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Medicina Funcional Integrativa: para entender melhor de nutrição

Nos últimos cinquenta anos a nossa alimentação passou por uma transformação radical. Os produtos da indústria alimentícia, altamente processados não possuem os nutrientes fundamentais que precisamos para nossa saúde, substituídos que foram por calorias vazias.

As pessoas comem, mas estão desnutridas e recebendo uma carga de componentes tóxicos provenientes de conservantes, adoçantes e corantes contidos nos alimentos, com a finalidade de torná-los atraentes e para que durem mais tempo. Essa é a opinião da Dra. Cristina Sales, especialista em Medicina Funcional Integrativa. A médica portuguesa vem conquistando prestígio e está sendo frequentemente convidada para palestras e conferências. Sua teoria alia conhecimentos da medicina e da nutrição.

Segundo essa concepção, os alimentos contêm em si informações e se comunicam com as células de nosso corpo. Se o que foi ingerido não for identificado como alimento por nosso organismo, por ser uma substância estranha ou artificial, a reação é de alergia, inchaço e irritação do sistema autoimune, o que leva a doenças endócrinas, degenerativas e alérgicas.

A alimentação industrializada parece ter passado a provocar doenças e contribuir para a mortalidade precoce, ao invés de garantir a saúde e o bem-estar, é o que afirma a médica Cristina Sales. São alimentos bonitos, atraentes, mas que não foram feitos para comer, segundo ela. Atualmente nossos alimentos são muito diferentes dos que os ancestrais humanos ingeriram durante milhares de anos e o organismo não consegue se adaptar para digerir e assimilá-los, reagindo diante de substâncias que para ele são estranhas, geralmente através de uma inflamação.

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Os sucos de fruta, por exemplo, desde que foram industrializados passaram a substituir as frutas naturais, na mesa de muitas famílias. O detalhe é que pouco contém de suco real, mas muito de açúcar e acidificantes.

A conscientização da população para importância da nutrição

A população precisa ser informada e ensinada para que adquira consciência sobre o que deve mudar na indústria de alimentos. O congelamento, que veio para ficar, foi uma inovação positiva. Legumes podem ser congelados para permanecerem frescos e seus nutrientes estão presentes durante mais tempo do que aqueles que ficam nas prateleiras dos mercados.

Já as carnes e peixes, em produtos industrializados, recebem aditivos e conservantes. É importante ler os rótulos descritivos das embalagens, porque é lá que vamos encontrar os nomes estranhos que identificam o que é químico e não faz parte do alimento original. Um bom exemplo são os hambúrgueres industrializados, feitos para durar 30 ou até 40 dias. O hambúrguer de carne fresca dura 10% desse tempo, sem que se deteriore.

A gordura e o estoque de substâncias tóxicas

Quando a nossa alimentação é composta de substâncias tóxicas, o corpo se defende em uma inflamação, seja do estômago, intestino ou vias respiratórias, ou deposita essas substâncias nas células de gordura. Elas são nosso reservatório de energia e também guardam os elementos que o organismo não metaboliza e que ficam retidos para não prejudicarem outros tecidos e órgãos vitais. Essa espécie de “lixo” acaba por criar alterações metabólicas. Não se conhece exatamente a dimensão das consequências negativas para o cérebro, o sistema imunológico e o fígado. O que se sabe é que, na eventualidade de um rápido emagrecimento, as substâncias tóxicas são liberadas da gordura, levando o indivíduo a uma crise.

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O consumo de industrializados, com corantes e conservantes poderia ser tolerado quando é de forma eventual, mas quando é feito com regularidade pode levar a uma sobrecarga tóxica em seis meses. Os aditivos que contém ácido fosfórico, como o que está nos refrigerantes, leva à acidificação do sangue e à perda de cálcio que constitui a osteoporose.

Os alimentos são informação

Os alimentos são construtores de tecidos, ossos e órgãos, além da energia. Mas o seu funcionamento é bastante complexo e atualmente as pesquisas em nutrição estão mostrando que os alimentos fornecem informação para as células, determinando como devem funcionar, modulando o seu comportamento. Quando ingerimos proteínas, como carne ou peixe, juntamente com carboidratos, a proporção entre proteína e carboidratos informa ao organismo a necessidade de produção de hormônios.

Quando comemos mais proteínas do que carboidratos, as células comandam a produção de glicose, que queima as gorduras. E quando se come mais carboidratos a ordem é no sentido de produzir mais insulina, o que leva ao acúmulo de gordura. Portanto, a proporção entre esses grupos de alimentos chegam ao sistema digestivo como uma comunicação: a de liberação de hormônios para o uso da gordura acumulada ou para armazenar gordura. Esse é um sistema de informação.

Quem quer perder peso precisa conhecer esse sistema, para modular o próprio corpo. Outro hormônio que comanda o apetite é a leptina, que varia conforme a exposição à luz solar. Quem dorme à noite e trabalha de dia, produz mais leptina no início do dia e menos no final do dia. Quando comemos muito à noite esse equilíbrio é afetado, já não se tem mais apetite pela manhã. Não devemos fazer a principal refeição próxima da hora de dormir, porque não vamos gastar energia, é melhor condicionar o apetite para o dia e comer menos à noite.

As informações contidas nas gorduras ingeridas

As pessoas que possuem um maior nível de informação são as que podem fazer as escolhas mais acertadas. Por isso é bom saber que as gorduras provenientes dos animais, dos cereais como a soja e as gorduras saturadas levam as células a produzirem substâncias que abrem caminho para as inflamações. Já as gorduras ômega3, provenientes dos peixes, como a sardinha, a cavala e o bacalhau constituem alimentos anti-inflamatórios. Também são fontes de ômega3 alguns vegetais como a linhaça e o cártamo, o quiwi e a cúrcuma. Conhecendo este fator, quem tem alergia, artrite ou doença autoimune deve evitar comer gordura saturada, para não agravar o seu processo inflamatório.

A cadeia de alimentação atual é muito rica em ômega6 e pobre em ômega3. As gorduras ômega6, que favorecem os processos inflamatórios, estão presentes nos óleos provenientes de grãos como a soja, o milho e o amendoim. Acrescentam ômega6 à nossa alimentação também as aves alimentadas com soja e os peixes criados em cativeiro, que também comem rações com soja.

Variedade sem qualidade

Quando vamos ao supermercado vemos uma variedade imensa de alimentos para nossa escolha e a impressão é de que hoje temos mais alimentos para nossa nutrição. No entanto, se observarmos essa variedade veremos que são apenas quatro ou cinco as classes de alimentos: os cereais, os derivados do leite, os açúcares, as carnes e as gorduras. O restante são os alimentos industrializados. No dia a dia as pessoas acabam comendo sempre a mesma quantidade e os mesmos tipos de legumes, frutas, grãos e carnes. Há pouca criatividade na nossa alimentação. Até em uma simples salada poderíamos arriscar a usar ingredientes novos, saindo do básico “alface e tomate”.

Há muitas alternativas que merecem ser implementadas. Podemos comprar carne de melhor qualidade e comer menor quantidade, três vezes por semana, ao invés de comer carne vermelha e gorda todos os dias. Devemos comer mais peixes, privilegiar os ovos, três ou quatro vezes por semana. Uma alimentação vegetariana em dois dias da semana, com arroz, feijão, grão-de-bico ou massa, além de hortaliças, ervas aromáticas e azeite, é uma opção perfeita que faz bem a todos.

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4 Comentários

Sandra de Bairros

Olá,

Gostaria de receber mais informações de como melhorar e fazer as melhores escolhas na alimentação.

Obrigada

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Sanaira Silveira

Bom dia Sandra,

É importante que procure um nutricionista porque cada organismo exige um tipo de alimentação. Fique de olho em nosso site, pois sempre estamos postando dicas de saúde a fim de ajudá-los.

Caso você tenha interesse em fazer uma cotação de plano de saúde, o planodesaude.net é o melhor lugar. Visite nosso site e faça sua cotação! Preencha o formulário em nossa página http://www.planodesaude.net e receba todas as informações necessárias para a realização de sua proposta.

Obrigada!

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Cleber Azevedo

Olá Dra Cristina,

Tenho dor de cabeça há mais de 10 anos devido a alimentação. Só não me faz mal água e arroz branco. Atualmente não bebo leite, nem seus derivados e não como nada que contém farinha de trigo (glúten), mesmo assim, tenho as dores no mínimo 2x ao dia.

Você acha que a medicina funcional interativa pode resolver meu problema?

Atenciosamente,
Cléber Azevedo

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Sanaira Silveira

Boa tarde Cleber,

Se deseja fazer a cotação de plano de saúde, preencha o formulário na home-page do nosso site para que um de nossos parceiros entre em contato com você e tire todas as suas dúvidas.

Estamos à disposição,
Abraço.

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