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Plano de saúde cobre retirada de pintas?

Tem dúvidas se o plano de saúde cobre a retirada de pintas? Sabe o que são pintas, e quando elas devem ser uma preocupação? Pois então, acompanhe o texto e descubra!

Um plano de saúde cobre retirada de pintas sempre que a cirurgia tiver reflexo no bem-estar do indivíduo. Caso o objetivo da operação seja apenas estético, a empresa não é obrigada a arcar com os custos do procedimento.

Isso ocorre porque procedimentos estéticos não aparecem no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). O Rol lista todos os atendimentos de cobertura obrigatória pelos planos.

Segundo especialistas, uma pessoa tem em média entre 10 e 40 pintas pelo corpo. O número pode ser maior ou menor, de acordo, especialmente, com a hereditariedade do indivíduo. As pintas surgem desde a infância, e tendem a parar de aparecer após os 50 anos.

Uma pinta nada mais é do que um acúmulo de melanócitos sob a pele. Os melanócitos são células que produzem melanina, a substância que dá pigmento à pele. Essas formações podem ser totalmente planas, ou então apresentarem leve saliência.

De modo geral, as pintas saudáveis têm uma cor só. Elas normalmente também são pequenas, e não causam irritação, coceira ou nenhum outro tipo de incômodo.

Plano de saúde cobre retirada de pintas?

Quando o plano de saúde cobre retirada de pintas?

Tal qual citado, a retirada de uma pinta não é coberta pelo plano se o seu objetivo for puramente estético. Como em uma situação em que o indivíduo não gosta muito do visual da marca. Contudo, se a retirada for um modo de preservar a saúde do paciente, o plano deverá cobrir a cirurgia.

Uma pinta prejudicial à saúde costuma sangrar, coçar ou arder. Também pode aparecer em locais atípicos, como na palma das mãos, couro cabeludo ou nas plantas dos pés. Caso perceba um destes sinais, o paciente deve procurar um dermatologista, que fará a avaliação detalhada das marcas.

Existem ainda outros “sinais”, que demonstram a “periculosidade” das pintas. A começar pela assimetria da marca, que é um sinal de alerta de melanoma. Assim como bordas irregulares, tons variados, tamanho maior do que 6 milímetros e mudanças rotineiras em seu aspecto. O melanoma é um tipo de câncer de pele.

Em alguns casos, o médico poderá indicar a manutenção da pinta. Nessa situação, ela deverá ser monitorada, de modo que sua evolução possa ser acompanhada de perto. Aqui, é possível utilizar, por exemplo, o mapeamento digital das pintas.

Normalmente, uma reavaliação é realizada a cada três ou seis meses. Caso, com o tempo, a marca se torne maligna, ela poderá ser retirada.

Agora que você sabe que plano de saúde cobre retirada de pintas, procure um dermatologista e avalie a saúde da sua pele!

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