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Conheça os principais exames de rastreamento para mulheres

Testes de rastreamento para diagnóstico em mulheres são projetados para detectar doenças ocultas em pessoas aparentemente saudáveis. Veja os principais, quando começar a fazer, com que frequência e quando parar.

Existem painéis de especialistas que fazem recomendações e ajudam a definir os cuidados de saúde preventivos de alta qualidade para a população feminina.

Os testes por imagem ou testes de triagem mudam à medida que se envelhece.

Seu médico pode adaptar as recomendações, com base em suas metas pessoais de cuidado, histórico de saúde pessoal e familiar, idade e expectativa de vida.

Conheça os principais exames de rastreamento para mulheres

Imagem: Pixabay

Densitometria óssea

Esse é um exame para ser feito pelo menos uma vez aos 65 anos ou depois dessa idade.

Converse com seu médico sobre fazer o teste pela primeira vez, se você tiver menos de 65 anos e sobre repetir o teste.

O que é Densitometria óssea e para que é feita

A densitometria óssea é utilizada para diagnóstico de osteoporose.

É um exame de imagem que permite avaliar a perda óssea em determinados pontos específicos do esqueleto, como quadris e coluna vertebral.

Densitometria óssea

Imagem: Pixabay

Se a perda óssea ainda acontece, o exame não é capaz de mostrar, por isso ele precisa ser repetido em intervalos de tempo, para que se possa avaliar de houve perda ou se houve recuperação da perda.

A densitometria óssea é indicada preferencialmente para pessoas que tem osteopenia, ou perda óssea em estágio inicial, pessoas que tomam certos tipos de medicamentos, que afetam a densidade óssea ou aquelas cujo estágio de perda óssea significa um aumento do risco de fraturas.

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Qual seu tipo de plano?

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A densitometria costuma ser indicada para:

– Mulheres na menopausa, quando o desequilíbrio hormonal altera a absorção de cálcio pelo organismo;

– Mulheres com osteopenia, com processo de perda óssea inicial;

– Pessoas que usam corticoides constantemente;

– Pessoas portadoras de hiperparatireoidismo primário;

– Pessoas com osteoporose já instalada, com o objetivo de acompanhar os resultados de tratamento.

A densitometria é especialmente indicada para pessoas com problemas de tireoide e hormonais e nos casos de quem sofre de convulsões frequentes, quando o risco de fraturas é aumentado por quedas.

Procedimento da densitometria

A densitometria é um exame de certa maneira simples e tranquilo para o paciente.

É indolor e as imagens são realizadas por aparelho, durante 15 minutos a meia hora, com o paciente deitado sobre uma maca, imóvel.

Não há necessidade de nenhuma preparação prévia ou jejum, bastando comparecer no local do exame, na hora marcada.

O único cuidado é que não se deve usar metais ou jóias, de preferência usar roupas leves e não tomar medicamento à base de cálcio nos dias anteriores ao exame, porque isso poderia distorcer a avaliação da quantidade de cálcio nos ossos.

Se o paciente tiver feito algum exame com contraste no período anterior à densitometria, precisa esperar mais ou menos 5 dias para fazer o procedimento.

Interpretação do resultado da densitometria óssea

Os resultados da densitometria óssea são apontados por valores de referência, que mostram a densidade dos ossos, da seguinte forma:

  1. Escore Z – indicado para pessoas mais jovens, onde o valor até 1 significa resultado normal. O valor abaixo de 1 ate – 2.5, indica osteopenia e o valor inferior a – 2.5 indica osteoporose.
  2. Escore T – indicado para mulheres após a menopausa e idosos, público que têm mais probabilidade de desenvolver osteoporose, onde o valor maior que 0 indica situação normal. O valor ate – 1 é o limítrofe e o valor abaixo de – 1 indica osteoporose.

A densitometria óssea é indicada normalmente uma vez por ano por mulheres acima dos 65 anos e homens acima dos 70 anos. A periodicidade pode variar de acordo com a orientação do médico, para pessoas que já têm diagnóstico de osteopenia ou osteoporose, com o objetivo de avaliar a resposta ao tratamento.

A mamografia

Mamografia

Imagem: Pixabay

É um teste geralmente é indicada para ser feita por mulheres entre 50 e 74 anos. No Brasil, a periodicidade adotada é anual. Em outros países, como nos Estados Unidos, ela é indicada a cada dois anos. Se você tem 75 anos ou mais, pergunte ao seu médico se ainda precisa continuar fazendo mamografias.

Mamografia, o que é e quando fazer esse exame

A mamografia é um teste rápido e detecta os tumores nos seios é o método para detectar tumores malignos na mama ou para constatar o câncer de mama.

Esse é um exame não invasivo que captura imagens do seio feminino, através do mamógrafo, aparelho que usa a radiação do raio-x tradicional, mas com feixes projetados considerando a anatomia das mamas.

Cancer Neoplasm

Imagem: Pixabay

Se forem constatados tumores, o médico geralmente pedirá outros exames para confirmar suspeitas, como a biópsia, o ultrassom e outros exames.

O mamógrafo é composto de duas placas que pressionam o seio por alguns segundos para fazer as imagens, mostradas em uma chapa, num resultado parecido com o raio-x convencional.

Não é necessário preparo especial, sendo favorável não usar vestido, para que, exceto não ir de vestido, para que a parte de cima da roupa possa ser retirada no momento do exame.

Os resultados são analisados pelo mastologista, médico especialista, que usa a chamada BI-RADS para interpretar os achados nas imagens, classificados em sete categorias, que vão de normal a tumor maligno ou benigno.

O laudo pode vir ainda como inconclusivo, exigindo novas investigações.

O período da vida da mulher em que deve fazer a mamografia tem despertado polêmica.

Alguns médicos começam a pedir o exame quando a paciente está com 40 anos de idade e daí em diante, anualmente.

Nos Estados Unidos, os médicos começam a indicar o exame aos 45 anos da mulher.

No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) recomenda o teste somente entre os 50 e os 69 anos, com mamografias a cada dois anos, se não houver nenhuma alteração.

Outubro Rosa

Imagem: Pixabay

O Inca alerta para o risco de resultados falso-positivo, quando o teste acusa uma alteração que não existe, o que pode levar a cirurgias e tratamentos desnecessários.

O ideal é conversar com um profissional da medicina, que, a partir da sua história familiar e de outras características pessoais, poderá traçar a estratégia de rastreamento mais eficaz para cada mulher.

Exame Papanicolaou para prevenção do câncer cervical

A incidência e também a mortalidade por câncer do colo do útero podem ser reduzidas com programas de rastreamento através de exames preventivos.

Uma expressiva redução na mortalidade pelo câncer cervical foi alcançada nos países desenvolvidos depois da implantação de programas de rastreamento de largo alcance populacional a partir de 1950 e 1960.

O rastreamento do câncer do colo do útero através de teste se baseia na história natural da doença e no reconhecimento de que o câncer invasivo evolui a partir de lesões precursoras, isto é, lesões intraepiteliais escamosas de alto grau e adenocarcinoma in situ, que podem ser detectadas e tratadas a tempo, impedindo a progressão para o câncer.

O método principal e mais utilizado para rastreamento do câncer do colo do útero é o teste de Papanicolaou, ou exame citopatológico do colo do útero.

Segundo a OMS, se a população estiver com uma cobertura de, no mínimo, 80%, além da garantia de diagnóstico e tratamento adequados nos casos em que forem constatadas alterações, é possível reduzir de 60 a 90%, em média, a incidência do câncer cervical invasivo.

Em alguns países desenvolvidos a experiência mostrou que a incidência do câncer do colo do útero foi reduzida em torno de 80%, onde o exame Papanicolaou foi implantado com qualidade, juntamente com o tratamento e acompanhamento das mulheres.

O exame Papanicolaou

O método de rastreamento do câncer do colo do útero mais utilizado é o exame citopatológico ou exame de Papanicolaou, que deve ser feito pelas mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos e que já tiveram atividade sexual.

Exame Papanicolaou

Imagem: Pixabay

É nesta faixa etária como em que acontece a maior ocorrência das lesões de alto grau, passíveis de serem tratadas para não evoluírem para o câncer.

Segundo a OMS, a incidência deste câncer aumenta nas mulheres entre 30 e 39 anos de idade, atingindo seu pico entre os 50 e 60 anos.

Antes dos 25 anos as infecções mais comuns são por HPV e as lesões de baixo grau, que regridem espontaneamente na maioria dos casos.

Após os 65 anos, se a mulher tiver feito os exames preventivos regularmente, com resultados normais, é reduzido o risco de desenvolvimento do câncer cervical, já que ele é de evolução lenta.

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