Plano de saúde com obstetrícia

Se você está planejando aumentar a família é importante contar com uma boa assistência médica nesse momento. Acompanhe este artigo e entenda melhor como o plano de saúde com obstetrícia funciona.

Contar com um bom plano de saúde há tempos deixou de ser um artigo de luxo para se tornar uma necessidade.

Afinal, apenas a saúde pública não tem recursos para atender a todos que a procuram.

Especialmente quando o assunto é uma gestação, período delicado em que tanto a mulher como o bebê precisam de mais atenção e cuidados.

Para passar por esse momento com mais tranquilidade o melhor a se fazer e contar com um plano de saúde com obstetrícia.

Por isso, falaremos mais sobre esse serviço neste artigo.

Explicando como ele pode ser contratado, como funciona, quais são as carências e tudo mais que você precisa saber.

Continue lendo e entenda melhor o assunto.

Plano de saúde com obstetrícia

 Conheça melhor o plano de saúde com obstetrícia

O plano de saúde com obstetrícia pode ser oferecido por qualquer operadora, para isso, basta que ela disponibiliza essa segmentação assistencial.

Esta, nada mais é do que uma classificação utilizada pela ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar para identificar quais coberturas cada um dos serviços de assistência médica irá disponibilizar.

No caso o plano de saúde com obstetrícia, pode ser contratado na modalidade hospitalar com a obstetrícia ou na Ambulatorial + hospitalar com obstetrícia.

Ou seja, cada escolha de segmentação assistencial, disponibiliza coberturas e atendimentos específicos.

No entanto, se o plano é aumentar a família tendo filhos, a obstétrica acaba sendo quase que obrigatório.

Além desta ser uma cobertura fundamental nesses casos, é importante que o paciente tenha atenção a carência de 10 meses do plano de saúde com obstetrícia e outros detalhes que mostraremos a seguir.

O que o plano de saúde com obstétrica cobre?

Como mencionado anteriormente, existem diferentes segmentações assistenciais nos planos de saúde e, cada uma delas dá direito a um tipo de cobertura diferente.

Para que possa entender melhor cada uma das segmentações veja o que elas oferecem:

Ambulatorial: consultas médicas em clínicas e consultórios, tratamentos, exames laboratoriais e de imagem, dependendo do plano de saúde, e outros procedimentos ambulatoriais.

Hospitalar: internação hospitalar sem limite de tempo.

Obstetrícia: atendimento pré-natal com exames e tratamentos necessários este período, atenção ao parto, cobertura assistência do recém-nascido natural por 30 dias ou adotivo durante o mesmo período.

Quando tem um plano que engloba esses três segmentos, significa que a mulher poderá fazer todo o acompanhamento de pré-natal e ter o bebê com as coberturas oferecidas pelo plano.

Posso incluir a obstétrica posteriormente no meu plano de saúde?

Se você já possui um plano, seja ele ambulatorial, ou ambulatorial + hospitalar sem obstetrícia, poderá incluir essa cobertura a seu plano já contratado.

Entretanto, é preciso verificar se a sua operadora disponibiliza esse tipo de serviço, pois existem empresas que atuam apenas com planos ambulatoriais.

Mas se houver a disponibilidade, é preciso solicitar a alteração junto a operadora, que deverá informar todos os trâmites necessários e os prazos para essa inclusão.

É importante que você tenha em mente que, o plano pode sofrer alteração de valores uma vez que serão adicionadas coberturas a ele.

Qual o melhor momento para contratar um plano de saúde com obstetrícia?

A mulher quando vai contratar um plano de saúde, já pode optar pela modalidade com obstetrícia, dessa forma, se ela vier a engravidar no futuro já terá todos os procedimentos cobertos.

Para quem pretende incluir essa cobertura posteriormente, é importante que isso seja feito antes do início da gravidez.

Isso porque assim como em qualquer cobertura assistencial, o plano de saúde com obstetrícia possui alguns períodos de carência para ser usado.

Para se ter uma ideia, apenas a carência de parto é de 300 dias, ou seja, 10 meses.

Por isso, o mais indicado é que essa contratação seja feita antes que a gestação aconteça.

Além do período de 300 dias para a realização do parto, será preciso esperar ainda 6 meses para realizar consultas, exames e outros procedimentos referentes a cobertura.

Sendo assim, quando o planejamento familiar for feito, já é indicado ter o plano de saúde com obstetrícia para não ser pego de surpresa.

O que está incluso no plano de saúde com obstetrícia no momento do parto?

Se você contratou o plano de saúde com obstetrícia, engravidou e cumpriu as carências necessárias a tempo, então você terá acesso a todos os atendimentos disponibilizados para o acompanhamento da gestação e o parto.

Neste último caso, estamos falando do momento do parto, uma experiência única e que com certeza já foi muito pesquisada pela gestante.

A primeira pergunta que costuma surgir quando falamos sobre ele é “será que aquele hospital referência poderá ser o local do meu parto?”.

Isso dependerá da rede credenciada ao seu plano de saúde, neste caso é interessante que você pesquise quais são os hospitais que podem ser usados pelo seu plano e todos os serviços que eles oferecem.

É importante mencionar que, caso você tenha sonhado com um hospital X e ele  ao esteja entre os disponíveis pelo plano de saúde, algumas operadoras trabalham com um sistema de reembolso.

Ou seja, você pode arcar com seu parto de maneira particular e depois ser reembolsada pelo plano de saúde. no entanto, não são todos as operadoras que oferecem essa possibilidade e, as que oferecem possuem um valor limite para promover o reembolso.

Por isso, informe-se com atenção sobre esse assunto junto a sua operadora.

Agora se sua dúvida é sobre a realização do procedimento de parto, ou seja, natural ou cesariana, saiba que, todos os planos de saúde com obstetrícia cobrem cesarianas e, desde 2015 eles são orientados por uma regulamentação da ANS a incentivar a realização do parto natural.

Isso significa que caberá a você e seu médico definirem qual o melhor procedimento para a realização do parto.

Mas lembre-se que essa é uma escolha importante e deve ser tomada em conjunto com um especialista.

Estou grávida e meu plano de saúde não possui obstetrícia, e agora?

Para quem possui um plano de saúde, mas não tem a opção de obstetrícia, se já estiver grávida, não vale a pena fazer a mudança, pois não terá tempo de usar os serviços inclusos.

No entanto, é importante dizer que, caso seu plano de saúde não tenha a cobertura obstétrica e você tenha alguma emergência em sua gestação, segundo a ANS ele é obrigado a atender essa emergência.

Nesse caso, a mulher tem algumas opções, se o plano tiver cobertura ambulatorial as consultas com o médico e alguns exames poderão ser realizados pelo plano de saúde atual.

Porém, na hora do parto ela terá 2 caminhos a seguir, uma das opções é utilizar o SUS no momento do parto, porém, provavelmente, será atendida por outro profissional e não o que fez o acompanhamento da gestação pelo plano de saúde.

Também há a opção de pagar pelos serviços particulares, nesse caso ela precisará arcar com todas as despesas.

Meu filho nasceu, ele poderá usar o meu plano de saúde com obstetrícia?

Uma das grandes vantagens do plano de saúde com obstetrícia é que ele garante atendimento a criança durante os 30 primeiros dias de vida.

Dessa forma, o bebê também poderá ser atendido pelo plano de saúde durante esse período e terá acesso às mesmas coberturas que a mulher, além dos procedimentos específicos para os recém nascidos.

Porém, se quiser que após esse tempo, a criança continue com um plano de saúde será preciso fazer um para ela.

A adesão pode ser feita tanto na modalidade individual como familiar.

Vale ressaltar que não será preciso cumprir as carências para a utilização dos serviços se essa adesão for realizada durante os primeiros 30 dias de vida.

Qual o preço do plano de saúde com obstetrícia?

O preço do plano de saúde com obstetrícia pode variar de acordo com os serviços inclusos, idade da mulher, tipo de contratação e valores praticados pelas operadoras.

Por isso, o mais indicado é que você faça cotações com diferentes operadoras, considerando as suas necessidades e seu perfil.

A maneira mais fácil de fazer isso é contando com um corretor de saúde para lhe ajudar.

No entanto, se você quiser fazer por conta própria, o recomendado é que pesquise quais são as operadoras que oferecem esse serviço e peça cotações a cada uma delas.

Lembre-se que isso pode ser feito online.

Não se esqueça de realizar uma pesquisa sobre a reputação da operadora e o grau de satisfação de seus clientes.

Isso lhe ajudará a evitar problemas e dores de cabeça com a sua cobertura.

Uma boa maneira de fazer isso é pesquisando no site do Reclame Aqui, o que os clientes falam sobre as operadoras, quais são as reclamações mais frequentes e os índices de respostas e solucionamento de problemas das empresas.

Quanto custa um plano de saúde Bradesco

Saber quanto custa um plano de saúde Bradesco é um dos passos para contratar um serviço e assistência médica. Veja os valores e busque conhecer o que cada um oferece.

Ter um serviços de assistência médica é indicado para as empresas que querem proteger os seus colaboradores, mas a dúvida sempre é quanto custa um plano de saúde Bradesco.

Os valores mudam conforme o tipo de plano contratado, ou seja, as coberturas que ele possuem influenciam.

Além disso, por ser um plano voltado para as empresas, de acordo com o tamanho da organização é possível encontrara um valor.

Para as que possuem de 3 a 199 vidas é possível contar com as opções: SPG | Plano Premium, SPG | Plano Nacional, SPG | Plano Preferencial Plus e SPG | Plano Perfil.

Já as que possuem a partir de 200 vidas têm à disposição o SPG | Plano Nacional Plus, SPG | Plano Nacional Flex e SPG | Plano Efetivo.

Todos eles atendem o rol de procedimentos da ANS, mas possuem diferenciais que o tornam mais indicados para as mais diversas situação.

Veja quanto custa um plano de saúde Bradesco em algumas localidades e de acordo com as faixas etárias.

Quanto custa um plano de saúde Bradesco

O que o plano de saúde Bradesco Oferece?

Saber quanto custa um plano de saúde Bradesco é importante, porém, é necessário saber se o custo-benefício compensa e para isso deve-se analisar quais são os serviços e coberturas disponíveis.

Existem planos que contam com coberturas nacionais, dessa forma é possível utilizar a rede credenciada em todo o território nacional.

Para quem busca uma opção menos abrangente pode escolher os que possuem cobertura regional, atendendo apenas a algumas localidades, principalmente na qual os beneficiários residem.

Além disso há a opção de reembolso em alguns planos, dependendo de qual ele for o valor de restituição pode ser solicitado para procedimentos realizados no exterior.

A cobertura incluir procedimentos ambulatórias e hospitalares, isso quer dizer que o plano de saúde Bradesco preços cobrem praticamente todos os cuidados necessários com a saúde.

Para facilitar a utilização se pode contar com o Programa Meu Doutor que disponibiliza profissionais que prezam pela qualidade no atendimento e o agendamento da consulta pode ser feito online.

Veja quanto custa um plano de saúde Bradesco

Quanto custa um plano de saúde Bradesco no Amazonas

Plano de saúde Bradesco Qualicorp sem coparticipação

Idade Efetivo III  Bradesco Saúde  Nacional Flex  Bradesco Saúde
Até 18 329 365,56 350,01 388,89
19 a 23 409,3 454,79 435,44 483,82
24 a 28 480,55 533,96 511,23 568,05
29 a 33 587,38 652,66 624,87 694,32
34 a 38 654,78 727,55 696,57 773,98
39 a 43 681,95 757,75 725,5 806,1
44 a 48 806,14 895,74 857,6 952,9
49 a 53 941,87 1.046,58 1.002,02 1.113,36
54 a 58 1.120,45 1.245,00 1.191,98 1.324,45
59 + 1.973,91 2.193,31 2.099,92 2.333,29

Plano de saúde Bradesco Qualicorp com coparticipação

Idade Bradesco Saúde Efetivo III  Bradesco Saúde Nacional Flex
Até 18 279,65 310,72 297,51 330,56
19 a 23 347,91 386,57 370,11 411,24
24 a 28 408,47 453,87 434,54 482,83
29 a 33 499,28 554,77 531,14 590,17
34 a 38 556,56 618,41 592,07 657,88
39 a 43 579,67 644,07 616,65 685,19
44 a 48 685,21 761,36 728,92 809,95
49 a 53 800,6 889,56 851,67 946,34
54 a 58 952,39 1.058,21 1.013,12 1.125,76
59 + 1.677,82 1.864,25 1.784,82 1.983,23

Agora que já sabe quanto custa um plano de saúde Bradesco, que tal fazer uma cotação?

O plano de saúde Bradesco simulação pode ser feito preenchendo o formulário online e assim receberá propostas adequadas com o tamanho da sua empresa.

Depois de receber a cotação e saber quanto custa um plano de saúde Bradesco poderá cuidar bem dos funcionários.

*Fonte: MulticalculoSaude. Consulta realizada em Julho/19

*Planodesaude.net não se responsabiliza pelos valores aqui mencionados, visto que o preço do plano de saúde pode variar conforme o perfil de cada beneficiário.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

O que fazer quando um plano de saúde não cobre exames?

Você precisa realizar algum exame para obter um diagnóstico e seu plano de saúde não quer cobrir? Acompanhe este artigo e descubra o que fazer quando o plano de saúde não cobre exames médicos.

Contar com um plano de saúde é muito mais importante do que se pode imaginar.

Atualmente, os serviços de saúde pública, vão de mal a pior, e a tendência é que, o que está ruim, piore com o tempo.

No entanto, tão importante quanto contar com esse serviço e saber com exatidão quais são os seus direitos e o que é coberto ou não por ele.

Para ajudar a entender melhor seus direitos em relação ao convênio médico, preparamos um artigo explicando melhor o que fazer quando o plano de saúde não cobre exame solicitado pelo seu médico.

O que fazer quando um plano de saúde não cobre exames?

O convênio pode negar exame?

Não, os planos de saúde não podem negar a realização de um exame, especialmente se ele for solicitado por um médico, a fim de definir um diagnóstico médico.

Segundo a ANS – Agência Nacional de Saúde, órgão responsável por regulamentar as empresas do setor.

Além de fiscalizar e regulamentar todo o setor, apenas a ANS pode e permitir exclusões de tratamentos e exames de acordo com a legislação, exclusões essas que inicialmente são situações como apenas como as seguir:

  • Tratamento clínico ou cirúrgico experimental;
  • Procedimentos clínicos ou cirúrgicos para fins estéticos;
  • Órteses e próteses com foco na estética;
  • Inseminação artificial;
  • Tratamento de rejuvenescimento;
  • Tratamento de emagrecimento com finalidade estética;
  • Fornecimento de medicamentos importados não-nacionalizados.

Esses são apenas alguns exemplos dos procedimentos e situações que podem ser negados pelos planos de saúde, segundo as regras impostas pela ANS.

Observando esses casos é possível perceber que, nenhuma delas está relacionada a manutenção ou promoção da boa saúde.

Situação completamente diferente dos exames médicos que, são vistos como necessários para que você possa cuidar de sua saúde, seja prevenindo um problema ou tratando uma doença.

Para isso, um médico pede aquilo que acredita necessário e as operadoras devem arcar com o solicitado por aquele que tem o conhecimento técnico.

O que fazer quando o plano de saúde não cobre exame?

Dizer que o plano de saúde não cobre exame é um erro, pois, eles têm a função de prestação frequente de serviços ou coberturas de despesas assistenciais, a preço pré ou pós-estabelecido, por período indeterminado, como meio de garantir, sem restrição de limite financeiro, a assistência à saúde, pela possibilidade de acesso e atendimento por médicos ou serviços de saúde.

Com isso, você pode escolher livremente o profissional que vai assisti-lo, e ele se torna uma autoridade para pedir exames necessários, com os quais o plano deve arcar com sua parte.

Se a operadora do seu plano de saúde se negar a cobrir a realização de um exame o caminho a ser tomado é buscar seus direitos.

Isso pode ser feito entrando em contato com a ANS e informando o ocorrido.

O plano de saúde não autoriza exame, mesmo sendo obrigado, o que fazer?

Em muitos casos as operadoras de plano de saúde se recusam a autorizar a realização de um exame, mesmo sabendo que são obrigados segundo as leis impostas pela ANS.

É importante que você tenha em mente que é um direito legal que o consumidor dos planos de saúde tem!

Caso a prerrogativa do plano de saúde para não atender a realização do exame seja que este não esteja dentro da cobertura contratada ou mesmo não consta no quadro determinado pela Agência Nacional de Saúde.

Procure a justiça se o exame for indispensável para diagnóstico de patologia e, por consequência para tratamento do paciente, a recusa poderá comprometer a sua saúde, e isso não é permitido por lei.

Como funcionam os exames para quem não tem convenio?

Se você, assim como a maioria dos brasileiros ainda não tem um convênio médico, pode estar se perguntando como funcionam os exames para quem não tem convênio.

Neste caso, existem três opções.

A primeira e mais viável é contratar um plano de saúde, pode parecer um pouco demais contratar um plano de saúde apenas para realizar exames médicos.

No entanto, ao contar com esse serviço, além de poder realizar todos os exames necessários, você terá todo o respaldo médico necessário para manter a sua saúde em dia.

A segunda opção é realizar os exames médicos de maneira particular.

Neste caso, você poderá procurar um laboratório ou clínica especializada e pagar pela realização dos exames.

Essa é a maneira mais rápida de conseguir os resultados, mas também é a mais cara.

A terceira, e última opção e contar com o sistema de saúde pública para realizar os exames que você precisa.

Geralmente a realização de exames médicos pelo SUS é gratuito, no entanto, as filas de espera são imensas e os resultados costumam demorar mais para ficarem prontos.

Agora que você já sabe que o convênio não pode negar exames médicos, e conhece os caminhos para reivindicar seus direitos caso isso aconteça.

E sabe também como funcionam os exames para quem não tem convênio. Será muito mais simples resolver essa questão.

Saiba como a diminuição da vacinação no país é preocupante

O Programa Nacional de Imunização (PNI) é referência mundial por ofertar para toda a população, de forma gratuita, diversas vacinas importantes. No entanto, a taxa de cobertura, que o distinguia, vem caindo nos últimos três anos.

A defasagem que vem se mostrando recentemente, entre a meta proposta de vacinação e a taxa de cobertura alcançada está preocupando especialistas e profissionais da área de saúde.

O paradoxo é que o sucesso da vacinação de crianças que hoje são jovens, que afastou a ameaça de doenças graves como sarampo e poliomielite, causou um desinteresse dos atuais jovens pais, que passaram a acreditar que as doenças não mais apresentam risco.

Saiba como a diminuição da vacinação no país é preocupante

Imagem: Pixabay

Uma geração que foi beneficiada pela vacinação, não conviveu com pacientes da doença e talvez não tenham a percepção da importância da imunização, como nas gerações anteriores.

É importante que haja um trabalho de divulgação e conscientização que mostre que as doenças, apesar de serem hoje raras, ainda existem e que as vacinas são essenciais para a saúde das crianças e jovens.

É importante também apontar que esse não é o único fator que explica a diminuição da cobertura da vacinação no Brasil, há outras causas sociais e econômicas.

Especialistas apontam que, em geral, não há o devido acompanhamento da população por parte das políticas públicas de saúde, que somente se mobilizam em situações agudas de saúde.

Nem sempre os serviços são organizados de modo a privilegiar a prevenção e a continuidade do cuidado.

Saiba como a diminuição da vacinação no país é preocupante

Imagem: Pixabay

De acordo com o Conass – Conselho Nacional de Secretários de Saúde, o cuidado com a população deve significar acompanhamento desde o nascimento, por parte das Unidades Básicas de Saúde, de forma que as ações sejam organizadas e tenham continuidade, sem esperar pela demanda espontânea das pessoas, mas buscar as pessoas da comunidade, por parte dos Agentes Comunitários de Saúde e manter um sistema de informação atualizado das ações.

Dessa forma a imunização será mais eficiente e eficaz no Brasil.

Saiba como a diminuição da vacinação no país é preocupante

Imagem: Pixabay

Sete vacinas estão abaixo da meta indicada

O Brasil atualmente tem sete vacinas infantis cuja cobertura está abaixo da meta estabelecida.

De acordo com levantamento feito pela Folha, em 2018, dentre oito vacinas indicadas para bebês, apenas a BCG, que imuniza contra a tuberculose, está com a cobertura de acordo com a meta.

Destacando-se o motivo: é que ela costuma ser aplicada ainda na maternidade.

As outras vacinas atingiram coberturas entre 80% e 91,5%, sendo que a meta é 95%.

De acordo com informações do levantamento, até junho deste ano, os índices de imunização continuam abaixo da meta ideal estabelecida pelo Ministério da Saúde, para garantir a proteção contra doenças.

Mesmo com os alertas realizados sobre a queda na cobertura das vacinas, ainda não houve a reação esperada.

Existem questões que precisam ser investigadas sobre as razões dessa dificuldade em cumprir as metas de vacinação, nos últimos três anos.

O Ministério da Saúde se defende dizendo que estão sendo realizadas investigações em cinco capitais.

Mas algumas hipóteses podem ser levantadas, uma delas é que as mães estão trabalhando cada vez mais, a presença feminina tem aumentado no mercado de trabalho, em ritmo maior do que os homens.

O trabalho das mães fora de casa impede que frequentem os postos de saúde no horário comercial, já que eles fecham à noite e nos finais de semana.

A mãe que trabalha dificilmente pode alegar que vai faltar no trabalho porque precisa levar o filho para ser vacinado.

Esse é um ponto importantíssimo que deve ser considerado.

Segundo Isabella Ballalai, da Sociedade Brasileira de Imunizações, muitos pais não consideram urgente levar os filhos para serem vacinados.

Quando perguntados pela razão de não terem vacinado, muitos respondem que foi porque deixaram para depois ou porque esqueceram e não porque não consideram as vacinas importantes.

A demora em levar as crianças para a vacinação é uma das razões da meta de 95% não ter sido cumprida.

A consequência da demora traz um risco para a proteção coletiva.

Entretanto, os pais podem levar as crianças com as vacinas atrasadas ao posto e atualizar a vacinação, afirma a Dra. Ballalai, porque os médicos vão até comemorar.

Mas quando o caso é de recusa, uma denúncia pode levar os pais ao Conselho Tutelar, porque isso configura crime.

Dados de 2018 inéditos foram publicados pela Folha, mostrando quais as doenças que estão com cobertura de vacinação abaixo da meta, 95% é a meta de cobertura adotada pelo PNI – Programa Nacional de Imunizações, conforme abaixo:

  1. Meningite

– 2011 – 105,7% de cobertura

– 2018 – 85,7% – o menor índice registrado até agora. O esquema de vacinação é o de duas doses, aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses.

  1. Hepatite A

– 2014 – 60,1%

– 2018 – 80,9% – Abaixo da meta. O esquema de vacinação é o de dose única aos 15 meses

  1. Pneumonia

2011 – 81,7%

2018 – 91,5% – Abaixo da meta. O esquema de vacinação é aos 2 e aos 4 meses, com reforço aos 12 meses.

Saiba como a diminuição da vacinação no país é preocupante

Imagem: Pixabay

  1. Difteria, tétano, coqueluche e outras

1997 – 78,5%

2018 –  85,3% – cobertura insuficiente, abaixo da meta. O esquema de vacinação são 3 doses, aos 2, 4 e 6 meses, com reforço aos 15 meses e 4 anos.

  1. Sarampo, caxumba e rubéola

2000 – 77,5%

2018 – 90,5% – Abaixo da meta. Vacinação é com 1 dose aos 12 meses, outra aos 15 meses, somada à tetraviral e à de varicela.

  1. Rotavirus

2007 – 79,8%

2018 – 87,9% – Abaixo do ideal. Esquema de vacinação com duas doses, aos dois meses e outra aos 4 meses.

  1. Poliomielite

1997 – 89,2%

2018 – 86,3% – Houve queda e está abaixo da meta. A vacinação é com 3 doses, aplicadas aos 2, 4 e 6 meses, com reforço aos 15 meses e 4 anos.

  1. Tuberculose

– 1997 – 117,1%

– 2018 – 95,6% – A única vacina que está com cobertura da meta. O esquema de vacinação é a dose única ao nascer e ela é aplicada na maternidade.

Plano de saúde Unimed para servidor público

Precisando de um plano de saúde Unimed para servidor público? Veja os serviços que a operadora oferece, como contratar e o que os clientes estão falando sobre o atendimento dessa operadora.

Muitas pessoas sonham em ingressar no serviço público, afinal, está é uma carreira sólida e geralmente conta com ganhos muito bons.

Nesta carreira é possível ocupar diferentes cargos e esses podem prestar serviço tanto na esfera municipal, estadual ou federal.

O que a maioria das pessoas não sabe é que geralmente esses profissionais são bem sobrecarregados exercendo diferentes funções ao mesmo tempo e em muitos casos sofrendo um grande desgaste físico e mental.

Por isso, contar com um plano de saúde é ainda mais fundamental para essas pessoas.

Algumas operadoras de saúde oferecem planos e condições especiais para funcionários públicos, esse é o caso do plano de saúde para servidor público.

Acompanhe este artigo e veja como esse serviço funciona.

Plano de saúde Unimed para servidor público

Como contratar o plano de saúde Unimed para servidor público

A maneira mais simples de um servidor público que deseje ter um plano de saúde da Unimed é através da adesão de um plano coletivo, que pode ser provida por um sindicato ou entidade de classe que o represente e possa disponibilizar o serviço.

Cada Estado costuma contar com uma entidade de classe diferente que disponibiliza esse tipo de serviço de convênio médico.

Se você estiver no Estado de São Paulo, por exemplo, deverá entrar em contato com a AFPESP – Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo.

Mas se estiver em outra região, basta procurar a entidade responsável pela sua área.

A contratação pode ser feita diretamente ao sindicato que irá enviar a operadora todas as informações para que o plano seja disponibilizado.

Vale lembrar que ele esse tipo de serviço é exclusivo para funcionários público, sendo preciso fazer essa comprovação.

Após a solicitação, o uso do plano de saúde Unimed para servidor público é liberado.

Por se tratar de um plano coletivo, esse tipo de cobertura conta com serviços e preços mais acessíveis.

Além disso, o funcionário público pode adicionar dependentes com as mesmas condições em seu plano, como filhos e cônjuge.

O principal diferencial desse tipo de convênio, além dos preços mais acessíveis são as formas de pagamento que podem acontecer através de desconto em folha ou débito bancário.

Quem pode aderir ao plano de saúde Unimed para servidor público?

Se você trabalha para a prefeitura de sua cidade e está se perguntando se servidor público municipal tem direito a plano de saúde, saiba que a resposta é sim.

Todos os funcionários públicos sejam eles servidores municipais, estaduais ou federais, estejam eles ativos ou inativos (aposentados) podem contratar o plano de saúde Unimed para servidor público.

Para isso, basta que o profissional entre em contato com um corretor especializado e peça as informações necessárias.

Mas, de um modo geral, é preciso apenas que o servidor se enquadre nas condições de comercialização estabelecidas pela entidade responsável pela sua região.

Além disso, como mencionado anteriormente, pessoas como cônjuge, companheiro(a) estável, filho(a)s solteiros de qualquer idade, enteado(a)s solteiros em qualquer idade e menores sob guarda ou tutela do titular no plano, também podem ser incluídos como dependentes no plano de saúde.

Quais são os serviços que o plano de saúde Unimed para servidor público oferece

Conheça a seguir os serviços e os diferenciais que o plano de saúde Unimed para servidor público oferece.

  • Uma ampla rede de médicos cooperados, laboratórios e hospitais credenciados além de hospitais próprios;
  • Facilidade de agendar consultas sem longas filas de espera, podendo isso ser feito pela internet (disponível apenas em algumas regionais) ou por telefone;
  • Atendimento sem burocracia ou impedimento de utilização de procedimentos contratados, as liberações são feitas online de forma rápida e simples pelo próprio médico;
  • Programas de prevenção à saúde que contam com palestras e orientações para todos os beneficiários. Existe ainda os que são direcionados a pacientes considerados de risco, evitando que surjam complicações de saúde;
  • Assistência Domiciliar Unimed, que está disponível em algumas regionais, permitindo que o paciente receba atendimento em sua casa sem precisar se locomover. Isso auxilia em casos em que esse se encontra debilitado e a remoção pode comprometer ainda mais a sua saúde.

Documentação necessária para contratar o convênio Unimed servidor público

Para contratar o plano de saúde Unimed para servidor público é preciso fornecer documentos que comprovem a sua adesão a entidade de classe e outros para a adesão ao plano.

No geral, os documentos necessários são:

  • Cópia dos últimos três holerites;
  • Cópia da carteira de associado à entidade, caso exista;
  • Cópia do comprovante do último pagamento da associação;
  • Cópias simples do RG e CPF, ou CNH;
  • Adesão de dependentes:
    • Cônjuge ou companheiro cópia da certidão de casamento ou da declaração de união estável;
    • Filhos / Enteados: RG ou certidão de nascimento;
    • Menores sob tutela: termo de guardar e RG ou certidão de nascimento.

Vale a pena contratar o plano de saúde Unimed para servidor público?

Para saber se vale ou não a pena contratar o plano de saúde Unimed para servidor público, é preciso realizar uma pesquisa o mais completa possível antes.

Neste artigo informamos as maneiras de contratar o serviço e o que ele oferece.

No entanto, é fundamental que, além de pesquisar junto a operadora em questão, você também busque informações sobre o plano de saúde para servidor público em outras operadoras de saúde.

É importante também considerar a opinião dos clientes ativos e inativos desses serviços para saber mais sobre o atendimento da empresa e o grau de satisfação que ela promove.

Uma boa maneira de fazer isso é entrando no site do Reclame Aqui.

Onde é possível ter acesso ao que os clientes estão falando sobre os serviços da Unimed.

Plano de saúde Unimed para servidor público – Reclame Aqui

Para que você tenha uma ideia do nível de satisfação dos clientes da operadora Unimed, realizamos uma pesquisa no site do Reclame Aqui, junto a Central Nacional Unimed.

De acordo com as informações, no período de 01/12/2018 até 31/05/2019, essa empresa recebeu 547 reclamações e respondeu a 545 delas, em um período médio de 4 dias.

Isso faz com que a Unimed tenha uma média de solução de problemas de 99,6%.

Segundo a avaliação de 132 pessoas, 50% delas voltariam a fazer negócio com a empresa, e a nota atribuída a Central Nacional Unimed pelos clientes é de 4,52.

Como é possível ver na imagem a seguir:

Reputação de Central Nacional Unimed

Agora que você sabe melhor como funciona o plano de saúde Unimed para servidores públicos, quais serviços ele oferece, como contratar esse convênio e o que os atuais clientes pensam sobre essa empresa.

Será muito mais simples decidir contratar essa cobertura ou não.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

Plano de saúde Unimed home care

Muitas vezes, é necessário que um paciente receba alguns cuidados em casa. Para isso, quem possui plano de saúde, pode solicitar o Home Care. Neste artigo, descobriremos como o plano de saúde Unimed Home Care funciona.

Todos nós já estamos cansados de saber que ter um plano de saúde, não é uma possibilidade apenas para pessoas com maior poder aquisitivo.

Ser beneficiário de um plano de saúde, se tornou uma necessidade para cada um dos brasileiros.

Afinal, a saúde pública não consegue atender toda a demanda de pacientes e, quando esse atendimento acontece, raramente ele é feito com a devida qualidade necessária.

Além disso, alguns pacientes necessitam de atenção especial como é o caso daqueles que contam com o serviço de Home Care.

Seja por possuir uma idade avançada, ou problemas de locomoção, existem inúmeros pacientes que preferem ou precisam ser atendidos em casa.

E para essas pessoas contar com um convênio que ofereça essa possibilidade é fundamental.

Neste artigo, veremos como funciona o plano de saúde Unimed Home Care, acompanhe.

Plano de saúde Unimed home care

Entenda o que é o atendimento Home Care

Antes de explicar como funciona o plano de saúde Unimed Home Care, é interessante que você conheça melhor esse tipo de atendimento.

O Home Care é um tipo de internação domiciliar. Onde o paciente recebe todos os cuidados que receberia, diretamente, em casa.

Esse tipo de atendimento ocorre para evitar que o paciente fique exposto a contrair qualquer tipo de infecção hospitalar.

E, esta é uma modalidade de plano de saúde que vem crescendo muito nos últimos anos, especialmente porque a população idosa do país tem aumentado constantemente.

Entretanto, há algum tempo o Home Care deixou de ser apenas uma opção de internação.

Existem alguns tratamentos que podem e devem, ser feitos diretamente em casa, principalmente, quando o paciente tem dificuldades de locomoção.

Independentemente se estamos falando de um recém-nascido ou um idoso, o Home Care é um tipo de atendimento disponível para qualquer pessoa que conte com essa cobertura e tenha indicação médica.

Tratamentos de fisioterapia, fonoaudiologia e muitos podem ser realizados na casa do paciente.

Como solicitar o Home Care pela Unimed?

Se você é beneficiário de um plano de saúde da Unimed ou está pensando em contratar os serviços dessa operadora de plano de saúde, deve ficar atento.

Pois, para que se tenha acesso ao Home Care, ele deve estar incluso nas coberturas adicionais que o plano oferece.

Oferecido também com o nome de ‘Atenção Domiciliar’ o plano de saúde Unimed Home Care precisa estar incluso nas coberturas contratadas do convênio, caso contrário o paciente não poderá fazer uso desse tipo de serviço.

Caso você já tenha o plano de saúde da Unimed ou esteja em processo de contratação, fale com o seu corretor para que o Home Care seja incluído e assim, você não tenha nenhum tipo de dor de cabeça futuramente.

Podendo utilizar os cuidados do Home Care sempre que for preciso.

Veja como o Home Care Unimed como funciona

O programa de atenção domiciliar, também conhecido como Home Care Unimed, oferece todos os tratamentos necessários aos pacientes que possam recebê-los em casa.

Promovendo assim, mais conforto físico e emocional ao paciente e a família.

Para que ele aconteça é preciso que haja indicação médica, ou seja, é necessário que o médico responsável pelo tratamento do paciente solicite o atendimento domiciliar.

Assim que essa solicitação é feita, o caso é estudado por uma equipe multidisciplinar do programa, que irá avaliar todas as necessidades clínicas do paciente e desenvolver um plano de tratamento mais adequado.

Depois do plano de atendimento criado e da autorização feita, o paciente passa a ser atendido em casa por uma equipe também multidisciplinar que oferecerá os tratamentos indicados ao seu estado clínico.

Quais são as obrigatoriedades para ter direito ao Home Care Unimed?

Para que esse tratamento seja aprovado é necessário que algumas obrigatoriedades sejam atendidas. Estas são:

  • Indicação médica para a realização do tratamento domiciliar e checagem da operadora, com uma aprovação do NEAD;
  • Infraestrutura física no domicílio para o atendimento das necessidades e realização dos tratamentos;
  • Aceitação por parte do paciente e/ou família;
  • Presença de um cuidador particular.

Quem pode solicitar o Home Care Unimed?

Pacientes de qualquer idade com indicação médica e infraestrutura física em casa para a realização dos tratamentos necessários podem solicitar o atendimento.

No entanto, é preciso que eles estejam enquadrados dentro das seguintes condições:

  • Pacientes que estejam hospitalizados com o quadro de saúde controlado e tenham condições de continuar o tratamento em casa;
  • Pacientes acamados que possuam doenças que impeçam o seu deslocamento;
  • Pacientes que necessitem do uso de oxigenioterapia ou aparelhos para suporte de vida;
  • Pacientes com indicação de tratamento especializado para feridas ou lesões específicas;
  • Pacientes que tenham indicação de tratamentos prolongados com o uso de antibióticos injetáveis;
  • Pacientes com indicações técnicas para tratamentos paliativos.

Por que é importante ter um cuidador no plano de saúde Unimed Home Care?

Como visto neste artigo, possuir um cuidador especializado é obrigatório para ter acesso ao atendimento domiciliar promovido pelo convênio Unimed.

Essa obrigatoriedade é necessária, pois, apenas um profissional especializado está apto a realizar a medicação e todos os tratamentos necessários no dia a dia.

Além de se responsabilizar pela realização do tratamento, o cuidado é o elo entre o paciente e a equipe multidisciplinar responsável pelo caso.

É ele quem fornecerá todas as informações necessárias sobre o paciente e o desenvolvimento do tratamento utilizado.

Por isso, é fundamental contar com um cuidador especializado nesses casos.

Pois, o sucesso do tratamento dependerá diretamente dele, que será o responsável por aplicá-lo.

Caso surja alguma dúvida quanto ao Home Care, uma excelente opção é entrar em contato com a ANS – Agência Nacional de Saúde, e solicitar mais informações.

Afinal, toda operadora de plano de saúde deve seguir as regras pré-determinadas pela ANS, a fim de evitar problemas maiores.

Vale a pena também solicitar mais informações sobre o atendimento domiciliar e as possibilidades de Home Care a um corretor especializado em planos de saúde ou mesmo diretamente com a operadora do plano de saúde em questão.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

A nova pílula anticoncepcional masculina está a caminho

Está chegando a alternativa para os preservativos e a vasectomia, a pílula anticoncepcional masculina, destinada a ser tomada diariamente. Nos testes realizados ela já foi aprovada.

Cientistas pesquisadores da Universidade de Washington e da La BioMed, nos Estados Unidos, estão realizando os estudos e anunciaram em março deste ano que a pílula anticoncepcional masculina foi aprovada nos testes iniciais de segurança humana.

Para que ela esteja disponível no mercado, no entanto, talvez ainda seja necessário esperar dez anos.

A notícia sobre a pesquisa foi apresentada durante um encontro annual medico, o Endocrine 2019, realizado em Nova Orleans, nos EUA.

Ela será uma opção à contracepção para os homens, que atualmente somente contam com os preservativos e a vasectomia, agindo através de hormônios que impedem a produção de espermatozoides.

A nova pílula anticoncepcional masculina está a caminho

Imagem: Pixabay

Há uma defasagem histórica entre o surgimento da pílula feminina, em 1960, e a ausência de uma pílula masculina, cujo desenvolvimento vem sendo um desafio para os cientistas.

A questão é conseguir que aconteça uma diminuição na produção dos espermatozoides, sem diminuir o desejo sexual ou comprometer o desempenho sexual.

Opções de controle de natalidade

Durante muito tempo, quando se pensou em controle de natalidade a associação mais comum é com a pílula para mulheres.

Os homens têm algumas opções para ajudar a evitar uma gravidez não planejada, mas não contam com contraceptivos orais masculinos.

Opções de controle de natalidade

Imagem: Pixabay

Sabemos que a pílula feminina pode não ser infalível ou parceira pode não ser capaz de tomar a pílula por causa dos efeitos colaterais.

Há casos em que a mulher não usa qualquer forma de controle de natalidade.

Essas condições motivaram as esperanças pela descoberta da pílula anticoncepcional masculina.

Os cientistas passaram a buscar uma cápsula única diária que reduza a contagem de espermatozóides com poucos efeitos colaterais, e as pesquisas vêm sendo bem sucedidas, apesar de pesquisadores dizerem que pode levar uma década até que uma pílula anticoncepcional masculina esteja no mercado.

A droga que está sendo testada tem como objetivo suprimir os níveis de hormônios que impulsionam a produção de espermatozóides e testosterona nos testículos.

No estudo de um mês de duração, os médicos descobriram que os níveis dos hormônios necessários para a produção de espermatozóides caíram nos homens que tomaram a cápsula diária, sugerindo que a contagem de espermatozóides foi marcadamente reduzida.

O próximo passo será confirmar a queda e determinar se ela é suficiente.

Os cientistas têm procurado por uma pílula anticoncepcional masculina há anos, testando inúmeros comprimidos, injeções e géis para encontrar uma alternativa para preservativos e vasectomias.

Stephanie Page, professora de medicina e co-pesquisadora sênior do ensaio da Universidade de Washington em Seattle, disse: “O objetivo é expandir as opções de anticoncepcionais e criar um menu de escolhas para homens como temos para as mulheres. Estamos negligenciando uma grande população potencial de usuários, com as opções limitadas atualmente disponíveis aos homens. ”

Apesar da variedade de pílulas anticoncepcionais, adesivos e injeções disponíveis para mulheres, e a escolha de preservativos ou vasectomias para homens, a taxa de gravidez não planejada, nos Estados Unidos, estagnou em cerca de 40%.

Quarenta homens saudáveis se inscreveram no teste de segurança da fase 1, na Universidade de Washington e na LA BioMed.

Dez voluntários receberam uma cápsula de placebo; o restante recebeu uma dose de 200 mg ou 400 mg do medicamento, 11-beta-MNTDC.

Todos tomaram uma cápsula por dia, por 28 dias, de acordo com uma apresentação na conferência anual da Sociedade de Endocrinologia em Nova Orleans.

A droga contém uma forma de progesterona que bloqueia a produção de hormônios chamados LH e FSH que são necessários para produzir o esperma.

Ele também tem um composto semelhante à testosterona, ou andrógeno, que equilibra uma queda no hormônio masculino causada pela progestina.

Segundo a Dra. Page: “Como a produção de testosterona é interrompida nos testículos, a ação androgênica no resto do corpo mantém a ‘masculinidade’ em outros lugares, manifestada no pelos do corpo masculino, voz profunda, desejo sexual e função e massa corporal magra”.

Na avaliação feita, os homens que tomaram o medicamento apresentaram níveis substancialmente mais baixos de LH e FSH em comparação com aqueles que receberam o placebo, sugerindo que a droga havia parado a produção de espermatozóides.

Christina Wang, co-pesquisadora sênior do estudo no LA BioMed, disse que o próximo passo seria medir a queda da produção de espermatozóides diretamente. “Este estudo é muito curto e precisamos de três meses, se não mais, para parar a produção de esperma”, disse ela. “Tudo o que mostramos até agora é que ele desliga os hormônios que controlam a função dos testículos”.

Opções de controle de natalidade

Imagem: Pixabay

Por enquanto, nenhum dos homens desistiu ou teve menos sexo durante o julgamento e alguns experimentaram leves efeitos colaterais.

Quatro a seis homens relataram dores de cabeça, fadiga ou acne, cinco tiveram uma leve diminuição da libido e dois tiveram disfunção erétil leve.

Efeitos colaterais similares têm dificultado outros contraceptivos masculinos experimentais. No último teste, alguns homens também engordaram.

Os pesquisadores acreditam que há uma forte demanda por parte dos casais.

Sabe-se que os homens têm opções realmente limitadas quando se trata de contracepção reversível e quando os cientistas perguntaram aos homens sobre sua opinião a respeito de medicamentos hormonais, cerca de 50% disseram que estão dispostos a tentar esse novo método.

E quando veles perguntaram às Mulheres parceiras, a porcentagem a favor é ainda maior.

A nova pílula anticoncepcional masculina está a caminho

Imagem: Pixabay

Aqui está o que saber sobre a pílula anticoncepcional masculina

Uma nova pílula anticoncepcional masculina teve sucesso em testes preliminares, sugerindo que uma nova forma de contracepção pode eventualmente existir.

Ela funciona de forma semelhante à contracepção feminina, passou nos testes iniciais de segurança e produziu respostas hormonais consistentes, com controle eficaz da natalidade em 30 homens, segundo pesquisa apresentada pelo Instituto de Pesquisa Biomédica de Los Angeles e pela Universidade de Washington, na reunião anual da Sociedade de Endocrinologia.

A droga – que ainda não foi submetida à aprovação da Food and Drug Administration, FDA, o órgão que controla medicamentos e alimentos nos Estados Unidos (FDA) vem sendo avaliada por especialistas como um passo importante em direção à contracepção hormonal masculina reversível e eficaz.

Para os homens ainda não há nada que seja como a contracepção hormonal feminina, o padrão não é igual para os gêneros.

Esse é um avanço promissor no controle da natalidade masculina.

A pílula desenvolvida tem base em um composto que passou nos testes preliminares de segurança e eficácia.

Há também algumas evidências de que compostos semelhantes poderiam atuar como controle de natalidade masculina de longa duração quando injetados.

Um gel anticoncepcional tópico, que homens aplicariam diariamente em seus ombros e braços está sendo estudado em estágio avançado.

Mas até mesmo a mais avançada dessas opções está a cerca de uma década de estar disponível comercialmente, dizem os pesquisadores.

Atualmente, as únicas formas de controle de natalidade masculinas são os preservativos, que falham com frequência e às vezes são usados incorretamente, e as vasectomias, que são permanentes.

Como resultado, o ônus do controle de natalidade recai principalmente sobre as mulheres, o que torna notável qualquer passo em direção às opções masculinas.

No novo estudo, 30 homens saudáveis com idade entre 18 e 50 anos tomaram uma pílula formulada com uma mistura de testosterona e progesterona (uma versão sintética do hormônio feminino progesterona) por 28 dias consecutivos.

Outros 10 homens tomaram um placebo.

Pesquisadores monitoraram sua saúde geral e coletaram amostras de sangue no início e no final do estudo para medir os níveis hormonais.

As pessoas também fizeram questionários para avaliar seu humor e função sexual.

Ao contrário de um estudo de controle de natalidade masculino de 2016 que se tornou famoso porque voluntários homens reclamaram de efeitos colaterais, nenhum deles teve sérios problemas, e ninguém parou de tomar o remédio por causa dos efeitos colaterais.

Mas alguns relataram sintomas menores, como fadiga, dores de cabeça, acne e diminuição da libido – nenhum dos quais irá surpreender as mulheres que tomam pílulas anticoncepcionais.

Dois homens experimentaram disfunção erétil menor.

A nova pílula anticoncepcional masculina está a caminho

Imagem: Pixabay

O estudo foi preliminar e avaliou apenas as respostas de segurança e hormônio nos homens, em vez de pedir aos casais que testassem a pílula como controle de natalidade.

Mas os testes iniciais de hormônio do sangue sugeriram que a pílula poderia suprimir tanto a produção de esperma quanto a produção de testosterona, o suficiente para prevenir a gravidez.

A testosterona fornecida pela pílula parece reabastecer o suficiente dos suprimentos masculinos para evitar efeitos colaterais, ao mesmo tempo em que controla a fertilidade.

A pilula masculina tem duas ações hormonais, mantendo a função sexual, sustentando a massa muscular e outras funções do hormônio.

Ao contrário das pílulas anticoncepcionais femininas, que geralmente se baseiam em uma semana de pílulas placebo para permitir a menstruação, a versão masculina precisaria ser tomada todos os dias para manter a contagem de esperma baixa.

Os resultados são promissores, mas mais pesquisas são necessárias.

A equipe de pesquisadores precisará conduzir estudos de longo prazo, e eventualmente recrutar milhares de casais dispostos a testar a droga por alguns anos para garantir que ela seja segura e eficaz.

Será necessário ter certeza de que ela não vai prejudicar as pessoas.

Mas o longo caminho pela frente vale a pena, também pelo que poderia fazer pela saúde masculina em geral.

Os pesquisadores afirmam que os homens não costumam consultar o médico e se eles visitarem o consultório talvez uma vez por ano para verificar a contracepção, será possível medir a pressão arterial, glicose no sangue e assim por diante, o que contribuirá para tornar os homens mais conscientes de sua própria saúde.

Plano de saúde cobre cirurgia de diástase abdominal?

O plano de saúde cobre cirurgia de diástase abdominal em apenas algumas situações quando envolve a saúde. Entenda um pouco melhor sobre o problema e quando a operadora arca com o procedimento.

O cuidado com a aparência é uma preocupação geral e quando fica uma barriguinha saliente om excesso de pele ela pode incomodar.

O problema pode ser resultado do afastamento dos músculos e nesse momento surge a dúvida se o plano de saúde cobre cirurgia de diástase abdominal.

Isso acontece porque é sabido que os planos de saúde não cobrem qualquer procedimento que o paciente deseja, ele segue uma regra determinada pela ANS.

As cirurgias plásticas estéticas não fazem parte dessa lista e nesse momento aumenta mais a dúvida.

Se a pessoa passou por uma bariátrica e ficou com excesso de pele, a operadora arca com a cirurgia por se tratar de uma questão de saúde. E no caso da diástase abdominal?

Plano de saúde cobre cirurgia de diástase abdominal?

Imagem: Getty

O que é a diástase abdominal?

Antes de saber se o plano de saúde cobre cirurgia de diástase abdominal, primeiro é preciso entender o problema.

O problema ocorre pelo afastamento dos músculos Retos Abdominais. Ele normalmente acontece na gravidez quando a barriga da mulher cresce e como o músculo está enfraquecido e se estica não consegue voltar ao normal.

Em alguns casos esse afastamento pode chegar até 10 centímetros e deixa a barriga flácida e protuberante.

A recomendação é que a correção seja feita com exercícios após a parto e uma dieta equilibrada. A fisioterapia também pode ser indicada para ajudar.

Quando nenhuma dessas tentativas der resultado, existe a opção da cirurgia. No procedimento os músculos do abdome serão costurados.

O problema da diástase abdominal vai além do estético. Em alguns casos ela pode trazer dores nas costas, pois a musculatura está enfraquecida e não ajuda a dar suporte a coluna.

Pode ocorrer também a hérnia de umbigo, nesse aso a cirurgia é mandatória.

Plano de saúde cobre cirurgia de diástase abdominal?

Você deve estar pensando que o plano de saúde cobre cirurgia de diástase abdominal porque essa é uma questão que envolve saúde.

Antes de tudo é preciso primeiro verificar qual o seu plano de saúde, qual segmentação assistencial ele possui. Se tiver ambulatorial + hospitalar, as chances de conseguir realizar o procedimento são maiores.

Nesse caso conseguiria fazer os exames e a cirurgia custeada pela sua operadora de saúde.

Porém, a questão não é tão simples assim. Primeiro deve haver indicação médica para que o procedimento seja liberado pelo plano de saúde. A indicação deve ser por questões de saúde e não fins estéticos.

Mesmo que o médico dê o encaminhamento, não significa que conseguirá ter a sua barriga sarada.

O que ocorre é que muitas vezes a cirurgia de diástase abdominal é feita com uma lipoaspiração ou cirurgia plástica para remover o excesso de gordura e de pele. É nesse ponto que os problemas começam.

Se realmente houver necessidade do paciente realizar a cirurgia de diástase abdominal por questões de saúde, apenas ela será liberada pelo plano. Isso quer dizer que os músculos serão costurados e pronto.

Só que a grande maioria das mulheres querem também tirar o excesso de pele e isso a operadora não autoriza por se tratar de cirurgia estética.

Se quiser fazer o procedimento por completo, a pessoa teria que arcar com todos os custos da cirurgia plástica e esses não costumam ser baixos.

Portanto, o que se pode dizer é que o plano de saúde cobre cirurgia de diástase abdominal por questões de saúde e quando existe indicação médica. O procedimento fica restrito a junção da musculatura e não envolve a remoção do excesso de pele.

Plano de saúde Amil cobre parto?

Quem está planejando aumentar a família sabe que contar com uma cobertura de saúde é fundamental. Neste artigo mostraremos se o plano de saúde Amil cobre parto e falaremos um pouco mais sobre esse assunto.

Ter um plano de saúde atualmente é essencial, especialmente para quem está pensando em ter um herdeiro ou aumentar a família.

Se você ainda não tem um plano de saúde é importante que pesquise bem todos os disponíveis no mercado antes de escolher.

No entanto, se você já tem uma cobertura como a oferecida pela Amil, deve estar se perguntando o que ela cobre em relação a obstetrícia.

É exatamente sobre isso que falaremos aqui, continue lendo e descubra se o plano de saúde Amil cobre parto e quais são os outros serviços oferecidos por ele nessa área.

Plano de saúde Amil cobre parto?

Imagem: Getty

Descubra se o plano de saúde Amil cobre parto

É preciso escolher com cuidado um plano de saúde quando o assunto é a nossa vida e a vida dos nossos filhos, especialmente dos futuros filhos.

Quando uma mulher engravida, ela e o bebê precisam de uma atenção especial e uma série de cuidados.

Conte com o plano de saúde Amil para gestantes e aproveite as vantagens oferecidas pela operadora.

Assim como a maioria dos planos de saúde, o plano de saúde Amil cobre parto sim e, além de cobrir o parto ele ainda oferece uma série de serviços e possibilidades para gestantes.

No entanto, é preciso contar com a cobertura de obstetrícia e parto para ter acesso a esses serviços sem custos adicionais.

Como funciona o plano de saúde para gestante Amil

As mulheres que possuem um plano de saúde Amil com cobertura obstétrica, possuem acesso a todos os tratamentos, consultas e exames necessários desde o início da gestação até o pós parto. Conheça algumas das possibilidades que o plano de saúde para gestante Amil oferece:

  • Cobertura durante toda a gestação e o pós parto;
  • Assistência médica necessária para a mulher;
  • Opções de profissionais qualificados;
  • Equipamentos de ponta;
  • Cobertura do pré-natal, incluindo consultas e exames;
  • Direito ao ultrassom;
  • E muito mais.

É importante dizer também que o plano de saúde Amil cobre parto cesárea ou normal, sempre seguindo as recomendações médicas e necessidades da gestante.

Além disso, a gestante terá toda a garantia e tranquilidade em saber que todos os procedimentos necessários, e dentro das recomendações da ANS, para uma boa gestação e um parto saudável estão garantidos.

O que mais o plano de saúde Amil oferece?

Além do fato do plano de saúde cobrir o parto e todos os benefícios citados acima, ele ainda conta com o cartão da gestante, no qual todos os passos da gestação ficam salvos, permitindo um acompanhamento mais preciso da gravidez.

O plano de saúde Amil conta com diversos hospitais com maternidade e uma infraestrutura completa, credenciados em sua rede de atendimento, o que facilita muito na hora de escolher um local para o parto.

Outra possibilidade também oferecida as mamães é a participação em palestras e treinamentos, com orientações sobre todos os cuidados necessários com o bebê nos primeiros meses de vida e com a gravidez.

Vale a pena contar com o plano de saúde Amil para parto?

Todo mundo sabe que depender apenas do sistema de saúde público atualmente é complicado e em alguns casos até mesmo arriscado.

Por isso, contar com um plano de saúde, especialmente se está planejando aumentar a família, é fundamental.

O plano de saúde Amil cobre parto e o pós parto e todo o pré natal.

E, ainda oferece uma série de coberturas e tratamentos para as mais variadas situações.

Portanto, ele pode ser sim uma boa opção a ser contratada.

No entanto, para se ter certeza dessa escolha o melhor caminho é realizar uma pesquisa mais aprofundada sobre os serviços oferecidos, preços, rede de atendimento e principalmente, a satisfação dos clientes atuais.

Para o último caso, o caminho mais confiável é pesquisando junto ao site Reclame Aqui, um portal onde todas as observações de clientes de várias empresas, serviços e produtos podem se expressar, dizendo o que pensam sobre o bem adquirido e como o atendimento da empresa responsável funciona.

Para fazer a pesquisa é simples, basta acessar o site www.reclameaqui.com.br e pesquisar sobre a empresa desejada, no caso a Amil.

Se preferir, você pode simplesmente clicar neste link e conhecer todas as informações sobre a empresa.

Podemos adiantar que a reputação do plano de saúde Amil no site do Reclame Aqui é bem interessante.

Uma vez que, das 3.314 reclamações realizadas no site, 3.237 foram respondidas e resolvidas pela empresa.

Além da empresa contar com uma margem de 97% de reclamações atendidas, ela ainda possui uma margem de 63% de clientes que voltariam a fazer negócio com a Amil.

Reputação de Amil

Pesquise antes de escolher um plano de saúde!

Mesmo depois de dizer todos os principais benefícios que o plano de saúde Amil oferece, é preciso dizer que antes de assinar um contrato de prestação de serviços como o plano de saúde, é importante que você pesquise com atenção os demais planos e escolha o que melhor se encaixar nas suas necessidades.

Afinal, existem inúmeras possibilidades no mercado, e as chances de encontrar em outra empresa mais serviços e/ou valores que se encaixem no seu perfil são enormes.

Por isso, vale a pena contar com um corretor de planos de saúde para lhe ajudar nessa busca por um convênio que cobre parto e ofereça exatamente o que você precisa.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

Plano de saúde cobre histerectomia?

O Plano de saúde cobre histerectomia, porém, existem algumas regras para que isso aconteça. Saiba quais são elas.

Ninguém deseja passar por uma cirurgia, porém, em alguns casos ela pode ser necessária.

Quando isso acontece é comum que se perguntem se o plano de saúde cobre histerectomia, pois, esse é um procedimento caro que custa mais do que R$ 10 mil e nem sempre a pessoa possui condições de arcar.

Mesmo o serviço sendo ofertado pelo SUS, quem possui um plano de saúde prefere utilizar ele pela agilizada em conseguir o atendimento, por isso, é preciso saber o que ele oferece.

Plano de saúde cobre histerectomia?

Imagem: Getty

O que é a histerectomia?

A histerectomia é o procedimento de retirada do útero por meio de cirurgia. Em alguns casos também ocorre a remoção das trompas e ovários.

O procedimento é utilizado no tratamento de algumas doenças como miomas, hemorragias, prolapso uterino, endometriose e câncer.

A retirada é feita mediante solicitação médica e a cirurgia pode ser feita de diferentes maneiras, sendo que a decisão é sempre do profissional.

A histerectomia tradicional é a mais comum e utiliza o mesmo corte da cesárea, ele é mais doloroso.

A histerectomia por videolaparoscopia faz pequenas incisões no abdome e com o uso de pinças e vídeo o útero é cortado e retirado pela vagina. O procedimento é feito com anestesia geral.

Já a histerectomia vaginal sem prolapso uterino permite que o útero seja retirado pela vagina sem que haja cicatrizes.

Esses procedimentos costumam ser feito por cirurgião ginecologista ou cirurgiões gerais após todos os preparos para a operação.

Plano de saúde cobre histerectomia?

A dúvida se o plano de saúde cobre histerectomia é bastante comum, isso porque nem sempre esse foi um procedimento autorizado.

Antes, a pessoa precisaria pagar pelo procedimento na rede particular, porém, a partir de 2014 a ANS incorporou o procedimento na lista de rol mínimo.

Mesmo havendo a cobertura não é todo o plano que possui direito a ela. É preciso que a pessoa possui um serviço que oferece segmentação hospitalar com ou sem obstetrícia ou um plano referência.

Quem possui um plano com cobertura apenas ambulatorial, aquele que disponibiliza acesso apenas à consultas e exames não conseguirá realizar a cirurgia pelo plano de saúde.

Quem tem o procedimento contemplado poderá realizar o procedimento de diferentes maneiras como é previsto pela ANS:

  • HISTERECTOMIA SUBTOTAL (VIA ALTA OU BAIXA) ÚTERO SISTEMA GENITAL E REPRODUTOR FEMININO PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS E INVASIVOS HCO HSO REF
  • HISTERECTOMIA SUBTOTAL COM ANEXECTOMIA (VIA ALTA OU BAIXA) ÚTERO SISTEMA GENITAL E REPRODUTOR FEMININO PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS E INVASIVOS HCO HSO REF
  • HISTERECTOMIA SUBTOTAL LAPAROSCÓPICA COM OU SEM ANEXECTOMIA ÚTERO SISTEMA GENITAL E REPRODUTOR FEMININO PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS E INVASIVOS HCO HSO REF
  • HISTERECTOMIA TOTAL (VIA ALTA OU BAIXA) ÚTERO SISTEMA GENITAL E REPRODUTOR FEMININO PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS E INVASIVOS HCO HSO REF
  • HISTERECTOMIA TOTAL LAPAROSCÓPICA ÚTERO SISTEMA GENITAL E REPRODUTOR FEMININO PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS E INVASIVOS HCO HSO REF
  • HISTERECTOMIA TOTAL AMPLIADA (VIA ALTA OU BAIXA) ÚTERO SISTEMA GENITAL E REPRODUTOR FEMININO PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS E INVASIVOS HCO HSO REF
  • HISTERECTOMIA TOTAL LAPAROSCÓPICA AMPLIADA ÚTERO SISTEMA GENITAL E REPRODUTOR FEMININO PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS E INVASIVOS HCO HSO REF
  • HISTERECTOMIA TOTAL COM ANEXECTOMIA (VIA ALTA OU BAIXA) ÚTERO SISTEMA GENITAL E REPRODUTOR FEMININO PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS E INVASIVOS HCO HSO REF
  • HISTERECTOMIA TOTAL LAPAROSCÓPICA COM ANEXECTOMIA ÚTERO SISTEMA GENITAL E REPRODUTOR FEMININO PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS E INVASIVOS HCO HSO REF
  • HISTEROSCOPIA CIRÚRGICA COM BIÓPSIA E/OU CURETAGEM UTERINA, LISE DE SINÉQUIAS, RETIRADA DECORPO ESTRANHO ÚTERO SISTEMA GENITAL E REPRODUTOR FEMININO PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS E INVASIVOS AMB HCO HSO REF
  • HISTEROSCOPIA COM RESSECTOSCÓPIO PARA MIOMECTOMIA, POLIPECTOMIA, METROPLASTIA, ENDOMETRECTOMIA E RESSECÇÃO DE SINÉQUIAS

Para isso é preciso que haja indicação médica, a pessoa realize todos os exames pré operatórios e tenha a autorização da operadora.

Agora já sabe que o plano de saúde cobre histerectomia, porém, para saber mais detalhes é preciso entrar em contato com a sua operadora de saúde.