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Assistência médica faz parte do bem estar no trabalho

Existem diferentes níveis de estresse no trabalho. Assistência médica e jurídica, horário flexível e apoio emocional são essenciais para o bem estar do profissional.

Para saber qual o nível de felicidade dos profissionais, foi realizada uma pesquisa, que ouviu 23 mil profissionais, de oito países diferentes.

Os resultados apontaram as carreiras menos estressantes ou que proporcional maior felicidade profissional, na seguinte ordem:

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  1. Tecnologia
  2. Financeiro
  3. Marketing e setor criativo
  4. Contabilidade
  5. Administrativo
  6. Setor financeiro
  7. Jurídico

Portanto, a área de tecnologia proporciona o menor nível de estresse, seguido das áreas financeira e de marketing. Esses seriam os profissionais mais felizes, o que ninguém duvida que é muito bom. Mas para que outras profissões também possam ser menos estressantes e proporcionarem satisfação no trabalho, é preciso entender o que faz com que os profissionais se sintam satisfeitos e se sintam felizes.

Segundo o livro “Novas medidas do comportamento organizacional: ferramentas de diagnóstico e gestão”, da Dra. Mirlene Matias Siqueira, os funcionários felizes são os que melhor trabalham. Para se conseguir esse objetivo, as empresas  precisam promover a satisfação no ambiente corporativo. O bem estar não depende somente do funcionário, mas também da forma como a empresa é administrada e das atitudes de seus administradores.

Políticas de suporte para a satisfação do profissional

Políticas de suporte para a satisfação do profissional

Uma empresa, segundo a especialista, precisa primeiramente adotar políticas de suporte para seus colaboradores, tanto para o desempenho da função, como para o bem estar pessoal, a fim de que a equipe de trabalho consiga trabalhar feliz. Essas medidas são:

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– Recursos e ferramentas para o exercício de cada função, de forma constante e segura

– Assistência médica ou plano de saúde

– Previdência privada

– Seguro de vida

– Horário flexível

– Ações preventivas para a saúde.

– Assistência jurídica

– Salários e benefícios justos

O profissional precisa sentir que a empresa vai apoiá-lo no momento em que precisar. Essa é uma retribuição para a sua dedicação. Os salários justos devem demonstrar que não há privilégios e apadrinhados, mas uma compensação efetiva pelo trabalho.

Google

Imagem: A Google dá aulas de alimentação saudável, tem um “restaurante fitness” gratuito, oferece serviços de lavanderia e lavagens de veículos para seus colaboradores, salão de jogos e área de descanso.

A confiança no futuro da empresa também é um componente importante para a satisfação no trabalho. O trabalhador precisa saber que a empresa não vai falir. Ele está atento para a forma como a empresa lida com seus fornecedores e também, no caso das de capital aberto, como ela se situa no mercado de ações.

Liderança e gestão

Os que exercem a gestão da empresa devem assumir responsabilidades para o bem-estar corporativo, como conhecer as necessidades de cada função e providenciar para que elas sejam atendidas e fornecer informações claras sobre os negócios da companhia e seus objetivos.

Liderança e gestão

O suporte emocional para o funcionário também é importante. O líder precisa ouvir e compreender quando um profissional está lutando contra um problema difícil, uma crise pessoal ou profissional. Ele não precisa fazer o papel de um psicólogo, mas uma atitude amigável é fundamental.

Atitudes do funcionário

O colaborador não pode também esperar que todas as iniciativas para o seu bem estar provenham da empresa. A felicidade e bem-estar também depende dele individualmente. Hoje, ao contrário de um funcionário passivo do passado, é preciso que o profissional seja otimista, tenha esperança, seja capaz de lidar com dificuldades e pressões, ou seja, deve ser resiliente. O funcionário moderno precisa atender ao que se espera dele, que seja autoconfiante e seguro da sua capacidade de realizar a tarefa a que se propõe e que corresponda à confiança que a empresa deposita nele.

O estresse no trabalho afeta o bem estar do trabalhador

O estresse no trabalho, também chamado de estresse ocupacional, afeta a saúde e o bem estar do profissional e tem reflexos nas atividades das empresas. O estresse no trabalho é a causa de um grande número de pedidos de afastamento da atividade profissional, por motivos de saúde.

Os motivos que levam ao estresse no trabalho, em situações desgastantes, que muitas vezes se manifestam em doenças físicas, em geral, são:

– Exigências exageradas impostas ao trabalhador

– Excesso de trabalho

– Ambiente de muita competitividade

– Medo do desemprego

– Inadequação do espaço físico

– Conflitos no relacionamento com colegas, clientes, chefes e fornecedores

Saiba o que é o estresse

A palavra vem de “stress”, no inglês, que significa esforço exagerado. Quando o organismo enfrenta condições desafiadoras, diante de dificuldades, são liberados substâncias e hormônios que permitem que o indivíduo enfrente a situação. Nesse momento há uma descarga de adrenalina no sangue e um aumento do fluxo sanguíneo para o coração e o cérebro, que preparam o indivíduo para sobreviver a um ataque, quer seja físico, real, ou imaginário e emocional.

Quando a ameaça ou desafio acontecem esporadicamente, o estresse é passageiro, o organismo lida com o desafio e tem um tempo para voltar à condição normal. Mas, quando a pressão e a ameaça persistem, em uma condição contínua de dificuldade, o estresse se instala e começa a prejudicar os órgãos e a saúde como um todo. Os primeiros sintomas são a gastrite, a pressão alta, insônia, depressão, alergias, ganho de peso e ansiedade.

Entenda melhor o estresse

As situações que nos causam estresse são as que geram emoções fortes, a partir de estímulos como raiva, medo, dor, ameaças, raiva e pânico. Nosso organismo reage a eles como para uma luta ou fuga. Assim temos o aumento da frequência cardíaca e respiratória, da pressão arterial, da concentração de glicose no sangue, com a dilatação das pupilas.

Se os estímulos continuam, dependendo da sua intensidade e da capacidade individual para lidar com a pressão, surgem os sintomas que afetam o sistema digestivo, a libido e o sono. São constantes as dores de cabeça, crises de asma ou falta de ar, dores musculares, cansaço crônico e suor excessivo. Além disso, há uma mudança no humor do indivíduo.

Em uma fase de exposição aos estímulos mais continuada, a reação do organismo se torna mais grave, diante da incapacidade de lidar com os desafios apresentados. O estresse se torna crônico. A pessoa é levada ao esgotamento físico, com probabilidade de um acidente vascular ou cardíaco, perda da audição ou da visão, labirintite e problemas de coordenação motora.

No nível psicológico, o estresse na fase mais grave leva ao esgotamento da energia psíquica, com comprometimento da saúde mental, gerando agressividade, isolamento, problemas de memória, de concentração, depressão, etc. O trabalho fica comprometido, porque o indivíduo falta constantemente e não consegue mais desempenhar suas funções. Esse quadro também é chamado de “síndrome do burn out”.

Além das doenças causadas pelo estresse, há outras doenças ocupacionais, causadas pelas condições físicas do ambiente de trabalho, como cadeiras inadequadas, má postura, falta de atividade física por muitas horas, falta de mesas adequadas e outras.

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