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Novas pesquisas para o diagnóstico precoce do Alzheimer

Um teste sanguíneo que pode apontar a doença de Alzheimer três anos antes que ela se manifeste com sintomas foi desenvolvido por cientistas, que acreditam que ele poderia levar ao diagnóstico precoce da demência em pessoas idosas.

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O teste levanta algumas preocupações éticas, por seu percentual de eficácia atualmente está em 90%, o que significa que uma em cada dez pessoas poderia ser diagnosticada erradamente com uma doença para a qual não existe tratamento efetivo.

Entretanto os pesquisadores creem que um teste sanguíneo para Alzheimer pode ajudar na busca por terapias ou cura, através da identificação daquelas pessoas na população com maior risco de desenvolver a doença e as quais poderiam, portanto, se beneficiar mais de tratamentos experimentais.

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O exame de sangue é baseado na análise dos elementos químicos da gordura, conhecidos como lipídeos, que circulam na corrente sanguínea, os quais começam a mudar como resultado das alterações nas membranas das células cerebrais, associadas ao Alzheimer.

Os cientistas já sabem que a doença de Alzheimer começa muito antes do aparecimento e diagnóstico dos sintomas, tais como perda de memória ou confusão, e têm tentado, por muitos anos, encontrar formas de detectar essas mudanças com simples exames que possam ser usados na clínica.

Uma equipe de pesquisadores liderada por Howard Federoff, do Centro Médico da Universidade de Georgetown, em Washington, identificou 10 lipídeos no sangue, que podem identificar sinais precoces de Alzheimer ou outras formas de demência, que afetam uma em cada três pessoas com mais de 65 anos.

O Dr. Federoff afirmou que o novo teste sanguíneo tem o potencial de identificar pessoas com risco para o declínio cognitivo progressivo e pode mudar a maneira como pacientes, suas famílias e médicos planejam lidar com a doença.

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Ao jornal inglês Independent, o cientista disse que “se existe um teste que pode ser solicitado por um clínico para determinar o risco de Alzheimer, o paciente, juntamente com sua família e o médico, poderão decidir o que é melhor para eles: testar ou não testar. Assim sendo, o processo de passar pelo teste precisará ser administrado por eles e poderá envolver aconselhamento, assim como se faz para o risco de câncer”.

A Sociedade para o Alzheimer se pronunciou dizendo que é a primeira vez que um exame de sangue foi desenvolvido para a doença, mas que ainda existem problemas em entender como ele vai poder ser usado na prática. As implicações futuras envolvem considerações éticas, do tipo em que deve ser dada a chance aos pacientes de decidir até quanto eles desejam saber, além de conhecer muito bem as implicações do diagnóstico.

O estudo foi realizado com amostras de sangue de 525 voluntários saudáveis acima de 70 anos, os quais foram monitorados durante cinco anos, para saber se desenvolveriam ou não a demência parcial ou Alzheimer. Os resultados foram publicados na revista Nature de Medicina.

A organização Alzheimer’s Research no Reino Unido afirmou que será necessário mais pesquisas para a confirmação das descobertas, mas que o teste sanguíneo que identifique pessoas com risco de sofrer Alzheimer representa um passo importante para o progresso da pesquisa.

Segundo o Dr. Federoff, um dos autores do estudo, o teste vai permitir que as pessoas identificadas com risco possam participar de avaliações clínicas, experimentos com novas terapias e tratamentos avançados para prevenir a progressão da doença. Enquanto a doença está no seu estágio pré-clínico, disse ele, há uma janela de oportunidades para modificar o curso da mesma e para o sucesso dos tratamentos.

A expectativa dos pesquisadores e da comunidade científica é de que sejam tomadas medidas para a comercialização desse teste, que marca o estágio pré-clínico da doença e que poderia ser utilizado em larga escala, ajudando a identificar os indivíduos em risco para Alzheimer. Os pacientes identificados nesse teste inicial poderão receber terapias que podem adiar ou prevenir o surgimento da doença.

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Enquanto o teste não chega ao Brasil, vale a pena relembrar algumas das atitudes que previnem o aparecimento do Alzheimer:

  •  Ter alimentação rica em frutas e legumes.
  •  Buscar alimentos com óleos vegetais com ômega 3, óleo de peixe, de cânhamo e de linhaça.
  •  Incluir na alimentação antioxidantes como chá verde, chocolate, vitamina E e vitamina C.
  •  Comer morangos – são especiais para proteger o cérebro.
  •  Proteger-se contra o diabetes.
  •  Controlar o colesterol e a obesidade.
  • Usar cúrcuma nos temperos.
  • Tomar cuidado com o mercúrio nos peixes.
  • Estimular a mente, com estudos constantes, praticar outro idioma, aprender música, usar as novas tecnologias da informação.
  • Evitar o stress, praticando atividades que acalmem.

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