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A “selfie” maluca e perigosa. Quantos “curtir” valem o seu risco?

Postar “selfies” faz você se sentir mais importante? “selfies” são bacanas, mas sem exageros. Você não precisa colocar tudo nas redes sociais!

As “selfies” em situações de risco têm levado muitas pessoas a se ferirem e à morte. Na Rússia dezenas morreram apenas neste ano, a ponto do Ministério do Interior Russo ter criado uma campanha para orientar a população a evitar “selfies” em locais e situações perigosas.

 

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A campanha alerta para o fato de que uma “selfie” “descolada” pode custar a vida e enfatiza que nem mesmo um milhão de “curtir” podem compensar esse risco.

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A cartilha russa enfatiza o perigo e adverte:

– Não se coloque para fotografar junto aos trilhos dos trens, eles são mais rápidos do que sua capacidade de fuga;

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– Não planeje selfies portando armas de fogo, elas podem disparar acidentalmente;

– Não pense em tirar selfies junto a fios de alta tensão e redes de transmissão de energia, há risco de descargas elétricas;

– Não tire selfies em pequenos barcos no mar, há risco de ataque de tubarões;

– Não tente tirar selfies escalando telhados ou muros, há risco de queda;

– Não tirar selfies em encostas inclinadas de montanhas ou no alto de monumentos, onde uma queda pode ser mortal;

– Não tente tirar selfies em ambientes selvagens habitados por animais como felinos ou ursos, que podem se aproximar rapidamente;

– Não se aproxime de trens urbanos e metrôs para tirar selfies, o risco de acidentes é muito grande

Os acidentes têm acontecido porque as pessoas estão buscando tirar ““selfies” em situações inusitadas e perigosas. Quando o inesperado acontece, em consequência da distração para achar o melhor ângulo em uma fotografia, as pessoas perdem a vida.

Foram registradas mortes em consequência de ““selfies” na Índia, quando turistas caíram no Taj Mahal e na Rússia, quando uma arma disparou de maneira acidental, matando uma mulher. Também na Rússia, uma universitária morreu ao cair da ponte próxima ao Centro Internacional de Negócios de Moscou, ao tirar uma ““selfie””. Outras duas mortes ocorreram na Rússia, quando duas jovens morreram eletrocutadas quando se fotografavam sobre a linha de um trem. Na Romênia, uma jovem morreu eletrocutada na linha férrea, na cidade de Iasi, ao tirar uma ““selfie”.

Adolescente russo morreu depois de se pendurar no alto do edifício. 

Adolescente russo morreu depois de se pendurar no alto do edifício.

Na Espanha também foi registrada morte em corrida de touros, quando uma pessoa foi chifrada mortalmente ao tirar uma ““selfie”” perto dos animais.

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Nos parques americanos de Yellowstone e Colorado, os visitantes estão desrespeitando a distância mínima que se deve manter dos ursos, para tirar ““selfies”, o que obrigou a administração dos parques a suspender as visitas. No Yellowstone, uma mulher foi atacada por um bisão, pelo mesmo motivo.

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O desejo de ser apreciado e reconhecido

O fenômeno das “selfies” mostram como é imperioso o desejo humano de se sentir apreciado e reconhecido. A imagem é até aperfeiçoada antes de serem postadas, retocadas, para mostraram uma aparência melhor. Seja uma celebridade ou não, quem publica uma “selfie” busca um momento de fama, de glamour e individualização no imenso oceano de imagens que caracterizam o mundo moderno. 

A psicologia ajuda a entender

A ““selfies” parecem ter o poder de canalizar a busca excessiva de atenção e de dependência social, que na verdade indica uma baixa autoestima e narcisismo pessoal. É o que discutiu a Dra. Pamela Rutledge, diretora de Psicologia e Mídia do Centro de Investigação em Boston, em artigo publicado na Revista “Psychology Today”.

A atual fase dos ceulares equipados com câmeras realmente convida à exploração das possibilidades das imagens digitais de tudo, incluindo nós mesmos. É perfeitamente normal que todos queiram experimentar essas coisas novas, tentar o seu próprio resultado, incluindo as ““selfies”. Quanto tempo essa fascinação vai durar ainda não sabemos. A psicóloga afirma que, possivelmente a moda vai passar, e quem se acha descolado vai achar alguma coisa diferente para fazer. Talvez, depois que diminuir a emoção da novidade, uma “selfie” não vai chamar a atenção, no meio de um mar de outras “selfies”, e só terá sucesso quem descobrir algum sentido útil para elas. Sempre haverá alguma outra nova tecnologia ou novo uso que fará alguma coisa mais interessante e com mais valor. 

Tirar uma “selfie” é fácil, o efeito é imediato. Ficamos no controle, porque podemos deletar a imagem que não queremos. Decidimos sobre as imagens de uma maneira que nunca antes pudemos, quando tínhamos que pagar a revelação de um filme.

Como muitas coisas que chamam a atenção e despertam comentários, quanto mais tentarmos falar contra as “selfies” mais elas se valorizam. As “selfies” são uma maneira inofensiva de identificar uma geração. Fica difícil discutir com um adolescente e dizer para não ficar postando “selfies” a todo minuto, quando o exemplo vem de celebridades e figuras públicas.

Tudo é uma questão de equilíbrio

As “selfies” enfatizam a aparência. As pessoas estão o tempo todo prestando atenção na aparência e continuamente fazem comparações desvantajosas ou vantajosas. É um comportamento normal, mas precisa ser equilibrado.

A beleza e os valores variam de cultura para cultura e a media é parte da estrutura que coloca modelos para os jovens. Os modelos de beleza irreal agem para que se tenha uma auto-estima negativa. Entretanto, com o advento do Facebook, Youtube e Instagram, as “selfies” estão substituindo as fotos das modelos esqueléticas por fotos de mulheres reais, o que é muito positivo. Já se pode ser um pouco menos perfeita ou apenas normal em uma imagem. Isso está trazendo mais autenticidade para as redes sociais.

O que não é normal é que o uso das “selfies” perca a noção de equilíbrio. Preste atenção em algumas questões que mostram se você ou seus filhos estão usando “selfies” com exagero:

  1. O tempo tirando “selfies” é mais do que o dedicado a outras atividades.
  2. Quando é muito difícil ficar um dia sem tirar uma “selfie”.
  3. Quando se passa muito tempo pensando sobre “selfie”s ou planejando como vai tirar “selfies”.
  4. Sentimento de urgência de tirar mais e mais “selfies”.
  5. Quando se tira e posta “selfies” para conseguir esquecer ou evitar fazer outras coisas.
  6. A tentativa de diminuir a quantidade que tira de “selfies” não teve sucesso
  7. Quando se coloca uma “selfie” nova e se fica muito desapontado(a) se ninguém comenta
  8. Quando as “selfies” estão tendo um impacto negativo nos meus relacionamentos, trabalho ou estudos
  9. Quando postar “selfies” faz a pessoa se sentir mais importante

Se essas situações ocorrem com você, é tempo de repensar o uso das “selfies”. O uso exagerado tanto das “selfies” como também das redes sociais pode significar que você está buscando uma gratificação fácil, em detrimento de metas mais importantes.

A Dra. Pamela Rutledge, diretora de Psicologia e Mídia do Centro de Investigação em Boston, em artigo publicado na Revista “Psychology Today”, sugere algumas dicas antídotos contra o abuso das “selfies”:

  1. Pratique exercícios todos os dias, para aumentar suas endorfinas e melhorar o humor. Você vai precisar menos do Facebook.
  2. Passe algum tempo com amigos fora das redes sociais. É muito bom ter amigos online e offline também, fazendo novos contatos, dedicando trabalho voluntário em algum local. O trabalho voluntário de ajuda aos outros vai fazer você se sentir bem também.
  3. Assista a vídeos engraçados sobre gatos ou outros cômicos e compartilhe, ao invés de colocar uma “selfie”. O riso muda a sua química cerebral e pessoas felizes atraem pessoas felizes. Emoções positivas são contagiosas.
  4. Tire “selfies” que mostram que você está bem, mais do que mostrar sua aparência.

Portanto, documentar uma experiência que você está vivendo através de uma foto não pode se tornar mais importante do que a própria experiência. Ainda mais quando a situação envolve um risco real.

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