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Plano de saúde cobre quimioterapia?

Obrigatoriamente, todo plano de saúde cobre quimioterapia. Segundo a disposição da Lei n.º 9.656/1998, os planos de saúde devem custear o tratamento de todas doenças na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde. A lista, elaborada pela OMS, inclui o câncer, o que então cria a cobertura aos pacientes no Brasil.

A quimioterapia é um tratamento que utiliza medicamentos no combate principalmente do câncer. Com aplicação de diversos modos (via oral, intravenosa, subcutânea e outros), esses medicamentos destroem as células doentes pela oncologia. Impedem ainda que elas se multipliquem e se espalhem pelo organismo.

O tratamento coberto pelas empresas de saúde inclui, por exemplo, a chamada terapia sistêmica. Ela é feita por altas doses do remédio, geralmente intravenosas. Em seguida, o paciente precisa fazer o uso de medicamentos associados à primeira terapia, medicamentos esses que farão o controle dos efeitos colaterais relacionados ao procedimento quimioterápico. Os remédios devem ser igualmente fornecidos pelos planos. Essa regra é uma definição da Agência Nacional de Saúde (ANS).

Procedimentos associados à quimioterapia, como o cateterismo arterial, também são cobertos pelas empresas. Isso, claro, desde que haja indicação médica.

Plano de saúde cobre quimioterapia?

Plano de saúde cobre quimioterapia, além do câncer

Mesmo com ampla utilização no combate ao câncer, essa não é a única finalidade da quimioterapia. Falando apenas da definição da palavra, qualquer tratamento de doenças pela associação de medicamentos pode ser considerado assim. É por isso que em 2017, por exemplo, dezoito novos procedimentos foram inseridos no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. As terapias listadas nesse rol são obrigadas pela ANS.

Entre os métodos listados há a cobertura de novos medicamentos orais contra o câncer. Assim como a quimioterapia com antiangiogênico para os olhos, que pode tratar edemas, retinopatia diabética, oclusão de veias oculares e outros problemas nos órgãos.

Caso qualquer uma das exigências da ANS não sejam cumpridas pelo plano de saúde, o paciente deve procurar auxílio judicial. Além de ficar novamente obrigado a cobrir a quimio, o plano ainda ficará sujeito a pagar indenização e multa aplicada pela Agência Nacional de Saúde.

Apesar de todas as situações previstas como obrigatórias, é fundamental ter atenção na escolha do plano de saúde. Cada módulo desse atendimento tem limitações específicas – que atendem às obrigatórias, mas se limitam em outras situações. O plano de internação hospitalar, por exemplo, cobre exames complementares e gases medicinais, enquanto o plano de atendimento ambulatorial não o faz.

*Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

2 Comentários

Maria Elizabeth Couto da Cunha

Olá,

Tenho que me submeter à quimioterapia para tratamento de câncer de intestino. Previsão de 6 aplicações pelo Bradesco saúde, mas com co participação. Teria uma base de custo desse tratamento? Não sei se terei condições de assumir isso.

Att.

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Fabiana Ferreira

Boa tarde Maria,

Obrigada por comentar no PlanodeSaúde.net,
Por favor, entre em contato com sua operadora para que possam tirar sua dúvida.

Atenciosamente.

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