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Plano de saúde cobre quiropraxia?

Se você se pergunta se o plano de saúde cobre quiropraxia, a resposta é não. Isso porque, a técnica não está listada no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS. Entenda melhor o assunto neste artigo e tire todas as suas dúvidas.

Existem muitos motivos pelos quais as dores na coluna podem surgir e, em muitos casos sessões de quiropraxia podem oferecer um excelente resultado em seu tratamento.

Trazendo aos pacientes o alívio das dores e uma maior qualidade de vida.

No entanto, a quiropraxia é considerada como um tipo de tratamento alternativo, onde os resultados de melhora não são garantidos.

Por isso, esse é um método que ainda está fora do Rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar.

Plano de saúde cobre quiropraxia?

O plano de saúde cobre quiropraxia ou não?

Segundo a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar, um dos principais motivos para a não listagem da quiropraxia no rol de procedimentos obrigatórios para os planos de saúde é que ela ainda é considerada um método paliativo.

Segundo uma pesquisa publicada em 2011, não há prova de que essa intervenção seja melhor ou pior do que outros métodos.

Neste quesito, ela pode ser considerada semelhante à acupuntura: tem bons resultados, mas não substitui os métodos comuns de tratamento.

Ou seja, mesmo que a quiropraxia seja considerada pela OMS – Organização Mundial de Saúde como um procedimento de saúde atuante no diagnóstico, prevenção e tratamento de problemas relacionados ao sistema neuromusculoesquelético.

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Problemas esses que podem interferir diretamente na saúde geral do paciente. Esse tipo de tratamento não está incluído no rol de procedimentos obrigatórios da ANS.

Existe alguma situação em que o plano de saúde cobre quiropraxia?

Não listada no Rol, e sem eficácia médica comprovada, o plano de saúde não cobre a quiropraxia.

Ainda assim, o indivíduo pode realizá-la quitando as sessões do próprio bolso. Para isso, é importante procurar um profissional da área.

Apesar do que muitos acreditam, a técnica não funciona como uma massagem comum, por isso, nem todos podem executá-la.

De qualquer forma, também é fundamental que o paciente obtenha indicação médica antes de iniciar a quiropraxia.

Isso porque, é necessário fazer o diagnóstico detalhado da condição do seu corpo, e verificar quais intervenções são mais indicadas.

Uma questão grave na coluna, por exemplo, poderia ser agravada por movimentos quiropráticos.

Apesar de não ser coberta pelos planos de saúde, em alguns casos as sessões de quiropraxia podem ser reembolsadas pelo plano de saúde. no entanto, para saber se você possui esse direito ou não, é necessário entrar em contato com a central de atendimento do seu plano e solicitar mais informações sobre o assunto.

Afinal, não são todas as operadoras que possuem parcerias com profissionais dessa área.

Mas afinal, o que é a quiropraxia?

A quiropraxia é uma técnica milenar, muito utilizada em séculos passados pelos egípcios, hindus e chineses.

A técnica moderna, contudo, data do século XIX, quando David Palmer desenvolveu e listou uma série de conhecimentos sobre a realização dos movimentos quiropráticos.

Resumidamente, o método trabalha o relacionamento entre a estrutura musculoesquelética e seu fluxo de informação, que é levado ao sistema nervoso e gera movimento.

A técnica é realizada por meio do chamado ajuste, uma série de manobras rápidas com o corpo.

Indolores, essas manobras costumam gerar estalido, e “realinhar” os ossos e articulações.

Quando a quiropraxia é indicada como tratamento?

Entre outras situações, a quiropraxia é indicada para a melhora na postura e para a diminuição de dores musculares.

Ao mesmo tempo, ela pode funcionar para o alívio de dores de cabeça e ciáticas.

Ainda costuma ser empregada para o cuidado com a coluna vertebral, para o tratamento de articulações como o punho e tornozelos, e contra a bronquite asmática e cólicas menstruais.

Os efeitos do método variam de acordo com o indivíduo.

Em todo o caso, nunca dispense o diagnóstico médico e o tratamento por métodos mais convencionais, caso estes sejam indicados pelo especialista.

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