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Plano de saúde cobre implante contraceptivo?

A lei determina uma série de coberturas obrigatórias aos usuários do sistema de saúde particular. Mas será que o plano de saúde cobre implante contraceptivo? Veja no texto.

Na hora de utilizar métodos contraceptivos, as mulheres contam com uma série de opções.

Há a pílula, o DIU, injeções e mais. Na hora de escolher o mais adequado, porém, surgem dúvidas.

Por exemplo: o plano de saúde cobre implante contraceptivo?

O implante contraceptivo é um método pouco comum de contracepção.

Ele consiste em um pequeno bastonete, que é inserido sob a pele da mulher.

Plano de saúde cobre implante contraceptivo?

Imagem: Getty

Após essa inserção, ele pode atuar por até 3 anos antes de precisar ser trocado.

Segundo especialistas, a eficácia deste método é de cerca de 99%.

Ainda assim, o implante pode trazer uma série de efeitos incômodos, como dores de cabeça, alterações de peso e acne.

Por isso, o método é bem pouco indicado pelos médicos, já que existem técnicas menos “prejudiciais”.

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Plano de saúde cobre implante contraceptivo?

Graças aos seus efeitos colaterais e à existência de outros métodos, o implante contraceptivo não está previsto como um procedimento do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O Rol é a lista de atendimentos que devem ser obrigatoriamente disponibilizados ao usuário.

Os procedimentos variam conforme a segmentação contratada do plano (Ambulatorial, Hospitalar, Odontológico ou de Referência).

Não significa, porém, que o seu plano de saúde não cubra o implante.

Na verdade, ele não é obrigado a cobrir, mas pode fazê-lo se desejar.

Assim, se o médico sugerir o uso do implante contraceptivo, entre em contato com a operadora do plano e verifique se há cobertura ou não.

Algumas empresas garantem esse atendimento.

Quais métodos contraceptivos o plano de saúde cobre?

O planejamento familiar e, por consequência, métodos contraceptivos, são coberturas obrigatórias a todos os planos de saúde do País.

Essa obrigatoriedade foi definida pela Resolução Normativa nº 192 de 2009, e inseriu uma série de procedimentos no Rol da ANS.

Entre os métodos que a mulher pode contar com cobertura no plano de saúde está o implante do DIU.

O DIU é um dispositivo que tem formato de Y e é colocado dentro do útero.

Ele atua liberando substâncias que tornam o útero um ambiente hostil aos espermatozoides.

Assim, as células masculinas não conseguem chegar ao óvulo e fecundá-lo, prevenindo a gravidez.

Normalmente, o DIU tem eficácia de 5 a 10 anos.

Ele também costuma diminuir bastante a menstruação, sendo que, em alguns casos, pode até mesmo suspendê-la enquanto atuar no corpo feminino.

O plano de saúde cobre tanto o DIU hormonal, quanto o não hormonal.

A indicação por cada um deles requer avaliação cuidadosa da saúde feminina pelo médico.

A laqueadura, ou seja, o corte das tubas uterinas, é outro método coberto pelo plano.

Com ela, o caminho que os espermatozoides fariam até o óvulo fica interrompido.

Afinal de contas, as tubas uterinas, que levam aos ovários e ao óvulo, são interrompidas.

Cobertura da contracepção masculina

O homem também pode contar com procedimentos contraceptivos pelo plano de saúde.

No caso deles, o atendimento disponível é a vasectomia. A vasectomia interrompe o canal que levaria os espermatozoides para fora do corpo masculino.

Esse tipo de cirurgia é reversível, e pode ser desfeita caso o homem deseje voltar a poder ter filhos de modo natural.

Caso prefira, o paciente também poderá optar, após a vasectomia, por utilizar um método de reprodução assistida, como a inseminação artificial.

Vale destacar que o plano de saúde não cobre procedimentos de inseminação artificial ou fertilização in vitro.

Isso porque, esses atendimentos não estão previstos no Rol da ANS.

Ainda assim, várias operadoras de saúde oferecem os procedimentos aos pacientes.

Caso seja esse o seu objetivo, vale a pena pesquisar o atendimento das empresas antes de contratar seu plano.

Além disso, os planos de saúde oferecem consultas de aconselhamento para planejamento familiar, e também atividades educacionais para este planejamento.

Agora que você já sabe quais procedimentos são cobertos pelo plano de saúde, vale destacar o período de carência do serviço.

A carência do plano de saúde é o período que o consumidor precisa aguardar entre a contratação do plano e a data em que é possível utilizá-lo.

Para todos os atendimentos citados, esse prazo é de 180 dias a partir da assinatura do contrato.

Lembre-se que o plano de saúde cobre implante contraceptivo, mas apenas se desejar.

Se este for o seu objetivo ao contratar a assistência, confirme essa cobertura antes de assinar o contrato.

Assim, você terá a certeza de contar exatamente com o que precisa.

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