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Como funciona o plano de saúde para vigilantes? Saiba tudo!

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Cobertura nacional, adesão facilitada e benefícios reais. Veja no que consiste o plano de saúde para vigilantes!

O plano de saúde para vigilantes é mais do que um benefício — é uma necessidade real para quem atua em uma das profissões mais exigentes do país.

Segundo o Dieese, o setor de vigilância privada reúne mais de 540 mil profissionais no Brasil, muitos dos quais ainda enfrentam dificuldades para acessar atendimento médico de qualidade com valores justos.

Você também já se sentiu inseguro por não ter um plano confiável quando mais precisa? Ou pior: conhece alguém que teve problemas por depender apenas do SUS em momentos críticos?

Neste conteúdo direto e objetivo, vamos esclarecer tudo o que você precisa saber: valores, cobertura, como aderir e o que realmente importa na hora de escolher o melhor plano de saúde.

Mostraremos onde os atuais sindicatos acertam, onde deixam a desejar — e como você pode tomar a melhor decisão com base em dados, comparações e experiências reais.

Proteja sua saúde e seu bolso. Não perca esta oportunidade de entender o que realmente vale a pena!

O que é um plano de saúde para vigilantes e por que ele é tão importante?

Plano de saúde para vigilantes é um serviço médico direcionado a profissionais da segurança privada, geralmente viabilizado por sindicatos regionais.

O objetivo é garantir acesso a consultas, exames, internações e atendimento de urgência, com custos reduzidos por meio de convênios coletivos.

O trabalho de vigilância envolve riscos físicos, estresse constante e longas jornadas. Ter um plano de saúde significa garantir atendimento médico confiável quando surgem problemas inesperados, algo essencial para quem atua nessa área.

De acordo com o Dieese, mais de 540 mil profissionais trabalham formalmente no setor de vigilância privada no Brasil. Uma parte significativa dessa força de trabalho tem renda média baixa, o que dificulta o acesso a planos particulares.

Por isso, sindicatos assumem papel estratégico ao negociar condições melhores com operadoras, oferecendo planos com cobertura essencial e valores abaixo do mercado.

Você já ficou sem atendimento médico quando mais precisou? Ou conhece alguém que teve dificuldades por depender somente do SUS? É nesse contexto que o plano de saúde sindical se torna fundamental, pois oferece segurança e economia para o vigilante e sua família.

Vigilante fardado com rádio nas mãos. Falando sobre plano de saúde para vigilantes.

Quem tem direito ao plano de saúde para vigilantes?

O plano de saúde sindical é voltado a trabalhadores formais da categoria. Isso significa que ele é exclusivo para quem está registrado por uma empresa de segurança privada e tem vínculo direto com o sindicato da região. Cada sindicato possui regras próprias, mas os critérios gerais seguem uma base comum.

Titulares

  • Ter registro em carteira como vigilante
  • Estar com vínculo ativo em empresa de segurança privada
  • Ser sindicalizado
  • Apresentar documentos pessoais, contracheque, carteira de trabalho e comprovante de residência

Dependentes

  • Cônjuge ou companheiro com união estável reconhecida
  • Filhos até 18 anos ou até 24 anos se estiverem cursando faculdade
  • Outros familiares em casos específicos, definidos pelo sindicato

A troca de dependentes costuma ser permitida uma vez por ano, geralmente no mês da data-base da categoria. Em algumas regiões, é possível alterar o dependente fora desse período caso ele não tenha feito uso do plano.

Exemplos práticos de valores demonstram as diferenças regionais. Em Ponta Grossa, o plano custa 103,13 reais por mês e cobre um titular e um dependente.

No Distrito Federal, o valor total é de 495 reais por pessoa, mas vigilantes com direito ao subsídio pagam apenas R$ 340,95.

Quem não estiver mais trabalhando como vigilante perde o direito ao plano em muitos casos. Algumas exceções são previstas para aposentados ou para quem mantém vínculo associativo com o sindicato.

Quais são os benefícios mais comuns do plano de saúde para vigilantes?

Os benefícios variam conforme o sindicato e a operadora do plano, mas algumas coberturas são frequentes em todo o Brasil. Em geral, esses planos têm um perfil ambulatorial e priorizam serviços básicos com foco em agilidade e prevenção.

Coberturas mais comuns para titulares e dependentes

  • Consultas médicas em clínica geral e especialidades básicas
  • Exames laboratoriais com limite anual
  • Atendimentos de urgência e emergência
  • Internações e cirurgias em alguns casos, dependendo da região
  • Atendimento em clínicas e laboratórios conveniados
  • Possibilidade de extensão aos dependentes

No Paraná, por exemplo, o plano oferecido pelo sindicato de Ponta Grossa cobre cinco consultas por ano e exames até o valor de R$ 375, tanto para o titular quanto para o dependente. Já no Distrito Federal, o plano tem cobertura mais ampla e inclui internações e cirurgias.

Diferenças regionais influenciam diretamente o tipo de atendimento. Algumas regiões oferecem apenas atendimento local, enquanto outras têm convênios com redes nacionais. Alguns planos exigem coparticipação em exames de maior valor, como tomografias.

É importante entender também os prazos de carência. Consultas geralmente têm liberação imediata, mas procedimentos como cirurgias podem ter carência de até 180 dias.

Muitos sindicatos não oferecem especialidades como psicologia, nutrição ou fisioterapia. Isso pode exigir complementação com atendimento particular ou contratação de outro plano.

Antes de aderir, o ideal é solicitar uma lista completa de coberturas e exclusões. É necessário confirmar também se existe limitação por faixa etária ou por número de procedimentos. Essa análise evita surpresas e garante que o vigilante saiba exatamente o que está contratando.

Quanto custa um plano de saúde para vigilantes atualmente?

O custo do plano de saúde para vigilantes varia de acordo com a região e o sindicato responsável pela negociação. Em geral, os valores são inferiores aos planos individuais do mercado, pois há subsídio da categoria por meio da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

A seguir, veja os valores praticados atualmente:

Distrito Federal (SINDESV-DF)

  • Valor total: R$ 495,00 por pessoa
  • Com subsídio sindical: R$ 340,95 por pessoa
  • Cobertura: internação, urgência, emergência, exames e cirurgias
  • Operadora: Quallity Pró Saúde

Paraná (Ponta Grossa – SINDVIGILANTES-PG)

  • Valor fixo: R$ 103,13 mensais
  • Inclui: 5 consultas por ano e até R$ 375 em exames laboratoriais
  • Cobre 1 titular e 1 dependente

Curitiba (SINDVIGILANTES-Curitiba)

  • Valor não informado no site
  • Informações limitadas a um vídeo no YouTube, sem detalhamento de preços ou cobertura

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o reajuste médio para planos de saúde individuais e familiares foi de 6,91% em 2024. Esse índice é definido com base nos custos assistenciais das operadoras.

Se aplicássemos o reajuste da ANS sobre os valores atuais:

LocalValor atual com subsídioValor com reajuste de 6,91%
Distrito FederalR$ 340,95R$ 364,52
Paraná (PG)R$ 103,13R$ 110,26

Esses valores são considerados acessíveis, especialmente quando comparados com planos particulares que, em média, ultrapassam R$ 800,00 mensais para adultos acima de 50 anos.

A variação de preço entre regiões reflete o nível de cobertura oferecido, a força de negociação do sindicato local e a operadora parceira. Por isso, é essencial avaliar custo-benefício antes de aderir.

Como funciona o plano de saúde oferecido pelos sindicatos?

Os sindicatos regionais de vigilantes firmam acordos coletivos com operadoras de saúde, criando convênios específicos para os trabalhadores da categoria. Esses convênios são regulamentados pela CCT vigente e garantem acesso ao plano com condições especiais.

O valor é descontado diretamente na folha de pagamento, o que facilita a adesão. O sindicato atua como intermediário entre o trabalhador e a operadora, oferecendo suporte, atendimento e regras de uso.

Abaixo, veja o comparativo entre os modelos atuais oferecidos pelos sindicatos com melhor posicionamento online:

Sindicato / LocalCoberturaValor mensal com subsídioTipo de desconto
SINDESV-DFUrgência, internação, exames, cirurgiasR$ 340,95Folha de pagamento
SINDVIGILANTES-PG (PR)Consultas + exames limitadosR$ 103,13Folha de pagamento
SINDVIGILANTES-CuritibaNão informadoNão informadoNão informado

Nos dois casos citados, a adesão é vinculada à filiação sindical e ao vínculo empregatício. O benefício está diretamente atrelado à atuação como vigilante registrado.

O desconto em folha elimina a burocracia de boleto bancário e reduz o risco de inadimplência, garantindo a manutenção do plano.

Importante: os sindicatos podem mudar de operadora a cada negociação de convenção. Por isso, é essencial verificar anualmente se houve alteração nas regras ou nas coberturas.

Como fazer a adesão ao plano de saúde do sindicato?

O processo de adesão é simples, mas pode variar conforme o sindicato. Em geral, é necessário apresentar documentos básicos e estar em dia com a filiação sindical.

A seguir, o passo a passo padrão utilizado nos principais sindicatos do país:

Documentos exigidos para o titular

  • RG e CPF
  • Comprovante de residência
  • Contracheque ou carteira de trabalho
  • Carta de filiação sindical
  • Cartão SUS

Documentos para dependentes

  • Cônjuge: RG, CPF, certidão de casamento ou documento de união estável
  • Filhos menores: certidão de nascimento e cartão SUS
  • Filhos maiores até 24 anos: RG, CPF e comprovante de matrícula

Onde entregar os documentos

  • Pessoalmente no sindicato da sua base regional
  • Alguns sindicatos aceitam envio por e-mail ou WhatsApp
  • Atendimento presencial geralmente ocorre de segunda a sexta, das 9h às 17h

Canais de atendimento principais

  • SINDESV-DF: (61) 3036-3915 / 3321-3344 / 3321-4002
  • Ponta Grossa: atendimento presencial mediante agendamento
  • Curitiba: informações limitadas, apenas por vídeo no site

Prazo de inclusão

  • Pode levar de 3 a 15 dias úteis, conforme a operadora e a confirmação de vínculo
  • A cobertura geralmente começa após o primeiro desconto em folha

Em caso de dúvidas, é recomendável ligar para a central do sindicato. Muitos oferecem ouvidoria ou suporte via WhatsApp.

Verifique sempre se há carência para certos procedimentos. Mesmo após a adesão, o uso completo do plano pode depender da regra da operadora.

Vale a pena contratar um plano de saúde por fora do sindicato?

Nem todo vigilante consegue acesso ao plano de saúde oferecido pelo sindicato. Alguns trabalham de forma autônoma, estão fora da base regional ou perderam o vínculo formal com a categoria. Nesses casos, surge a dúvida: vale a pena contratar um plano individual no mercado?

A resposta depende de três fatores principais: custo, cobertura e rede credenciada.

Vantagens do plano sindical

  • Valor mais baixo por ser subsidiado
  • Desconto direto na folha de pagamento
  • Processo de adesão facilitado
  • Cobertura compatível com as necessidades básicas
  • Sem exigência de comprovação de renda ou histórico de saúde

Desvantagens do plano sindical

  • Abrangência regional em muitos casos
  • Limitação de consultas e exames por ano
  • Menor variedade de especialidades médicas
  • Depende do vínculo com o sindicato e empregador
  • Possível descontinuidade se houver mudança na convenção

Quando o plano individual pode ser vantajoso?

  • Vigilantes que trabalham fora do regime CLT
  • Profissionais que atuam como autônomos ou terceirizados
  • Trabalhadores com dependentes fora do grau permitido pelo sindicato
  • Pessoas que precisam de coberturas específicas, como tratamentos contínuos, parto, psiquiatria ou odontologia integrada

Rede credenciada: como comparar?

Planos sindicais geralmente possuem rede local, com clínicas e laboratórios parceiros. Planos individuais de grandes operadoras oferecem rede nacional, com hospitais e centros médicos de referência.

Exemplo: enquanto um plano sindical cobre exames básicos em clínicas regionais, um plano individual pode incluir atendimento em redes como NotreDame Intermédica, Hospital São Luiz, Sabin ou Fleury, dependendo da categoria contratada.

O plano particular costuma oferecer mais liberdade na escolha de profissionais e unidades de atendimento. No entanto, esse benefício vem com custo mais alto.

Resumo prático:

Se o vigilante busca um plano básico, com custo reduzido e cobertura para urgência, o plano sindical atende bem. Mas se precisa de uma rede maior, coberturas especiais ou se está fora do regime CLT, o plano individual pode ser mais indicado.

Melhores seguradoras para planos para vigilantes individuais

Para vigilantes que atuam como profissionais autônomos ou que estão fora da cobertura sindical, contratar um plano individual diretamente com uma operadora é uma opção viável. O mercado oferece alternativas com diferentes níveis de cobertura, valores e abrangência.

A seguir, algumas das seguradoras e operadoras com melhor reputação no Brasil, com opções interessantes para quem busca planos individuais:

1. Amil

  • Oferece planos a partir da categoria Amil Fácil até Amil S450
  • Destaque para rede credenciada ampla e cobertura nacional em categorias superiores
  • Bons índices de satisfação e resolução de problemas

2. NotreDame Intermédica (GNDI)

  • Planos com excelente custo-benefício nas capitais
  • Rede própria de hospitais e laboratórios
  • Opções ambulatoriais e hospitalares com obstetrícia

3. Unimed

  • Forte presença regional em praticamente todo o país
  • Planos individuais com bom suporte em cidades de médio porte
  • Rede médica extensa com ampla cobertura

4. SulAmérica Saúde

  • Planos voltados para públicos com perfil executivo ou corporativo
  • Boa aceitação por hospitais premium
  • Oferece planos com reembolso para livre escolha de médicos

5. Bradesco Saúde

  • Qualidade reconhecida no segmento de alto padrão
  • Foco em planos empresariais, mas com opções para MEI ou autônomos via planos coletivos por adesão
  • Alta taxa de satisfação e ampla rede

Para vigilantes com CNPJ ativo como MEI, é possível contratar planos empresariais com custo reduzido. Algumas administradoras de benefícios oferecem planos por adesão a categorias profissionais, mesmo sem vínculo com sindicato.

O que avaliar ao escolher uma operadora individual:

  • Cobertura regional ou nacional
  • Tempo de carência para procedimentos
  • Avaliação da operadora na ANS
  • Índice de reclamações no Reclame Aqui
  • Reputação da rede hospitalar credenciada

Antes de fechar contrato, é importante comparar coberturas, verificar exclusões e entender quais procedimentos são limitados.

O vigilante deve buscar um equilíbrio entre valor da mensalidade, qualidade do atendimento e estabilidade da operadora.

O que avaliar antes de contratar um plano de saúde para vigilantes?

Contratar um plano de saúde exige atenção a detalhes que muitas vezes passam despercebidos. Mesmo quando a mensalidade é acessível, a cobertura pode ser limitada, e a operadora pode não oferecer suporte adequado quando mais se precisa.

Abaixo, veja os principais pontos que um vigilante deve considerar antes de fechar contrato:

1. Cobertura regional ou nacional

Planos oferecidos por sindicatos geralmente são regionais. Isso significa que o atendimento é limitado a clínicas e hospitais em determinadas cidades. Quem viaja a trabalho ou tem familiares em outras regiões pode precisar de um plano com cobertura nacional.

2. Exclusão de doenças ou procedimentos

Nem todo plano cobre tratamentos complexos, cirurgias eletivas, terapias ou doenças preexistentes.

Verifique quais especialidades estão inclusas e quais têm coparticipação ou carência. Alguns planos não cobrem parto, internação psiquiátrica ou procedimentos de alto custo.

3. Atendimento especializado e rede credenciada

Analise se o plano cobre especialidades como cardiologia, ortopedia, psicologia ou oftalmologia. Confirme também a reputação da rede credenciada. Planos com clínicas genéricas e poucas opções de escolha podem gerar frustração no uso.

4. Índice de reclamações da operadora

Antes de assinar o contrato, consulte o site da ANS para verificar o desempenho da operadora. Fique atento a operadoras com alto índice de reclamações ou que apresentaram suspensão de vendas. Isso é um indicativo de instabilidade e risco ao consumidor.

5. Tempo de carência

Confira os prazos para começar a usar o plano. Consultas e exames básicos geralmente têm carência menor, mas internações e cirurgias podem exigir até 180 dias.

6. Atendimento ao cliente

Avalie a qualidade do suporte da operadora. Existe ouvidoria? O sindicato responde rápido? Há atendimento via WhatsApp? Esses canais fazem diferença quando surgem dúvidas ou urgências.

Planejar a contratação com base nesses critérios evita surpresas desagradáveis e garante que o vigilante saiba exatamente o que está contratando.

Vigilante faz checagem em imagens de câmeras de segurança. Falando sobre plano de saúde para vigilantes.

Qual a diferença entre convênio e plano de saúde para vigilantes?

Muitos profissionais ainda confundem os termos convênio e plano de saúde. Apesar de parecidos, eles possuem diferenças importantes, principalmente em relação à cobertura, limites de uso e vínculo com operadoras.

Convênio médico sindical

  • É uma forma de benefício coletivo negociado pelo sindicato
  • Tem cobertura limitada, com número fixo de consultas e exames por ano
  • É administrado pelo próprio sindicato, que intermedeia o acesso aos serviços
  • Exemplo: em Ponta Grossa (PR), o convênio cobre apenas 5 consultas e até R$ 375 em exames por ano

Plano de saúde tradicional (individual ou coletivo)

  • É contratado com uma operadora regulamentada pela ANS
  • Pode ter cobertura ambulatorial, hospitalar, com ou sem obstetrícia
  • Abrange urgência, emergência, internação, cirurgias, exames complexos e terapias
  • Tem abrangência local, regional ou nacional, conforme o plano contratado
  • Pode ser contratado com ou sem coparticipação

Enquanto o convênio funciona como um pacote limitado de serviços médicos, o plano de saúde oferece cobertura formal segundo regras estabelecidas pela ANS.

A principal diferença está na previsibilidade e na estrutura do atendimento. O plano tem regras claras de uso, com prazos de carência definidos, rede credenciada mapeada e suporte contínuo. O convênio, por sua vez, é mais restrito e serve como suporte básico.

Para quem busca mais segurança e liberdade no uso dos serviços, o plano de saúde é a melhor escolha. Especialmente em casos de urgência, internação ou doenças crônicas, a diferença entre um e outro se torna evidente.

Conclusão: qual o melhor plano de saúde para vigilantes hoje em dia?

Escolher o melhor plano de saúde para vigilantes depende de avaliar com atenção o custo, a cobertura e a realidade profissional do trabalhador.

Planos sindicais podem atender bem quem busca economia e cobertura básica. Já os planos individuais ou empresariais são indicados para quem deseja mais amplitude e rede nacional.

Durante este conteúdo, você viu que:

  • Os planos sindicais têm preços mais acessíveis, mas podem ser limitados em cobertura
  • Operadoras como Amil, GNDI, Unimed e SulAmérica oferecem alternativas para autônomos
  • É essencial verificar se há carência, coparticipação e exclusão de procedimentos
  • O convênio sindical não é a mesma coisa que um plano de saúde completo

Se você ainda tem dúvidas ou quer comparar diferentes opções com base no seu perfil, permaneça aqui no nosso site.

Por aqui você encontra o nosso cotador de planos de saúde e pode verificar, em poucos minutos, quais são os planos mais adequados para você e sua família.

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Perguntas Frequentes (FAQs)

Posso trocar de plano de saúde mesmo sendo vigilante?

Sim. Você pode solicitar a troca de plano caso não esteja satisfeito com o atual. É importante verificar se há carência para o novo plano e se ele atende aos seus requisitos. Se estiver vinculado ao sindicato, a troca deve seguir as regras da Convenção Coletiva e da operadora atual.

O que acontece com meu plano de saúde em caso de demissão?

Na maioria dos casos, o plano sindical é encerrado automaticamente com a demissão. Alguns sindicatos oferecem a possibilidade de manter o plano por um período determinado, mediante pagamento integral. Verifique essa condição diretamente com seu sindicato.

Como incluir novos dependentes no meu plano de saúde sindical?

Para incluir dependentes, é necessário apresentar os documentos comprobatórios ao sindicato, como certidão de nascimento ou casamento. Alguns sindicatos só permitem inclusão durante o período da data-base. Outros aceitam alterações durante todo o ano, desde que o dependente não tenha utilizado o plano anterior.

Existe carência para parto no plano de saúde para vigilantes?

Sim. Planos de saúde que incluem obstetrícia normalmente impõem carência de 300 dias para parto. Isso vale tanto para planos individuais quanto para planos coletivos via sindicato. Consulte a operadora ou sindicato para confirmar esse prazo no seu plano.

O plano de saúde do sindicato cobre atendimento fora da cidade?

Depende da abrangência contratada. Muitos planos sindicais oferecem cobertura apenas em clínicas e hospitais da região. Se você precisa de atendimento em outras cidades ou estados, é recomendável optar por um plano com cobertura regional ou nacional.

Posso trocar de plano de saúde mesmo sendo vigilante?

Sim. Você pode solicitar a troca de plano caso não esteja satisfeito com o atual. É importante verificar se há carência para o novo plano e se ele atende aos seus requisitos. Se estiver vinculado ao sindicato, a troca deve seguir as regras da Convenção Coletiva e da operadora atual.

O que acontece com meu plano de saúde em caso de demissão?

Na maioria dos casos, o plano sindical é encerrado automaticamente com a demissão. Alguns sindicatos oferecem a possibilidade de manter o plano por um período determinado, mediante pagamento integral. Verifique essa condição diretamente com seu sindicato.

Como incluir novos dependentes no meu plano de saúde sindical?

Para incluir dependentes, é necessário apresentar os documentos comprobatórios ao sindicato, como certidão de nascimento ou casamento. Alguns sindicatos só permitem inclusão durante o período da data-base. Outros aceitam alterações durante todo o ano, desde que o dependente não tenha utilizado o plano anterior.

Existe carência para parto no plano de saúde para vigilantes?

Sim. Planos de saúde que incluem obstetrícia normalmente impõem carência de 300 dias para parto. Isso vale tanto para planos individuais quanto para planos coletivos via sindicato. Consulte a operadora ou sindicato para confirmar esse prazo no seu plano.

O plano de saúde do sindicato cobre atendimento fora da cidade?

Depende da abrangência contratada. Muitos planos sindicais oferecem cobertura apenas em clínicas e hospitais da região. Se você precisa de atendimento em outras cidades ou estados, é recomendável optar por um plano com cobertura regional ou nacional.

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Conteúdo revisado por Walter Tadeu de Oliveira Filho, Corretor de Seguros – Registro SUSEP: 201103878

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5 respostas para “Como funciona o plano de saúde para vigilantes? Saiba tudo!

  1. Olá,

    Nem um outro beneficio pode substituir o plano de saúde, cesta básica,vale alimentação, são benefícios diferenciados, o plano de saúde é para cuidar da saúde do trabalhador e sua família, os outros benefícios são complementos salariais para um sustento familiar, não se deve confundir as duas coisas elas são distintas uma da outra cada uma tem uma clausula especifica.

  2. Olá!

    Trabalho em São José do Rio preto SP, nunca tivemos convênio médico, recebemos uma cesta básica, será que é em substituição ou deveriam pagar outra cesta para substituir o plano, ou seja, duas cestas?

    Att.

  3. Boa tarde,

    Sou vigilante a quatro anos, pago o plano de saúde e nunca usei porque tenho o plano do meu marido que trabalha na mesma função.
    Pergunto como posso cancelar o meu plano junto a minha empresa?

    Att.

    1. Boa tarde Sandra,

      Obrigada por comentar no PlanodeSaúde.net,
      Você deve entrar em contato com sua empresa para ver a possibilidade de fazer o cancelamento do mesmo.

      Atenciosamente.

    2. Olá,

      Trabalho a 06 meses numa empresa de segurança patrimonial, mas não tenho convênio médico, eles pagam o Vale Alimentação dobrado, quanto tempo pode essa situação.

      Preciso do convênio médico urgente.