro de 1999, o consumidor pode realizar, normalmente, apenas a migração e adaptação de contrato.

Entendeu as diferenças entre portabilidade, migração e adaptação no plano de saúde? Escolha a melhor alternativa para o seu caso, e aproveite as suas novas vantagens de cobertura!

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