Plano de saúde cobre endometriose
Segundo dados da Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva, 15% das mulheres em idade fértil no Brasil sofrem de endometriose. O tratamento para a condição é fundamental para o bem-estar feminino, e também pode garantir a possibilidade de gravidez. Por isso, o plano de saúde cobre endometriose.
A endometriose acontece quando o endométrio migra para fora do útero. O endométrio é a camada de tecido que reveste o interior do útero. Ele é preparado mensalmente para receber um embrião, pois será o responsável por fixá-lo e nutri-lo nos primeiros dias pós-fecundação do óvulo. Quando não há gravidez, esse endométrio é eliminado pela menstruação, e então formado novamente.
Se migram para o exterior uterino, porém, essas células endometriais se acumulam e provocam cólica intensa. Outro sintoma comum percebido pela mulher é a dor durante a relação sexual, ou ao urinar. Durante o período menstrual, ela pode ainda apresentar diarreia ou constipação intensas.
Por fim, há dificuldade de engravidar. Isso especialmente porque o endométrio não está devidamente posicionado para recepção de um embrião.

Quando o plano de saúde cobre endometriose?
O plano de saúde cobre endometriose do seu diagnóstico ao tratamento. Geralmente, o diagnóstico da doença é feio por exame de ultrassom transvaginal.
O teste introduz na vagina da mulher um pequeno aparelho que produz ondas de som. Um computador, então, transforma essas ondas em imagens dos órgãos internos femininos. Analisando útero, trompas, ovários e mais, o especialista pode perceber a formação anormal de células.
Tratamento da endometriose
Já o tratamento da doença é indicado de acordo com sua gravidade e detalhada avaliação médica. O profissional pode recomendar, por exemplo, o uso de medicamentos. Contraceptivos hormonais também podem ser eficientes.
Além destes, é comum a realização de cirurgia videolaparoscópica, também coberta pelo plano. O procedimento é pouco invasivo, pois utiliza apenas pequenas incisões feitas no abdômen da mulher.
Por essas incisões, o cirurgião insere, primeiro, uma pequena câmera, para que possa acompanhar a operação por um monitor. Em seguida, ele insere instrumentos que permitem retirar ou queimar o tecido endometrial acumulado.
Para escolher o método de tratamento mais adequado, o especialista ainda considera o desejo de maternidade da mulher. Isso porque, a produção do endométrio ocorre por meio de um processo hormonal, em grande parte comandado pelos ovários. Caso a mulher não deseje engravidar, o médico pode sugerir a retirada dos ovários, ou mesmo do útero. Assim, não haverá chance de reincidência do problema.
Agora que você já sabe que o plano de saúde cobre endometriose, marque sua consulta! A cólica intensa, muitas vezes considerada comum, pode ser sinal de um grande problema, mas que conta com tratamento.
Conteúdo revisado por Walter Tadeu de Oliveira Filho, Corretor de Seguros – Registro SUSEP: 201103878
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